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quarta-feira, 1 de novembro de 2017
segunda-feira, 28 de agosto de 2017
terça-feira, 21 de outubro de 2014
A História de Lily Braun
Via Aldir Brasil
Artistas: Grupo PianOrquestra e Teresa Cristina
Música: A História de Lily Braun (Chico Buarque e Edu Lobo)
Aqui o DVD - http://claudiodauelsberg.com.br/loja/
Artistas: Grupo PianOrquestra e Teresa Cristina
Música: A História de Lily Braun (Chico Buarque e Edu Lobo)
Aqui o DVD - http://claudiodauelsberg.com.br/loja/
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Edu Lobo - 29 de agosto de 1943
Por Marcus Vinicius
Para Eva Caldas, fã número um de Edu Lobo.
TEMPO PRESENTE
(Edu Lobo e Joyce)
Tanto tempo te amei
Tanta chance te dei pra me usar
Tanto te desculpei
Tanto te acostumei a brincar
Quantos anos perdi
Envelheci de amor
E você não mudou
Nunca parou pra pensar
Sempre eu tinha razão
Sempre eu era quem não pode errar
E quem sempre está certo
É o primeiro por certo a cansar
Mas agora as águas vão rolar
E você vai chamar
Vai pedir, procurar
Quando não me encontrar por aqui.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
O inseguro e o cara
Por Marcus Vinicius
Há tempos, na primeira quinzena de dezembro, a grande novidade e espera era o lançamento do LP/Cd do Roberto Carlos. Isso antes de "faces", redes sociais e outras novidades já antigas. E aí, tome Roberto em tudo que é canto.
Falavam até, que neste período, os perus ficavam tensos e ansiosos, pois era o anúncio da morte, já que perus morrem pouco antes do Natal.
Fazia tempo que não tínhamos uma música do Roberto Carlos, troando no fim do ano. Este ano tem. É "Esse cara sou eu". E fala de um cara afirmativo, seguro.
Dos vídeos abaixo, um é de uma música do Edu e Chico, onde o cara diz "Este não sou eu", "Não pode ser eu", "Eu nunca fui ninguém". O outro é "Esse cara sou eu!"
Noite de Verão (Chico Buarque e Edu Lobo)
Este não sou eu
Meus lábios nos seus lábios não são meus
O meu olho no seu olho no meu olho no seu
Duvida do que vê
Deve ser um rei
Deve ser um deus
O homem que possui você
Não pode ser eu
Você fala meu nome, quem sou eu?
Você fala meu homem, sim,
Meu homem, sim, mas qual?
Eu nunca fui ninguém
Deve ser demais
Deve ser o tal
O homem que lhe faz tão bem
Sonho de Mulher
Em noite de verão
Por que é que você veio me perder
Quer se divertir
fingindo me adorar
Ou fingir se enganar
Me amando pra valer
Beije-me outro beijo uma outra vez
Que importa se estes beijos não são meus
Que eu só tenho esta noite de favor
Nos braços de uma atriz
Este não sou eu
Este é um impostor
Que pobre de amor se diz
Deve ser um rei
Deve ser um Deus
Como deve ser feliz
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Zambi - Edu Lobo e Gianfrancesco Guanieri
Zambi (Edu Lobo e Gianfrancesco Guarnieri)
É Zambi no açoite, ei, ei, é Zambi
É Zambi tui, tui, tui, tui, é Zambi
É Zambi na noite, ei, ei, é Zambi
É Zambi tui, tui, tui, tui, é Zambi
Chega de sofrer, ei!
