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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Comida, Bebida e Música em Fortaleza, segundo o Diumtudo (2)

O  Diumtudo fez uma enquete com amigos(as) que gostam de bebida, comida e música. Foram quatro as categorias: 1. Bar, Botequim, 2. Local de boa comida, 3. Local para beber, comer nas altas horas e 4. Local com boa música.





Os Bares indicados:

  • Alpendre - Rua Torres Câmara, 172 - Aldeota 
  • Bar do Arlindo - Rua Carlos Gomes, 83 - Fátima 
  • Bar do Chaguinha - Rua Pe Francisco Pinto - 145 - Benfica
  • Bar do Ciço - Rua Pe Quinderé, 165 - Aldeota
  • Bar do Ciron - Rua D. Sebastião Leme, 562 - Fátima
  • Bar do Helano - Rua Carlos Vasconcelos, 2310-Joaquim Távora
  • Bar do Marcão - Rua Pe Francisco Pinto - 155 - Benfica
  • Bar do vinil - Av. Osório de Paiva, 13 - Parangaba
  • Boteco - Av. Antonio Sales, 3177 - Dionisio Torres
  • Calçada da Lúcia - Rua Pe Francisco Pinto - em frente aos bares do Chaguinha e Marcão - Benfica.
  • Dona Chica - Av. Universidade, 2475 - Benfica
  • Entre Amigos - Rua Professor Dias da Rocha, 811 - Aldeota
  • Flórida - Rua D. Joaquim, 68 - Praia de Iracema
  • K-Bar - Av. Bezerra de Menezes, 268 - Otávio Bonfim
  • Marcão das Ostras - Rua Prof. Carvalho, 2901- Joaquim Távora
  • Severina - Rua Frei Monsueto, 1167 - Varjota
  • Suvaco de Cobra - Av. Gomes de Matos, 406 - Montese
  • Zug Choperia - Rua Professor Dias da Rocha, 579 - Aldeota
Algumas curiosidades:
  • Num raio de 4 metros são indicados três bares: Bar do Chaguinha, bar do Marcão e a Calçada da Lúcia - todos no Benfica.
  • Em ruas com nomes de religiosos - respectivamente os Padres (Francisco Pinto e Quinderé), os Bispos (Sebastião Leme e Joaquim) e o Frei (Monsueto) encontram-se os bares do Chaguinha, Marcão, da Lúcia, do Ciço,  do Ciron, o Flórida e o Severina.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Comida, Bebida e Música - 29

O  Diumtudo "está fazendo" uma enquete com amigos(as) que gostam de bebida, comida e música. São quatro categorias:





  • Bar, Botequim 
  • Local de boa Comida
  • Local para beber, comer nas altas horas
  • Local com boa música



Indicações de André Araújo, Jornalista, Promotor e meio boêmio.
  • Bar - Entre Amigos
  • Comida - Restaurante Marcel
  • Altas horas -  Boteco
  • Música - Zug Choperia
Serviço:
Bar Entre Amigos -  Rua Prof. Dias da Rocha, 811 - Aldeota - Fortaleza Ce
Marcel - Rua Barão de Aracati, 50 - Praia de Iracema- Fortaleza Ce
Boteco - Av Antonio Sales, 3177 - Dionísio Torres  - Fortaleza - Ce
Zug Choperia - Rua Prof. Dias da Rocha, 579 -  Meireles -  Fortaleza Ce

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Comida, Bebida e Música - 11

O  Diumtudo "está fazendo" uma enquete com amigos(as) que gostam de bebida, comida e música. São quatro categorias:



  • Bar, Botequim 
  • Local de boa Comida
  • Local para beber, comer nas altas horas
  • Local com boa música

Indicações de Alfredo Pessoa, Professor universitário, músico, economista e meio boêmio.
  • Bar - Boteco (sem música)
  • Comida - D'Abelle Bistrô
  • Altas horas - Tocantins
  • Música - Buoni Amici's

Serviço:
Tocantins - Av. Abolição, 3210 - Meireles  - Fortaleza Ce
Buoni amici's - Rua Dragão do Mar, 80 - P. Iracema - Fortaleza Ce
Boteco - Av Antonio Sales, 3177 - Dionísio Torres Fortaleza Ce
D'Abele - Rua Antonio Augusto, 799 - Meireles - Fortaleza Ce 

terça-feira, 17 de maio de 2011

Comida, Bebida e Música - 5

O Diumtudo "está fazendo" uma enquete com amigos(as) que gostam de bebida, comida e música. São quatro categorias:

