Pro Alan Morais - O novo disco de inéditas do Erasmo Carlos
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sexta-feira, 11 de abril de 2014
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
...com um abraço do Tony
Via Rogério Lama
O acaso ainda não cansou de nos pregar peças e dessa vez foi por pouco que aquele prometido abraço não foi dado! Mas já estou acostumado com esses desencontros, a começar pelos anos em que nascemos: eu em 48 e você em 78. Você teve melhor sorte nascendo no Brasil. Viver em Aston na década de 50 e 60 era um inferno. Éramos escravizados pelas fábricas, as pessoas eram tristes e o lugar também inspirava melancolia. Quando você estranha quando digo que fui influenciado pelos Kinks e pelos Beatles, pense que meu som é a mistura desses caras com a angústia de viver num lugar tão miserável.
Mas tão logo eu comecei a tocar em bandas de colégio, fiz uma promessa de fazer um show pra você e pros seus amigos. Quando assinamos nosso primeiro contrato com a gravadora, vi que estávamos no caminho certo pra isso. Só faltava você nascer e crescer um pouco. Foram bons aqueles anos.
Em 1978, quando você nasceu, lançamos o último disco com aquela formação bacana, e em 79, quando você tinha apenas 1 ano, estávamos desgastados por excesso de trabalho, bebidas e... você sabe. Eu bem que tentei manter a banda unida, mas não havia ambiente. Pra piorar estávamos falidos. Éramos só garotos e não faltaram empresários que nos passassem a perna. Mesmo destroçado e na estaca zero não desisti da minha promessa. Nos anos que se seguiram me reuni com Dio, Ian Gillian, Ray Gillen, Tony Martin, Glen Hughes e mais um monte de gente pra manter vivo o Black Sabbath. Dessas tentativas saíram vários discos, alguns um pouco confusos e que nem eu consigo explicar muito bem. Você sempre diz que gosta deles, mas sei que diz isso por que somos amigos.
Passada essa fase difícil, em 1992 tivemos nossa primeira chance de sentarmos num bar pra tomar uma cerveja e por o assunto em dia: Dio e Geezer voltaram pra banda e agendamos 3 shows em São Paulo! Mas para o nosso azar, os concertos ocorreram no mesmo ano em que você se mudou com a família para uma cidade no nordeste aí do Brasil. Em 1994 voltamos à tocar em São Paulo, mas você só tinha 15 anos, e eu entendi que era difícil e caro fazer essa viagem daí da sua nova cidade.
Em 2009 passamos perto de novo! Reuni aquela formação de 1992 com Dio, Geezer e Vinnie, mas você já tinha juntado suas economias pra assistir o Iron Maiden numa cidade perto da sua. Ainda não era pra ser. A banda do Steve sempre foi muito profissional e o show deles foi agendado bem antes que o nosso. Foi uma pena não ter você por lá. Era a última turnê do Dio, que ainda não sabia que estava doente...
Em 2011 retomei a conversa com meus camaradas de Aston. Nós 4 ainda sonhávamos tocar juntos de novo e era um concerto desses que eu queria apresentar pra você, amigo! Infelizmente Bill destoou um pouco nos acordos e resolveu que não nos acompanharia. Seguimos então Geezer, Ozzy e eu para a gravação de um novo disco. Só que numa consulta de rotina, meu médico me diagnosticou com um câncer. Essa me acertou em cheio, camarada, e passei algumas semanas só pensando bobagens. Passado o susto, comecei o tratamento. Não poderia desistir nesse ponto! Obrigado pelas boas energias emanadas!
No meio desse turbilhão, gestamos o “13”, o primeiro álbum com Geezer e Ozzy desde aquele lançado no ano que você nasceu. Soube que você gostou do disco, fiquei orgulhoso! Também achamos que criamos uma obra e tanto. Nesse período, nosso empresário nos trouxe uma lista prévia de onde a turnê passaria. Procurei o Brasil na lista e fiquei feliz de ver 3 datas por aí! Só nos restava esperar!
Outubro chegou e algo me dizia que você estaria no Rio de Janeiro. No hotel, ali em Ipanema, tive a ideia de chamar o pessoal da produção pra dar uma volta no calçadão e ver se te encontrava! Dessa vez não daria pra tomar uma cerveja, esse tratamento me deixa meio enjoado. Saímos em direção ao Arpoador e logo apareceu um monte de gente com câmera na mão. Te procurei ali, mas não encontrei. Era você por trás de uma daquelas câmeras? Por que não me chamou? Bom, com o começo de confusão, o chato do segurança achou melhor voltarmos pro hotel.
