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quinta-feira, 8 de novembro de 2018

MÚSICA, COMIDA E BEBIDA (4)

O Diumtudo "está fazendo" uma nova enquete com amigxs que gostam de bebida, comida e música. 


São quatro categorias:

  • Bar, Botequim 
  • Local de boa comida
  • Local para beber, comer nas altas horas
  • Local com boa música
Mateus Perdigão


Mateus Perdigão - Carnavalesco, músico, sociólogo, boêmio, torcedor do tricolor de aço.




Indica:

Bar - ALPENDRE

Comida - 100 PETISCOS
Altas horas - BRAZÃO
Música - SERPENTINA


Serviço:

  • Alpendre - rua Torres Câmara, 181 - Aldeota Fortaleza Ce
  • 100 Petiscos - Rua República do Líbano - 1080 Varjota - Fortaleza Ce
  • Brazão - Rua João Cordeiro 43, Praia de Iracema - Fortaleza Ce
  • Serpentina Bar e Cultura - Av. Heraclito Graça, 760 - Centro - Fortaleza Ce

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Nosso Barzinho ou Bar do Barbudo

Por Mateus Perdigão

Mateus Perdigão
Escrever sobre bar é difícil pois cada um tem sua particularidade: tira-gostos, bebidas, ambientes, músicas, códigos de conduta, dentre outras, para as mais diversas situações. Escrever sobre o de sua preferência o é ainda mais, pois são expostas questões subjetivas e visões de mundo.

Por me considerar notívago e boêmio (não para alguns desavisados e implicantes), gosto de bares que ficam aberto até altas horas da madrugada ou mesmo até de manhã. 

Dessa forma, dentre os que costumo frequentar, acabei escolhendo o “Nosso Barzinho”, ou “Bar do Barbudo”, como é mais conhecido por algumas pessoas, como o melhor "Bebida e comida nas altas horas" para o Diumtudo.

Sou da teoria de que não se escolhe, adota-se um bar. Assim, as memórias – quando se consegue lembrar de algo depois de uma noitada - constroem-se também com o local, não só com as pessoas que lhe acompanham na bebida. Sem mais teorizações de mesa de botequim, vamos ao local em si:

O bar é simples, um "botequim." A cerveja costuma ser bem gelada e servida em copo americano. Skol ou Antarctica são sempre as primeiras opções oferecidas pelo dono do estabelecimento, que carrega um sotaque pernambucano.
(Um detalhe importante a salientar é que o preço da cerveja é cobrado em "bandeira 2" depois das duas da manhã.) Nada muito abusivo nem fora do normal, serve mais para aumentar o folclore em torno do estabelecimento.

Dono e garçom, sujeito simpático e de conversa agradável, o Falcon – ou Barbudo – é responsável por tudo que acontece no bar, desde o recebimento das mercadorias, compras no mercado, preparação dos tira-gostos, atendimento aos clientes e até a segurança.

Os tira-gostos são variados mas eu não poderia fazer um detalhamento do cardápio pois, apesar de frequentar bastante o bar, provei poucas opções. O motivo disso é a insistência em uma delas: o queijo assado. Preparado na brasa ou num forninho elétrico que fica escondido atrás do balcão do bar, é um dos melhores queijos assados que comi na minha vida. Alguns podem até considerar exagero esta afirmação, mas tenho respaldo de muitos que passaram por lá. Sei também que, além do queijo assado, há também churrasquinho, feijão verde e camarão ao alho e óleo.

O bar possui um televisor com aparelho de DVD, responsável pelo “entretenimento” do local. DVDs de Jorge Aragão e O Som do Barzinho são os mais comuns. Apesar disso, não são poucas vezes que vemos grupos com violão cantando pela madrugada.

Às vezes, o único inconveniente do local é a demora na entrega na conta. Nada muito grave, apenas temos que pedir mais de uma vez para lembrar o dono de que precisamos ir embora.

Quando da escolha, o bar costumava ficar aberto até o último cliente ir embora.*  Ultimamente, as coisas têm mudado. De acordo com próprio dono, a violência na cidade e a insistência de sua esposa fizeram com que o fechasse mais cedo algumas vezes. No entanto, das vezes que eu fui, continuei sendo o último a ir embora e na hora que eu quis.

* Nota da redação - Caro(a) leitor(a) considere um "certo atraso" na entrega do texto pelo autor.

Serviço:

Bar do Barbudo 
Rua Lauro Maia quase esquina com Rua Abaiara - Fátima - Fortaleza Ce

domingo, 8 de julho de 2012

O BAR DOS SONHOS

Por Aldir Blanc


Meu amigo Fefê, filho do grande Isaac (várias vezes detentor do galardão “Mãe do Ano”), está no ramo de bares. Fechava as contas do Portão Vermelho com a mulher Lina, quando uma ideia genial o deixou paralisado. 

