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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Veja os nomes listados no relatório de Odair Cunha

Por Agência Senado

A CPI ( do Cachoeira ) pede a responsabilização de:

  • Marconi Perillo, governador de Goiás.
  • João Furtado de Mendonça Neto, ex-Secretário de Segurança Pública e Procurador do Estado de Goiás
  • Jayme Eduardo Rincon, presidente da Agência Goiana de Transporte e Obras (Agetop)
  • Alexandre Baldy de Sant’Anna Braga, Secretário de Indústria e Comércio de Goiás
  • Ronald Christian Alves Bicca, Procurador do Estado de Goiás
  • Marcelo Marques Siqueira, Procurador do Estado de Goiás
  • Geraldo Messias Queiroz, prefeito de Águas Lindas (GO)
  • Gil Tavares, prefeito de Nerópolis (GO)
  • Raul de Jesus Lustosa Filho, prefeito de Palmas
  • Demostenes Torres, procurador do estado de Goiás e ex-senador
  • Carlos Alberto Leréia, deputado federal por Goiás
  • Júlio Cesar Cardoso de Brito
Pede o indiciamento de:

  • Edvaldo Cardoso de Paula, ex-presidente do Departamento de Trânsito de Goiás (Detran-GO).
  • Eliane Gonçalves Pinheiro, ex-chefe de gabinete do governador de Goiás
  • Lúcio Fiúza Gouthier, ex-assessor do governador de Goiás, Marconi Perillo
  • José Carlos Feitoza, o Zunga
  • Marcello de Oliveira Lopes, o Marcellão
  • Joaquim Gomes Thomé Neto
  • Jairo Martins de Souza
  • Rodrigo Jardim de Amaral Mello
  • José Raimundo Santos Lima
  • Marco Aurélio Bezerra da Rocha
  • Santana da Silva Gomes
  • Elias Vaz de Andrade
  • Fernando de Almeida Cunha
  • Wladimir Garcez Henrique
  • Gleyb Ferreira da Cruz
  • Geovani Pereira da Silva
  • Lenine Araújo de Souza
  • Adriano Aprígio de Souza
  • Idalberto Matias de Araújo
  • André Teixeira Jorge
  • Leide Ferreira Cruz
  • Andressa Tavares Mendonça de Moraes
  • Andrea Aprígio de Souza
  • Cláudio Dias Abreu
  • Rossini Aires Guimarães
  • Fernando Cavendish
  • Antônio Pires Perillo
  • Rubmaier ferreira de Carvalho
  • Carlos Cachoeira 
  • Wagner Relâmpago
  • Patrícia Moraes
  • João Unes
  • Carlos Antônio Nogueira, Botina
  • Policarpo Júnior ( da revista VEJA)
Exclui de acusação:

  • Agnelo Queiroz, governador do Distrito Federal
  • Wilder Pedro de Moraes, senador
  • Stepan Nercessian
E sugere mais investigações sobre:

  • Francisco Cláudio Monteiro
  • Ataídes de Oliveira
  • Sandes Júnior
  • Benedito Torres
  • Walter Paulo de Oliveira Santiago
  • Marcelo Henrique Limírio Gonçalves

Agência Senado

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Demóstenes está inelegível até fevereiro de 2027



Por 56 votos a favor, 19 contra e 5 abstenções, o plenário do Senado decidiu pela cassação do mandato do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) por quebra de decoro parlamentar.
Ele foi considerado culpado da acusação de envolvimento com o esquema de Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, atualmente preso na penitenciária da Papuda. Relatórios da Polícia Federal apontam Cachoeira como chefe de um esquema de corrupção, tráfico de influência e jogos ilegais.
Com a decisão do Senado, Demóstenes Torres ficará inelegível por oito anos contados a partir do fim do mandato (fevereiro de 2019). Assim, só poderá concorrer a um cargo político a partir das eleições de 2028.
O resultado foi anunciado pelo Senador José Sarney, 4 minutos após iniciada a votação do projeto de resolução (PRS 22/2012) que determinou a cassação do mandato do parlamentar goiano.
Na sessão, que começou por volta de 10h, o autor da representação contra o parlamentar, senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP); e os relatores do processo no Conselho de Ética, Humberto Costa (PT-PE) e na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), Pedro Taques (PDT-MT), reiteraram os argumentos pela cassação.
Também usaram a tribuna 5 senadores que condenaram o uso das prerrogativas parlamentares indevidamente e a impunidade e defenderam o fim do voto secreto em processos de cassação de mandato.
Como os líderes partidários decidiram, no início da sessão, aumentar o tempo de manifestação da defesa e da acusação, o advogado Antonio Carlos de Almeida Castro (Kakai) e Demóstenes Torres dividiram o tempo assegurado à defesa, mantendo o argumento usado pelo senador no Conselho de Ética, na CCJ e no plenário, nos últimos dias, de que o processo se baseia em escutas ilegais.
Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)