Dia 13/10/2013. Fiz questão de convidar uma banda que você gosta pra abrir o nosso show. O Dave Mustaine continua ótimo, não? Às 20:06hs entramos e não demorei ver você ali perto do palco com expressão de bobo e de olhos inchados. Também me emocionei. Esperei até mais do que você por aquele encontro. Percebeu que selecionei suas músicas favoritas? Tocamos Into the Void, Fairies Wear Boots, Dirty Woman. Estava tudo lá. Ainda te joguei umas palhetas, mas você com cara de tonto não pegou nenhuma. Foram quase duas horas de música. Encontro realizado e assunto em dia, era hora de partir. Já não sou nenhum garoto e rotina de shows cansa. Vi lá de cima que você ficou feliz. Acenei, você retribuiu. Muito legal, valeu esperar!
Foi bom ver você, amigo. Lembranças à sua família e amigos.
Com um forte abraço do
![]() |
| Foto de Rogério Lama |
Caro amigo, minhas saudações!
O acaso ainda não cansou de nos pregar peças e dessa vez foi por pouco que aquele prometido abraço não foi dado! Mas já estou acostumado com esses desencontros, a começar pelos anos em que nascemos: eu em 48 e você em 78. Você teve melhor sorte nascendo no Brasil. Viver em Aston na década de 50 e 60 era um inferno. Éramos escravizados pelas fábricas, as pessoas eram tristes e o lugar também inspirava melancolia. Quando você estranha quando digo que fui influenciado pelos Kinks e pelos Beatles, pense que meu som é a mistura desses caras com a angústia de viver num lugar tão miserável.
Mas tão logo eu comecei a tocar em bandas de colégio, fiz uma promessa de fazer um show pra você e pros seus amigos. Quando assinamos nosso primeiro contrato com a gravadora, vi que estávamos no caminho certo pra isso. Só faltava você nascer e crescer um pouco. Foram bons aqueles anos.
Em 1978, quando você nasceu, lançamos o último disco com aquela formação bacana, e em 79, quando você tinha apenas 1 ano, estávamos desgastados por excesso de trabalho, bebidas e... você sabe. Eu bem que tentei manter a banda unida, mas não havia ambiente. Pra piorar estávamos falidos. Éramos só garotos e não faltaram empresários que nos passassem a perna. Mesmo destroçado e na estaca zero não desisti da minha promessa. Nos anos que se seguiram me reuni com Dio, Ian Gillian, Ray Gillen, Tony Martin, Glen Hughes e mais um monte de gente pra manter vivo o Black Sabbath. Dessas tentativas saíram vários discos, alguns um pouco confusos e que nem eu consigo explicar muito bem. Você sempre diz que gosta deles, mas sei que diz isso por que somos amigos.
Passada essa fase difícil, em 1992 tivemos nossa primeira chance de sentarmos num bar pra tomar uma cerveja e por o assunto em dia: Dio e Geezer voltaram pra banda e agendamos 3 shows em São Paulo! Mas para o nosso azar, os concertos ocorreram no mesmo ano em que você se mudou com a família para uma cidade no nordeste aí do Brasil. Em 1994 voltamos à tocar em São Paulo, mas você só tinha 15 anos, e eu entendi que era difícil e caro fazer essa viagem daí da sua nova cidade.
Em 2009 passamos perto de novo! Reuni aquela formação de 1992 com Dio, Geezer e Vinnie, mas você já tinha juntado suas economias pra assistir o Iron Maiden numa cidade perto da sua. Ainda não era pra ser. A banda do Steve sempre foi muito profissional e o show deles foi agendado bem antes que o nosso. Foi uma pena não ter você por lá. Era a última turnê do Dio, que ainda não sabia que estava doente...
Em 2011 retomei a conversa com meus camaradas de Aston. Nós 4 ainda sonhávamos tocar juntos de novo e era um concerto desses que eu queria apresentar pra você, amigo! Infelizmente Bill destoou um pouco nos acordos e resolveu que não nos acompanharia. Seguimos então Geezer, Ozzy e eu para a gravação de um novo disco. Só que numa consulta de rotina, meu médico me diagnosticou com um câncer. Essa me acertou em cheio, camarada, e passei algumas semanas só pensando bobagens. Passado o susto, comecei o tratamento. Não poderia desistir nesse ponto! Obrigado pelas boas energias emanadas!
