Via Gil Sá
Los Hermanos
Yo tengo tantos hermanos,
que no los puedo contar,
en el valle, la montaña,
en la pampa y en el mar.
Cada cual con sus trabajos,
con sus sueños cada cual,
con la esperanza delante,
con los recuerdos, detrás.
Yo tengo tantos hermanos,
que no los puedo contar.
Gente de mano caliente
por eso de la amistad,
con un rezo pa' rezarlo,
con un llanto pa' llorar.
Con un horizonte abierto,
que siempre está más allá,
y esa fuerza pa' buscarlo
con tesón y voluntad.
Cuando parece más cerca
es cuando se aleja más.
Yo tengo tantos hermanos,
que no los puedo contar.
Y así seguimos andando
curtidos de soledad,
nos perdemos por el mundo,
nos volvemos a encontrar.
Y así nos reconocemos
por el lejano mirar,
por las coplas que mordemos,
semillas de inmensidad.
Y así seguimos andando
curtidos de soledad,
y en nosotros nuestros muertos
pa' que naide quede atrás.
Yo tengo tantos hermanos,
que no los puedo contar,
y una novia muy hermosa,
que se llama libertad.
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sexta-feira, 17 de abril de 2015
quinta-feira, 9 de abril de 2015
Sabiá
Via Gil Sá
Carminho e António Zambujo cantam a música sabiá de Tom Jobim e Chico Buarque com arranjos de Jacques Morelenbaum no Prêmio da Música Brasileira 2013. (www.musicatuga.com)
Carminho e António Zambujo cantam a música sabiá de Tom Jobim e Chico Buarque com arranjos de Jacques Morelenbaum no Prêmio da Música Brasileira 2013. (www.musicatuga.com)
terça-feira, 12 de agosto de 2014
A Tragédia do Som
Pro Mateus, Bruno, Felipe, Alan, Roberto B. Leite, Gil Sá, Eva e Alfredo Pessoa.
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Roberto Bezerra Leite
terça-feira, 21 de maio de 2013
GIL EM CUBA
Gil Sá*
Fiquei indignado logo que voltei com a noticia de uma reportagem na Veja denegrindo os médicos cubanos e dizendo que lá a medicina é atrasada e sem atualização tecnológica.
Vivi um experiência de excelência no atendimento médico e hospitalar que descrevo abaixo:
Chico Buarque tem razão quando diz que ir a Cuba é um processo de humanização.
Uns “mojitos” a mais com boa música na noite anterior e um café da manhã às pressas me levou a uma “hipoglicemia” desencadeando uma “ fibrilação atrial” com “isquemia miocárdica”. Foi mais ou menos isso que eu entendi pelos médicos cubanos.
Isso aconteceu em plena rua da Havana Velha as
09 h de uma ensolarada manhã do dia 30 de abril.
Paramédicos chegaram em minutos após atendimento inicial de dois médicos amigos que estavam no passeio. Fui levado imediatamente para um posto de saúde (sem fila) e um atendimento de 1º mundo com médico e enfermeiros super atenciosos, com exames, eletrocardiograma e medicação específica, daí fui transferido para um Hospital para mais exames e novamente uma excelência em atendimento numa unidade de observação com equipamentos moderníssimos e a presença de 4 médicos que me acompanharam durante toda a tarde até 20h, quando me liberaram após medicação e recomendações e a segurança de que eu estava bem.
Não foi preciso nem o cartão seguro saúde. Lamento o susto dado aos amigos o que deixou os médicos cubanos impressionados com a solidariedade do grupo de mais 20 amigos que estavam no passeio.
Agradeço a todos o apoio solidário e a certeza de que voltamos de Cuba mais humanizados com tudo que vimos, sentimos e aprendemos
Fiquei indignado logo que voltei com a noticia de uma reportagem na Veja denegrindo os médicos cubanos e dizendo que lá a medicina é atrasada e sem atualização tecnológica.
Vivi um experiência de excelência no atendimento médico e hospitalar que descrevo abaixo:
![]() |
| Havana Velha |
Chico Buarque tem razão quando diz que ir a Cuba é um processo de humanização.
Uns “mojitos” a mais com boa música na noite anterior e um café da manhã às pressas me levou a uma “hipoglicemia” desencadeando uma “ fibrilação atrial” com “isquemia miocárdica”. Foi mais ou menos isso que eu entendi pelos médicos cubanos.
Isso aconteceu em plena rua da Havana Velha as
09 h de uma ensolarada manhã do dia 30 de abril.
Paramédicos chegaram em minutos após atendimento inicial de dois médicos amigos que estavam no passeio. Fui levado imediatamente para um posto de saúde (sem fila) e um atendimento de 1º mundo com médico e enfermeiros super atenciosos, com exames, eletrocardiograma e medicação específica, daí fui transferido para um Hospital para mais exames e novamente uma excelência em atendimento numa unidade de observação com equipamentos moderníssimos e a presença de 4 médicos que me acompanharam durante toda a tarde até 20h, quando me liberaram após medicação e recomendações e a segurança de que eu estava bem.
Não foi preciso nem o cartão seguro saúde. Lamento o susto dado aos amigos o que deixou os médicos cubanos impressionados com a solidariedade do grupo de mais 20 amigos que estavam no passeio.
Agradeço a todos o apoio solidário e a certeza de que voltamos de Cuba mais humanizados com tudo que vimos, sentimos e aprendemos
*Gil Sá esteve em Cuba no período de 23 de abril a 4 de maio de 2013.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
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