Deu uma golada na Boazinha para se refazer e explicou o plano:
— Lina, vamos ficar ricos. Vou abrir outro bar.
— Você está maluco?
— Não.Vai se chamar Ao Bar e Não Bebi.
— ???
— Imagine aquele sujeito que sai domingo de manhã para comprar o frango de padaria e volta na segunda,só com uma asa estragada. O pau come.

Pois, com meu novo bar, essas crises conjugais acabarão.

— Fê, devo chamar o médico?
— Centenas de biriteiros voltarão para o lar triscados. A patroa: “Onde você esteve?” O cara: “Fui Ao Bar e Não Bebi.”

Ora, vai ser chamado de mentiroso, pulha, canalha, alcoólatra, até a prova definitiva: “Você jura pela vida de nossos filhos?” E o bebum, solene: “Juro pela vida de nossos filhos, e pode botar a de mamãe nisso, que fui Ao Bar e Não Bebi.”

Querido Fê, os atletas do copo agradecem!

quarta-feira, 16 de maio de 2012

É assim que eu vejo... A Toca do Plácido

Toca do Plácido
Por Ethel de Paula


A Toca do Placido é um bar de calçada e de dentro de casa. 
Tudo em um só espaço físico. 

Quem entra experimenta um ambiente intimista, à meia luz, com eventuais velas acesas, uma quase penumbra para rodas, pares, brindes ou conversas mais reservadas. Mas o quintal da pequena casa do bairro Joaquim Távora também pode ser visto como o depositário das experimentações estéticas e arquitetônicas do dono, Marcelo Costa.

Para começar, pisamos em um chão de pedregulhos e à nossa volta, inusitadamente casados, temos alguns móveis rústicos e outros antigos, dialogando com uma coleção incontável de objetos e penduricalhos que beiram o kitsch. Mais ao lado, um pequeno recanto verde, que também é de coelhos, tartarugas e aves criadas soltas. 

Tudo envolto por um manto sonoro que vem dos vinis.

O som de dentro é o mesmo de fora, mas o clima é o inverso: mesas quase se beijando de tão próximas e tudo muito às claras porque a ordem ali é ver e ser visto, já que a rua vira passarela e alternativa para quem quer beber e conversar mas não conseguiu assento. 

No cardápio, chamariz é o que não falta: cerveja litrão a preço honesto, drinks diferenciados e que seduzem pela aparência, comidinhas de boteco de dar água na boca. 

Vale se entocar.

Toca do Plácido – Rua Fiscal Vieira com Rua Castro Alves, s/n – Joaquim Távora. Perto da Soriano Albuquerque. De terça a sábado, das 18h até o último cliente. Não aceita cartão.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Uma Skol no Lions

Por Marcus Vinicius


Uma tarde no centro de Fortaleza. Um bar,o lions. Praça dos Leões. Um dos melhores lugares pra se tomar uma cervejinha. 


As fotos abaixo são cenas da praça captadas durante a degustação de uma Skol. Vale salientar que as fotos foram "tiradas" da mesa e da cadeira em que eu estava sentado.













































Bar Lions - Praça dos Leões, na rua General Bizerril por trás do Museu do Ceará.

Carregando os bares nos peitos (3)


domingo, 20 de março de 2011

Nora Ney - 20 de março de 1922



Bar da Noite (Bidu Reis e Haroldo Barbosa)
Garçon 
Apague esta luz 
Que eu quero ficar sozinha
Garçon me deixe comigo
Que a mágoa que eu tenho é minha
Quantos estão pelas mewsas 
Bebendo tristezas querendo ocultar
O que se afoga no copo 
Renasce na alma desponta no molhar
Garçon se o telefone bater e se for pra mim
Garçon repita pra ele que eu sou mais feliz assim
Você sabe bem que é mentira
Mentira noturna de bar
Bar tristonho sindicato
De sócios na mesma dor
Bar que é um refugio barato 
Dos fracassados no amor 

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

“no dia em que acabar o botequim, também se acaba o casamento!”

Exclusivo para o DIUMTUDO.

Wine Economics? 

Pois é, para provar que os economistas não fazem só coisa chata apareceu um campo de pesquisa inteirinho consagrado ao vinho e seus parentes etílicos, com direito a periódico científico, congressos acadêmicos e tudo o mais. 

E na última edição do principal encontro da área uma dupla de pesquisadores belgas apresentou um trabalho ao mesmo tempo polêmico e capaz de despertar o interesse de quase todo mundo.