No meio desse turbilhão, gestamos o “13”, o primeiro álbum com Geezer e Ozzy desde aquele lançado no ano que você nasceu. Soube que você gostou do disco, fiquei orgulhoso! Também achamos que criamos uma obra e tanto. Nesse período, nosso empresário nos trouxe uma lista prévia de onde a turnê passaria. Procurei o Brasil na lista e fiquei feliz de ver 3 datas por aí! Só nos restava esperar!
| Foto - Rogério Lama |
Dia 13/10/2013. Fiz questão de convidar uma banda que você gosta pra abrir o nosso show. O Dave Mustaine continua ótimo, não? Às 20:06hs entramos e não demorei ver você ali perto do palco com expressão de bobo e de olhos inchados. Também me emocionei. Esperei até mais do que você por aquele encontro. Percebeu que selecionei suas músicas favoritas? Tocamos Into the Void, Fairies Wear Boots, Dirty Woman. Estava tudo lá. Ainda te joguei umas palhetas, mas você com cara de tonto não pegou nenhuma. Foram quase duas horas de música. Encontro realizado e assunto em dia, era hora de partir. Já não sou nenhum garoto e rotina de shows cansa. Vi lá de cima que você ficou feliz. Acenei, você retribuiu. Muito legal, valeu esperar!
Foi bom ver você, amigo. Lembranças à sua família e amigos.
Com um forte abraço do
Tony Iommi.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Raul Seixas - 28 de junho de 1945 (2)
Por quem os sinos dobram ( Raul Seixas)
Nunca se vence uma guerra lutando sozinho
Cê sabe que a gente precisa entrar em contato
Com toda essa força contida e que vive guardada
O eco de suas palavras não repercutem em nada
É sempre mais fácil achar que a culpa é do outro
Evita o aperto de mão de um possível aliado, é...
Convence as paredes do quarto, e dorme tranqüilo
Sabendo no fundo do peito que não era nada daquilo
Coragem, coragem, se o que você quer é aquilo que pensa e faz
Coragem, coragem, eu sei que você pode mais
É sempre mais fácil achar que a culpa é do outro
Evita o aperto de mão de um possível aliado
Convence as paredes do quarto, e dorme tranqüilo
Sabendo no fundo do peito que não era nada daquilo
Coragem, coragem, se o que você quer é aquilo que pensa e faz
Coragem, coragem, eu sei que você pode mais.
Raul Seixas - 28 de junho de 1945
Dentadura postiça (Raul Seixas)
A estrela do céu
Vai cair
A noite no mar
Vai cair
O nível do gás
Vai cair
A cinza no chão
Vai cair
Juízo final
Vai cair
Os dentes de Jó
Vai cair
O preço do caos
Vai cair
Peteca no chão
Vai sair
O sol outra vez
Vai sair
Um filho pra luz
Vai sair
Da cara o terror
Vai sair
O expresso 22
Vai sair
A máscara azul
Vai sair
O verde do mar
Vai sair
Um novo gibi
Vai sair
Da cara o suor
Vai subir
Cachorro urubu
Vai subir
O elevador
Vai subir
O preço do horror
Vai subir
O nível mental
Vai subir
O disco voador
Vai subir
A torre babel
Vai subir
O Cristo pro céu
Vai subir
A chama do mal
Vai cair
Estrela do céu
Vai cair
A noite no mar
Vai cair
O nível do gás
Vai cair
A cinza no chão
Vai cair
Juízo final
Vai cair
Os dentes de Jó
Vai cair
O preço do caos
Vai cair
Peteca no chão
Vai sair
O sol outra vez
Vai sair
Um filho pra luz
Vai sair
Da cara o terror
Vai sair
O expresso 22
Vai sair
A máscara azul
Vai sair
O verde do mar
Vai sair
Um novo gibi
Vai sair
Da cara o suor
Vai subir
Cachorro urubu
Vai subir
O elevador
Vai subir
O preço do horror
segunda-feira, 18 de junho de 2012
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Graveyard
Por Rogério Lama
Bom, se alguém ainda não notou, tudo o que foi dito aqui sobre o Graveyard nunca aconteceu, mas teria todo o caudal para ser uma banda surgida no cinza das cidades industriais inglesas. Eles vieram da Suécia e surgiram em 2006. Com dois álbuns gravados, Hisingen Blues foi lançado em 2011, mas gravado de forma totalmente analógica. A banda não se apropria de elementos do hard rock setentista pra produzir o seu som. Essa estética é a sua espinha dorsal e o seu norte, o que torna o seu som autêntico e longe de ser caricato. Os anos setenta ainda têm recados para dar e o Graveyard é o seu principal arauto. Reserve 40 minutos do seu dia, sente na rede, acenda o seu cigarro e viaje barato para uma das épocas mais fecundas da história da música.
O ano de 1973 foi sem precedentes para a música. O Black Sabbath chegava
ao ápice da sua criatividade com o “Sabbath Bloody
Sabbath”, o Led Zeppelin dava uma guinada no seu som com o
“Houses of the Holy” e o Pink Floyd paria nada menos do
que o “The Dark Side of the Moon”. Num caldeirão
como esse, a chance de que alguma preciosidade se perca em meio à
obras fundamentais como essas aumenta substancialmente. O Graveyard
foi uma vítima dessas circunstâncias.