  • Bar, Botequim 
  • Local de boa Comida
  • Local para beber, comer nas altas horas
  • Local com boa música

Indicações de Bruno Perdigão, Estudante de Arquitetura,  músico, carnavalesco e boêmio.
  • Bar - Boteco ( da Av. Antonio Sales - sábados a tarde)
  • Comida - Restaurante Tilápia
  • Altas horas - Nosso Barzinho (Apelidado de Bar do Barbudo)
  • Música -  Bar do Chaguinha ( Sexta à noite)

Serviço:
Boteco - Av. Antonio Sales, 3177 - Dionísio Torres - Fortaleza Ce
Restaurante Tilápia - Rua Vicente Leite, 1131 - Aldeota - Fortaleza Ce
Bar do Chaguinha - Rua Padre Francisco Pinto 144 - Benfica - Fortaleza Ce
Nosso Barzinho - Rua Lauro Maia - em frente a Fetraece - Fortaleza - Ce.

domingo, 20 de março de 2011

Bar ruim é lindo, bicho. - de Antonio Prata

Eu sou meio intelectual, meio de esquerda, por isso freqüento bares meio ruins. Não sei se você sabe, mas nós, meio intelectuais, meio de esquerda, nos julgamos a vanguarda do proletariado, há mais de cento e cinqüenta anos. (Deve ter alguma coisa de errado com uma vanguarda de mais de cento e cinqüenta anos, mas tudo bem.)

No bar ruim que ando freqüentando ultimamente o proletariado atende por Betão – é o garçom, que cumprimento com um tapinha nas costas, acreditando resolver aí quinhentos anos de história.

Nós, meio intelectuais, meio de esquerda, adoramos ficar “amigos” do garçom, com quem falamos sobre futebol enquanto nossos amigos não chegam para falarmos de literatura.

– Ô Betão, traz mais uma pra a gente – eu digo, com os cotovelos apoiados na mesa bamba de lata, e me sinto parte dessa coisa linda que é o Brasil.

Nós, meio intelectuais, meio de esquerda, adoramos fazer parte dessa coisa linda que é o Brasil, por isso vamos a bares ruins, que têm mais a cara do Brasil que os bares bons, onde se serve petit gâteau e não tem frango à passarinho ou carne-de-sol com macaxeira, que são os pratos tradicionais da nossa cozinha. Se bem que nós, meio intelectuais, meio de esquerda, quando convidamos uma moça para sair pela primeira vez, atacamos mais de petit gâteau do que de frango à passarinho, porque a gente gosta do Brasil e tal, mas na hora do vamos ver uma europazinha bem que ajuda.

Nós, meio intelectuais, meio de esquerda, gostamos do Brasil, mas muito bem diagramado. Não é qualquer Brasil. Assim como não é qualquer bar ruim. Tem que ser um bar ruim autêntico, um boteco, com mesa de lata, copo americano e, se tiver porção de carne-de-sol, uma lágrima imediatamente desponta em nossos olhos, meio de canto, meio escondida. Quando um de nós, meio intelectual, meio de esquerda, descobre um novo bar ruim que nenhum outro meio intelectuais, meio de esquerda, freqüenta, não nos contemos: ligamos pra turma inteira de meio intelectuais, meio de esquerda e decretamos que aquele lá é o nosso novo bar ruim.

O problema é que aos poucos o bar ruim vai se tornando cult, vai sendo freqüentado por vários meio intelectuais, meio de esquerda e universitárias mais ou menos gostosas. Até que uma hora sai na Vejinha como ponto freqüentado por artistas, cineastas e universitários e, um belo dia, a gente chega no bar ruim e tá cheio de gente que não é nem meio intelectual nem meio de esquerda e foi lá para ver se tem mesmo artistas, cineastas e, principalmente, universitárias mais ou menos gostosas. Aí a gente diz: eu gostava disso aqui antes, quando só vinha a minha turma de meio intelectuais, meio de esquerda, as universitárias mais ou menos gostosas e uns velhos bêbados que jogavam dominó. Porque nós, meio intelectuais, meio de esquerda, adoramos dizer que freqüentávamos o bar antes de ele ficar famoso, íamos a tal praia antes de ela encher de gente, ouvíamos a banda antes de tocar na MTV. Nós gostamos dos pobres que estavam na praia antes, uns pobres que sabem subir em coqueiro e usam sandália de couro, isso a gente acha lindo, mas a gente detesta os pobres que chegam depois, de Chevette e chinelo Rider. Esse pobre não, a gente gosta do pobre autêntico, do Brasil autêntico. E a gente abomina a Vejinha, abomina mesmo, acima de tudo.

