Quem sou eu

Minha foto
Agrônomo, com interesses em música e política
Mostrando postagens com marcador Valsa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Valsa. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Dia dos Namorados


Por um Beijo
(Anacleto atulo da Paixão Cearrese)



Ó ri, meu doce amor,
Sorri lágrimas da flor
Teu sorriso inspira
A lira que afinei por teu falar
E quer de amor vibrar
Ao sol de teu olhar
Ri meu doce amor
Sorri, pérola da flor
Abre em teu lábio um sorriso
Onde um coração diviso,
De algum anjo que desceu do azul.

Num teu sorriso
Luz de poesia
Vem dar a melodia
E musicar os versos meus
Que eu mostrarei a Deus,
Como eu te amo,
Alma dileta
E sem eu ser poeta
Irei fazer o eterno
Te aclamar nos céus.

Irei estrelas lá no céu roubar
Trarei da lua, um raio de luar
Depois dos céus eu descerei ao mar
E a pérola mais bela irei buscar
Sem recear as iras do Senhor, irei,
Roubar os cofres do Senhor
Trarei a essência do divino amor
Se tu, velada no mais vasto véu,
Concederes-me a vitória
A suprema gloria,
De um só beijo teu!

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Dúvida

Valsa de Luiz Gonzaga e Domingos Ramos

Com Augusto Calheiros



Dúvida - Augusto Calheiros
Composição: Domingos Ramos / Luiz Gonzaga

Não sei por que razão
Tu tens ciúmes.
Não sei por que razão
Não crês em mim

Se sabes que te quero
Que o meu amor
É tão sincero
É demais duvidar tanto assim!
Ai de mim!

Não sei por que razão
Tu tens ciúmes.
Não sei por que razão
Não crês em mim!

Bem vês
Que vivo escravizado
E preso ao teu encanto!
Não deves duvidar assim
De quem te adora tanto!
Não deves duvidar de mim
Porque não tens razão!
Assim torturas sem querer
Meu coração!

domingo, 17 de julho de 2011

Súplica - Otávio Gabus Mendes, Deo e José Marcilio

Orlando Silva - o cantor das multidões



Súplica (valsa, 1940)
( Octávio Gabus Mendes, José Marcílio e Déo)


Aço frio de um punhal / Foi seu adeus para mim
Não crendo na verdade / Implorei, pedi
As súplicas morreram / Sem eco, em vão
Batendo nas paredes frias do apartamento
Torpor tomou-me todo
E eu fiquei sem ser mais nada
adormecido tenha / Talvez, quem sabe
Pela janela, aberta, a fria madrugada
Amortalhou-me a dor / Com o manto da garoa
Esperança morreste muito cedo
Saudade cedo demais chegaste
Uma quando chega / A outra sempre parte
Chorar já lágrimas não tenho
Coração, porque é que tu não paras
As taças do meu sofrer findaste / É inútil prosseguir
Se forças já não tenho
Tu sabes bem que ela era minha vida
Meu doce e grande amor.