Formada
em Manchester por Don Sykes (vocal), Joe Fish (guitarra), Mick Winter
(baixo) e Madson May (bateria), o Graveyard engrossa a lista de
bandas formadas por filhos de operários de fábricas
inglesas. Uma curiosidade é que Mick Winter e Madson May,
antes de serem convidados a participar da banda, nunca haviam
empunhado um instrumento musical, o que fez os primeiros ensaios
parecerem aulas de iniciação musical.
O
primeiro álbum, gravado em 70 é um apanhado de nove
ótimas canções de qualidade incomum para uma
banda que não resistiu ao tempo. O disco não rendeu
mais do que uma turnê pelas ilhas britânicas acompanhando
o Road, banda que contava à época com Noel
Readding. Em 1973 lançam o seu segundo álbum,
intitulado Hisingen Blues, um dos mais impressionantes álbuns
de hard rock já produzidos. O clima sombrio das composições
nos remetem ao Vincebus Eruptum do Blue Cheer, num
ponto onde é difícil separar o que é Hard Rock e
o que é Blues . Em 74, Joe Fish começa um
relacionamento amoroso com a mãe de Don Sykes, um mês
após a morte do pai de Don, que tinha um bom seguro a receber.
O clima na banda desandou e eles se separaram.
Bom, se alguém ainda não notou, tudo o que foi dito aqui sobre o Graveyard nunca aconteceu, mas teria todo o caudal para ser uma banda surgida no cinza das cidades industriais inglesas. Eles vieram da Suécia e surgiram em 2006. Com dois álbuns gravados, Hisingen Blues foi lançado em 2011, mas gravado de forma totalmente analógica. A banda não se apropria de elementos do hard rock setentista pra produzir o seu som. Essa estética é a sua espinha dorsal e o seu norte, o que torna o seu som autêntico e longe de ser caricato. Os anos setenta ainda têm recados para dar e o Graveyard é o seu principal arauto. Reserve 40 minutos do seu dia, sente na rede, acenda o seu cigarro e viaje barato para uma das épocas mais fecundas da história da música.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Eu vi o Paul (3)
Terceiro artigo da série "Eu vi o Paul" no Diumtudo. Escrito por Oscar Arruda d'Alva, carioca/cearense, ligado as questões do semi-árido e ao rock é também compositor, cantor e guitarista.
Eu fui ver o Paul
Por Oscar Arruda d'Alva
Eu fui ver o show do Paul McCartney, Up and Coming Tour no Estádio do Morumbi em São Paulo no dia 22 de novembro de 2010, o que foi certamente, o melhor show de rock'n roll que vi em toda a minha vida e uma experiência pessoal marcante.
Acima de tudo o Paul nos dá uma grande lição de humanidade e de amor à vida, à arte, ao público e à profissão. Estamos falando de um senhor de 67 anos que passou pelo sucesso dos beatles, pela perda de amigos queridos, pela perda de uma mulher que amava, por insucessos amorosos e financeiros, e que acima e apesar de todos os percalços da vida, permaneceu fiel à música, com profissionalismo e grandeza, de fato, um gigante.
Era um dia de chuva, de garoa paulistana. O trânsito um caos. Pegamos um ônibus lotado, eu, Bilica, Felipe e Salua, dois casais vibrando naquela energia adolescente de quem parece que está indo ao seu primeiro show de rock'n roll. No coletivo gente de todas as idades e procedências unidos na mesma expectativa, ver e ouvir o Paul. Chegando ao estádio, uma fila gigantesca, uma grande caracol humano, que enfrentamos com nossas capas de chuva e bom humor inabalável. Dentro do estádio, chegamos cedo, e enfrentamos a chuva, sentados no gramado, apertados pela multidão da geral que chegava aos poucos e mais e mais.
Então começa o show. Uma explosão de som, de entrega e verdade em 3 horas de duração. Intenso. Uma autêntica banda de rock, sem pose e sem frescuras, música nua e crua. Mestre da luz e da sombra, o Paul sabe como ninguém construir a dinâmica de um show, intercalando o leve e o pesado, o intimista e o extrovertido, e crescendo sempre. Nas homenagens, e houve muitas ao Jimie Hendrix, ao George Harisson, à esposa Linda, ao John, era difícil conter a emoção que ele nos transmitia, nos fazendo sentir quase tão irmanados como ele a estes amigos queridos que o tempo levou.
Fim do show, após um sem número de bis, a banda toca The End, que som! De repente acabou e o Paul nos diz "Até a Próxima Brasil!" neste momento um pensamento como um soco no estômago me diz que muito provavelmente não haverá essa próxima. Fui apresentado aos Beatles pelo meu falecido pai e não pude deixar de pensar que aquele senhor do palco que nascera no mesmo ano que ele, em breve o encontraria em algum lugar melhor do aqui. Sorrio e penso, você tem razão amigo, até a próxima!
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