Os donos dos bares ruins que a gente freqüenta se dividem em dois tipos: os que entendem a gente e os que não entendem. Os que entendem percebem qual é a nossa, mantêm o bar autenticamente ruim, chamam uns primos do cunhado para tocar samba de roda toda sexta-feira, introduzem bolinho de bacalhau no cardápio e aumentam cinqüenta por cento o preço de tudo. (Eles sacam que nós, meio intelectuais, meio de esquerda, somos meio bem de vida e nos dispomos a pagar caro por aquilo que tem cara de barato). Os donos que não entendem qual é a nossa, diante da invasão, trocam as mesas de lata por umas de fórmica imitando mármore, azulejam a parede e põem um som estéreo tocandoreggae. Aí eles se dão mal, porque a gente odeia isso, a gente gosta, como já disse algumas vezes, é daquela coisa autêntica, tão Brasil, tão raiz.

Não pense que é fácil ser meio intelectual, meio de esquerda em nosso país. A cada dia está mais difícil encontrar bares ruins do jeito que a gente gosta, os pobres estão todos de chinelos Rider e a Vejinha sempre alerta, pronta para encher nossos bares ruins de gente jovem e bonita e a difundir o petit gâteau pelos quatro cantos do globo. Para desespero dos meio intelectuais, meio de esquerda que, como eu, por questões ideológicas, preferem frango à passarinho e carne-de-sol com macaxeira (que é a mesma coisa que mandioca, mas é como se diz lá no Nordeste, e nós, meio intelectuais, meio de esquerda, achamos que o Nordeste é muito mais autêntico que o Sudeste e preferimos esse termo, macaxeira, que é bem mais assim Câmara Cascudo, saca?).

– Ô Betão, vê uma cachaça aqui pra mim. De Salinas quais que tem?


do livro As Cem Melhores Crônicas Brasileiras,ed Objetiva e  organizado por Joaquim Ferreira dos Santos. 

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Badudé - Fortaleza

Badudé

R. Fonseca Lobo, 100 - Aldeota Fortaleza CE 
Tel: (85) 2672-785

Ontem fui ver e ouvir "Roberto Carlos". Não foi em um navio, com direito a tudo grátis, quando tudo já foi pago.

"Roberto" se apresenta as quintas-feiras, no Badudé, que fica na Fonseca Lobo, 100 - Aldeota - Fortaleza. 
Ele continua arrasando e o público fiel, de meia idade, garantiu o clima. 


Só um deslize."Roberto" ontem cantou Borbulhas de Amor, (de Juan Luís Guerra - em versão de Ferreira Gullar e sucesso de Fagner. 
Aliás, o longevo poeta maranhense foi um dos articuladores de um manifesto pró candidato derrotado nas últimas eleições presidenciais.

Quanto ao bar, boa caipirinha, uísque bem servido e um fígado acebolado excelente.

Só um reparo.
O atendimento foi de regular a ruim. Talvez porque eu não tenha sido atendido pelo recordista da formula um "Shumacher"
É no Babudé tem "Roberto Carlos" cantando e tem "Shumacher" atendendo.
É um boteco é de responsa, apesar do atendimento.
Vale a pena conferir.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

De Botecos em butecos

"Le Buteque bistrô"

Esse é em São Paulo e se define como "Um boteco francês, um bistrô brasileiro." Fica na rua Haddock Loobo, 1416 a - Jardins - São Paulo. Como se vê um boteco só no nome.  http://www.lebuteque.com.br/ 

"O Boteco" 


Esse é em Fortaleza, que também de buteco só tem a marca. É o original, o da av. Antonio Sales. Estive lá num sábado a tarde, beber um bom chope e ouvir o samba do boteco. A novidade é que parece que após a inauguração do boteco praia os "bicudos" mudaram pra lá.
Então aquele pessoal que gosta de um bom chope, um bom samba e que pode pagar o preço - O Boteco voltou a ser "frenquentável."

"O CHAGUINHA"

Agora se queres um buteco de "prima" esta é a opção. Nas sextas (noite ) e sábado (manhã/tarde). Cerveja no preço, boa comida, boa música, boa companhia. Óbvio que O Chaguinha, não é pra qualquer um(a), portanto...  Fica no pólo cultural do Benfica.