Zambi gritou
Sangue a correr
É a mesma cor
É o mesmo adeus
É a mesma dor
É Zambi se armando, ei, ei, é Zambi
É Zambi tui, tui, tui, tui, é Zambi
É Zambi lutando, ei, ei, é Zambi
É Zambi tui, tui, tui, tui, é Zambi
Chega de viver, ê
Na escravidão
É o mesmo céu
O mesmo chão
O mesmo amor
Mesma paixão
Ganga-zumba, ei, ei, ei, vai fugir
Vai lutar, tui, tui, tui, tui, com Zambi
E Zambi, gritou ei, ei, meu irmão
Mesmo céu, tui, tui, tui, tui
Mesmo chão
Vem filho meu
Meu capitão
Ganga-zumba
Liberdade
Liberdade
Liberdade
Vem meu filho
É Zambi morrendo, ei, ei, é Zambi
É Zambi, tui, tui, tui, tui, é Zambi
Ganga Zumba, ei, ei, ei, vem aí
Ganga Zumba, tui, tui, tui, é Zambi
domingo, 18 de novembro de 2012
Euterpe e Baco (5) - Edu Lobo por Eva Caldas
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Candeias - Edu Lobo e Capinan
MPB-4 canta Candeias de Edu Lobo e Capinan
Candeias(Edu Lobo e Capinan)
Ainda hoje vou-me embora pra Candeias
Ainda hoje meu amor eu vou voltar
Da terra nova nem saudades vou levando
Pelo contrário, pouca história pra contar
Ainda hoje meu amor eu vou voltar
Da terra nova nem saudades vou levando
Pelo contrário, pouca história pra contar
Quero ver a lua vindo por detrás da samambaia
Rede de palha se abrindo
Em cada palmo de praia
Quero ver a lua branca clareando como um dia
E nos seus olhos de espanto
Tudo quanto eu mais queria
Rede de palha se abrindo
Em cada palmo de praia
Quero ver a lua branca clareando como um dia
E nos seus olhos de espanto
Tudo quanto eu mais queria
Ainda hoje vou me embora pra Candeias
Ainda hoje meu amor eu vou voltar
Da terra nova nem saudades vou levando
Pelo contrário, pouca história pra contar
Ainda hoje meu amor eu vou voltar
Da terra nova nem saudades vou levando
Pelo contrário, pouca história pra contar
E nas sombras lá de longe, lá onde o céu principia
Quero ver mestre proeiro no remo e na valentia
Procissão de velas brancas no sentido da Bahia
Procissão de velas brancas no sentido da Bahia
Da Bahia.
Quero ver mestre proeiro no remo e na valentia
Procissão de velas brancas no sentido da Bahia
Procissão de velas brancas no sentido da Bahia
Da Bahia.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Corrida de Jangada (Edu Lobo/Capinam)
Por Alfredo Pessoa
Esta música foi gravada na década de 70 por Elis Regina.
Edu gravou duas vezes, inclusive ao vivo. João Bosco, ao seu estilo, arrebentou ao violão no songbook de Edu. Recentemente foi gravada também pela cantora Carol Sabóia filha de Antônio Adolfo, o arranjador de Elis na primeira gravação desta música.
O arranjo de Carol lembra o de Elis como uma homenagem a grande cantora.
Esta música foi gravada na década de 70 por Elis Regina.
Edu gravou duas vezes, inclusive ao vivo. João Bosco, ao seu estilo, arrebentou ao violão no songbook de Edu. Recentemente foi gravada também pela cantora Carol Sabóia filha de Antônio Adolfo, o arranjador de Elis na primeira gravação desta música.
O arranjo de Carol lembra o de Elis como uma homenagem a grande cantora.
Corrida de Jangada (Edu Lobo/Capinam) D6/9 Em7/9 A7 F#m7 Meu mestre deu a partida. É hora vamos embora B7/9- Em7/9 A7 F#m7 Nos rumos do litoral. Vamos embora B7/9- Em7/9 A7 F#m7 Na volta eu venho ligeiro. Vamos embora B7/9- Em7/9 A7 D6/9 Eu venho primeiro pra tomar seu coração Em7/9 A7 F#m7 B7/9- (Em7/9 A7 D6/9) É hora, é hora vamos embora E/G# A/G D/F# Bm7 Am7 D7/9 Viração virando vai. Olha o vento, a embarcação G7+ D7+/9 D/C A7 Minha jangada não é navio não. Não é vapor nem avião A#/A B/A C/A Em7/9 A7(13) D#7/9 D6/9 Mas carrega tanto amor. Dentro do seu coração Em7/9 Sou seu mestre, meu proeiro A7 F#m7 Sou segundo, sou primeiro B7/9- Em7/9 A7 D6/9 Olha reta de chegar, olha a reta de chegar B7/9- Em7/9 A7 F#m7 Mestre proeiro, segundo, primeiro B7/9- Em7/9 A7 D6/9 Reta de chegar, reta de chegar E/G# Meu barco é procissão A/G D/F# Minha terra é minha igreja G#m7 C#7/9- F#m7 Minha noiva é meu rosário no seu corpo vou rezar B7 Em7/9 Minha noiva é meu rosário A7 G#5-/7 No seu corpo vou rezar G7+ C7/9 F#7(13) B7(b13) E7/9 A7 Am4/7 D/A G#m5-/7 Gm6 F#7(13) B7(b13) E7/9 A7 D6/9
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Bala com Bala
Por Alfredo Pessoa
A cifra abaixo tem arranjo de Edu Lobo para o songbook de Bosco.