Mara Squicciarini e Jo Swinnen (uma mulher e um homem, pra evitar confusão) foram pioneiros em mostrar que existe um forte relacionamento entre o consumo de álcool e a propensão das pessoas à monogamia.

E se você pensa que não vai aí nenhuma novidade, a julgar por aquele seu tio constrangedor que fica todo assanhado depois da terceira dose, pense de novo porque o caso é bem ao contrário.

Os belgas revelam que nas sociedades monogâmicas bebe-se muito MAIS do que nas poligâmicas, nas quais frequentemente predomina a abstinência (pense nos muçulmanos e mórmons)! 

Neste ponto, vale abrir um parêntese: o termo “poligamia” se aplica quando tanto homens quanto mulheres podem se relacionar com múltiplos parceiros, mas os autores só encontraram em sua pesquisa histórica casos (e muitos deles) de “poliginia”, quando o homem pode desposar várias mulheres, mas não o contrário. 

O vice-versa seria a “poliandria”, que nunca esteve na moda – fica aí a ideia...


O estudo é organizado em duas frentes. Na primeira, Mara e Jo compilam dados coletados por antropólogos e historiadores sobre dezenas de sociedades espalhadas pelos quatro cantos da terra. Estes dados têm duas características principais: referem-se ao período anterior à chegada dos europeus às Américas e envolvem sociedades que entre si tinham pouco ou nenhum contato, para evitar poluições nas análises. 

Entre elas, aliás, estão os brasileiríssimos Tupinambás. 

Depois, usando uma porção de estatística, eles cruzam as informações sobre consumo de bebidas alcoólicas e sobre o comportamento sexual dos vários povos. O resultado é bem claro: quanto maior a bebedeira, mais estes povos se aproximavam da pura monogamia.

E quanto mais sóbrios, mais propensos eles eram à prática da poliginia. 

Na segunda frente, os economistas fazem uma análise historiográfica para mostrar que o crescimento do consumo de bebidas e o declínio da poliginia no mundo caminharam juntinhos. E pra quem acha que os homens estão cada vez mais safados, pode ser útil a informação de que a poliginia, seja formal ou como prática socialmente aceita, só saiu de moda depois da Revolução Industrial, por coincidência na mesma época em que os botequins se popularizaram mundo afora como nunca antes.

Isso quer dizer que a bebida ajuda as pessoas a serem monogâmicas – ou que a monogamia estimula as pessoas a ficarem bêbadas? Claro que não, bradaria um acadêmico chato (inclusive exaltado se já tivesse sorvido um Casillero del Diablo)!

Qualquer alfabetizado científico sabe que correlação e causalidade são coisas mui diferentes e por isso os pesquisadores não ousaram atribuir uma interpretação de causa-e-efeito aos resultados reportados. 

Na verdade, ninguém sabe – ainda – as razões por trás desta curiosa correlação, mas as hipóteses levantadas no paper são várias, principalmente baseadas nas características sócio-econômicas das comunidades. Por exemplo, é possível que nas sociedades mais pobres e primitivas as pessoas sejam mais propensas a beber para esquecer suas mazelas e ao mesmo tempo os homens precisam se conformar à monogamia porque não poderiam manter famílias muito grandes.

Sabe-se lá, mas é certo que a estória pode ser bem diferente. Que o diga meu infame companheiro de botequim conhecido como S. Bocão – suposto primo do famoso J. Canalha, ícone dos botequins cariocas. 

Sem dar a mínima para convenções e pudores científicos (ou de qualquer outro tipo), Bocão levantou a lebre: “é a monogamia que causa a bebedeira, afinal, só resta ao marido afogar as mágoas!”. Descarado, ainda arrematou: “no dia em que acabar o botequim, também se acaba o casamento!”. Por via das dúvidas, que tal dar uma colher de chá para @ companheir@ quando el@ suplicar “deixa mais uma meia horinha, só para a saideira”?

Carlinhos K. Cimba*

* pseudônimo de um estudioso do assunto que aqui e acolá toma umas biritas.

O original do trabalho no seguinte endereço: http://www.wine-economics.org/workingpapers/AAWE_WP75.pdf

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Carregando os bares nos peitos (2)


O bar do Chaguinha fará 55 anos no dia dois de fevereiro de 2011. É um ícone da resistência numa Fortaleza novidadeira.
Fica no Benfica-Gentilândia 
Rua Padre Francisco Pinto, 144 -  Fortaleza - Ceará

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Badudé - Fortaleza

Badudé

R. Fonseca Lobo, 100 - Aldeota Fortaleza CE 
Tel: (85) 2672-785

Ontem fui ver e ouvir "Roberto Carlos". Não foi em um navio, com direito a tudo grátis, quando tudo já foi pago.