Repare que quase toda a música tem acidentes de 7 e 13 ou 7 e 9.
É difícil botar letra nesses intervalos.
Salve João Bosco e Aldir Blanc.
Bala com Bala (João Bosco/Aldir Blanc)
(D7(#9) D7(#9)/A)
A sala cala / o jornal prepara / quem está na sala
Com pipoca e bala / e o urubú sai voando / manso
O tempo corre / e o suor escorre
Vem alguém de porre / e há um corre-corre
E o mocinho chegando / dando
G7/13 C7/9 F7/13 Bb7/9
Eu esqueço sempre nesta hora linda loura
A7/13 Ab7/13 G7/13 D#7/13 D7/13
Minha velha fuga em todo impasse
G7/13 C7/9 F7/13 Bb7/9
Eu esqueço sempre nesta hora linda loura
A7/13 Ab7/13 G7/13
Quanto me custa dar a outra face
(C7/13 Bb7/13 Ab7/13 G7/13) meio e final 4x
(D7(#9) D7(#9)/A)
O tapa estala / no balacobaco / é fala com fala
É bala com bala / e o galã se espalhando / dando
No rala-rala / quando acaba a bala
É faca com faca / é rapa com rapa
E eu me realizando / bambo
G7/13 C7/9 F7/13 Bb7/9
Quando a luz acende é uma tristeza, trapo presa
A7/13 Ab7/13 G7/13 D#7/13 D7/13
Minha coragem muda em cansaço
G7/13 C7/9 F7/13 Bb7/9
Toda fita em série que se preza dizem reza
A7/13 Ab7/13 G7/13
Acaba sempre no melhor pedaço
domingo, 13 de março de 2011
Cacaso - 13 de março de 1944
Cacaso, também conhecido por Antonio Carlos de Brito, professor, letrista e poeta bralsileiro.
Sou brasileiro de estatura mediana
Gosto muito de fulana mas sicrana é quem me quer (bis)
Porque no amor quem perde quase sempre ganha
Veja só que coisa estranha, saia dessa se puder
Não guardo mágoa, não blasfemo, não pondero
Não tolero lero lero devo nada pra ninguém
Sou descansado, minha vida eu levo a muque
Do batente pro batuque faço como me convém
Eu sou poeta e não nego a minha raça
Faço versos por pirraça e também por precisão
De pé quebrado, verso branco, rima rica
Negaceio, dou a dica, tenho a minha solução
Sou brasileiro, tatu-peba taturana
Bom de bola, ruim de grana, tabuada sei de cor
Quatro vez sete vinte e oito nove fora
Ou a onça me devora ou no fim vou rir melhor
Não entro em rifa, não adoço, não tempero
Não remarco, marco zero, se falei não volto atrás
Por onde passo deixo rastro, deixo fama
Desarrumo toda a trama, desacato Satanás
Sou brasileiro de estatura mediana
Gosto muito de fulana mas sicrana é quem me quer
Diz um ditado natural da minha terra
Bom cabrito é o que mais berra onde canta o sabiá
Bom cabrito é o que mais berra onde canta o sabiá
Desacredito no azar da minha sina
Tico-tico de rapina, ninguém leva o meu fubá
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