"Roberto" se apresenta as quintas-feiras, no Badudé, que fica na Fonseca Lobo, 100 - Aldeota - Fortaleza. 
Ele continua arrasando e o público fiel, de meia idade, garantiu o clima. 


Só um deslize."Roberto" ontem cantou Borbulhas de Amor, (de Juan Luís Guerra - em versão de Ferreira Gullar e sucesso de Fagner. 
Aliás, o longevo poeta maranhense foi um dos articuladores de um manifesto pró candidato derrotado nas últimas eleições presidenciais.

Quanto ao bar, boa caipirinha, uísque bem servido e um fígado acebolado excelente.

Só um reparo.
O atendimento foi de regular a ruim. Talvez porque eu não tenha sido atendido pelo recordista da formula um "Shumacher"
É no Babudé tem "Roberto Carlos" cantando e tem "Shumacher" atendendo.
É um boteco é de responsa, apesar do atendimento.
Vale a pena conferir.

domingo, 22 de agosto de 2010

Bar do Chaguinha

Sexta-feira, 20 de agosto de 2010. Benfica, Fortaleza, Ceará.
É um bar que existe há 54 anos. Bar do Chaguinha. Memória de uma cidade que pouco dá valor à memória. Pois na dita sexta vi - uma moça daqueles clones: cabelos longos, short jeans e sapato de salto alto. Eu vi no bar do Chaguinha.
É o fim do mundo, são as mudanças climáticas segundo minha Lia Rubra.

sábado, 31 de julho de 2010

DONA CHICA - por Lia Rubra




Da colaboradora do Blog;

ONTEM CONHECI UM NOVO BAR RESTAURANTE NO PÓLO CULTURAL DO BENFICA.
TRATA-SE DO "DONA CHICA".
O ESPAÇO É BEM LEGAL. CASA ANTIGA, PÉ DIREITO ALTÍSSIMO, TELHADO DE BARRO E UMA DECORAÇÃO RÚSTICA QUE FICOU BONITA E ACOLHEDORA.
DE DIA, O LOCAL FUNCIONA COMO SELF SERVICE (BOAS SALADAS E PREÇOS MÉDIOS).
DE NOITE, SOPAS E COMIDINHAS À LA CARTE, COM MÚSICA AO VIVO ÀS SEXTAS FEIRAS.
BONS MÚSICOS MAS, A QUALIDADE DO SOM FICOU A DEVER.
FICA NA AV. DA UNIVERSIDADE, PRÓXIMO A FACULDADE DE ECONOMIA, EM FORTALEZA.
VALE CONHECER!

LIA RUBRA.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

BOTECO PRAIA - FORTALEZA



BOTECO PRAIA - FORTALEZA

Um novo Boteco, que de "buteco" só tem a marca. É uma filial do Boteco da Antonio Sales, fica na esquina da av.Rui Barbosa com a av.Beira-mar. No local várias tentativas mal sucedidas como o Bom de Vera, Beijupirá, La casa – mas,como sentenciou Lia Rubra - “agora este lugar vai pegar”. Tomara. O bar/restaurante tem bons tira-gostos (que os modernos chamam de petiscos) e um excelente chope (coisa rara em Fortaleza).Dentre os bons tira-gostos – codorna assada, cauda de lagosta na brasa, caldo de feijão e a excelente paella de bode.
Um belo por do sol, chope e bom papo (aquilo que chamam de Happy Hour) é uma boa pedida. O bar/restaurante abre as 16 horas diariamente.

Como não poderia faltar, o Júnior se faz presente. Júnior prá quem não sabe é o tal que inventa novidades gastronômicas a partir de pratos clássicos, coisas como pizza de frutas, Panetone de Chocolate e outras cositas mais (d'après Márcio Alemão). Aqui Júnior ataca de Feijoada com frutos do mar feita com feijão branco. Longa vida a tal novidade.
O Bar/restaurante apresenta alguns problemas:– não tem como estacionar próximo pois as avenidas que o cercam, não permitem estacionamento. Mas, é oferecido um estacionamento com manobrista a R$ 7,00 (sete reais).
-O outro grande problema é a estratégia de venda que oferece na bandeja tira-gostos e empurra chope nas mesas a cada dois minuto, é um saco. Temos que a cada dois minutos dizer -não, obrigado. pois ninguém aguenta comer ou beber tudo que é oferecido. São de 30 a 40 -não obrigado por hora de permanência no bar.
Mesmo assim num fim de tarde, vai bem um chope gelado no Boteco Praia em Fortaleza.