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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Eduardo Coutinho

por Bruno Perdigão

Eu só conhecia o Eduardo Coutinho de saber quem é, vi muita gente falando da morte, mas demorei pra saber como foi a tragédia. Depois vi muita gente comentando sobre o  "Edifício Master" e fiquei com vontade de assistir.
Agora acabei de descobrir que na verdade eu já tinha assistido sem saber de quem era e sem saber o nome, graças ao Canal Brasil. E essa cena é realmente muito massa.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Não derrubem o Rio!

por Edgard Catoira

Duvido que alguém que se atreva a ler este texto não tenha tomado conhecimento do que foi mais uma festa de réveillon nas areias de Copacabana. Como sempre, a partir de meia noite, toneladas de fogos de artifício foram detonados, num esplendor que fez explodir a alegria de mais de dois milhões de pessoas que se abraçavam e beijavam, como acontece todos os anos, neste mesmo cenário – único.

No modorrento início do dia primeiro, o noticiário local chamava a atenção para a bagunça da cidade: sujeira nas praias, dificuldade para voltar para casa, tiroteio com direito a balas perdidas, assaltos.

Mas, espera um pouco: houve sim, antes da festa, um tiroteio. Aconteceu de um casal se desentender na rua e o marido partir para a mão grande contra a mulher. Um PM tentou ajudar e, durante a troca de tapas, o marido arrancou a arma do guarda e começou a atirar. Ou seja, um caso corriqueiro de polícia que nada tinha a ver com a festa de fim de ano. Portanto, nada a ver com o réveillon.

De resto, como em qualquer aglomeração, em Copacabana ou Paris, sempre haverá batedor de carteira. Eu mesmo – apesar de ter cara de imã de assalto, como diz meu filho – já tive que escapar de batedores de carteira em locais turísticos. Isso, em lugares tidos como tranquilos, como Madri, Florença ou Lisboa – onde, inclusive, levaram minha carteira.

Como se vê, até agora, nada de anormal na nossa festa carioca. E, repito, éramos mais de dois milhões de espectadores na praia. Claro que, acabado o espetáculo dos fogos, essa gente toda tinha que caminhar pelas ruas. Com dificuldade, claro. É deslocamento de multidão, num mesmo momento! Com calma, porém, todos saímos. Sem maiores transtornos, apesar de eu, particularmente, me sentir parte de uma boiada. Mas boiada feliz, sabe como é.

Mas as reclamações do dia primeiro continuam. A praia ficou suja.

Claro que ficou imunda. Todo mundo que estava lá levou champagne – ou cidra, ou cerveja e até cachaça. E garrafas, copos, restos, ficaram pelo caminho por onde passou a turba bovina. E, com um pouco de boa vontade dá para entender que nem todo mundo consegue chegar a uma lixeira no meio de tanta gente.

A verdade é que logo cedo, a praia estava limpa. A Comlurb, responsável pela coleta de lixo no Rio, é eficiente. E centenas de garis deixaram, até o fim da manhã, Copacabana em ordem.

Mas, o negócio é derrubar a grandiosidade desta cidade. Reclama-se do tempo – cerca de quatro horas – que se leva numa fila para tomar uma condução que leve ao Corcovado. Digo eu, espera aí. Em Paris, mesmo sem ser dia de festa, leva-se esse tempo para conseguir subir na Torre Eiffel. As filas são confusas também, e as figuras que ficam circulando entre a turistada têm semblantes pouco amigáveis.

Quanto ao Pão de Açúcar, a reclamação fica por conta dos horários disponíveis nos bondinhos. Muitos que chegaram cedo só conseguiriam subir na parte da tarde. Daí, me lembro de Santillana Del Mar, cidade medieval do Cantábrico, norte da Espanha, que tem cerca de quatro mil habitantes. Pois bem, nessa cidade ficam as famosas cavernas de Altamira, com pinturas rupestres que mostram a arte pré-histórica do homem. São desenhos de animais gravados nas pedras entre 35 mil e 11 mil antes de Cristo. Uma verdadeira Capela Sistina da arte paleolítica.

Tudo bonito, organizado, guiado. Mas, para visitar as cavernas, temos que comprar as entradas com antecedência porque os grupos se fecham com antecedência. Quem passar por lá desavisado, com certeza, não vai conseguir ver essa maravilha. E, lembro, a pequena cidade não oferece disponibilidade hoteleira para muita gente.

Sou de criticar o Rio, principalmente como me refiro a seus governantes. Mas o réveillon aqui é realmente algo imperdível. Estão até inventando que iria haver um “beijaço”. Houve. Aliás, como sempre há. É hora de beleza, espírito desarmado, quando todos estão felizes e cheios de esperanças.

Este mar abençoa, tira as energias negativas do ano que se acaba. Revitaliza a alma, faz a vida recomeçar. E ela sempre recomeça melhor quando se está em Copacabana. Este lugar é mágico, maravilhoso.

Violência, desorganização, tudo passa ao largo da festa popular da praia mais querida – e bonita – deste planeta. Então, chega de reclamação e de mal falar!

Prefiro parodiar a musiquinha da Caixa: “Vem pra Copa você também. Vem”. No réveillon ou em qualquer época do ano.

http://www.cartacapital.com.br/blogs/blog-do-edgard/nao-derrubem-o-rio-9477.html

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Adega Pérola - em Copacabana

Por Marcus Vinicius

A Pérola fica em Copacabana, Rio. Na rua Siqueira Campos, 138, bem próximo da estação do metrô Siqueira Campos. 

É famosa pelo chope e pelos mais de 100 tira-gostos (que os cariocas chamam de petiscos). São bolinho de bacalhau, sardinha, polvo, ova, alho em conserva, os famosos rolmops, saladas de bacalhau e de polvo...

Para beber, a adega oferece 23 tipos de cachaça e, claro, vinhos. Algumas opções são o verde português Ponte da Barca e o nacional Mosteiro. O vinho da casa pode ser pedido em caneca.

Os garçons são cearenses e o ambiente acolhedor.

A Ova é excelente, o Alho maravilhoso e o famoso e fora de série Rollmops.
Este é um caso a parte. É um rolinho de sardinha crua marinada com cebola.

Dos deuses !


Rollmops
Sempre que vou ao Rio, levo quem está comigo na Pérola. Do pessoal que já levei, poucos gostaram do Rollmops*, o que é lamentável, mas não se deixe levar por estes(as) meus(minhas) amigos(as).

Vá ao Rio, vá a Adega Pérola e peça o Rollmops, é muito bom.


* "tem um gosto forte", "é puro peixe(sic)", "Vixi, é cru"....

Abaixo vídeos da Pérola e suas opções de tira-gostos:





quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Adega Pérola - Copacabana/Rio de Janeiro

por Marcus Vinicius

Sempre que vou ao Rio, vou ao Lamas e a Adega Pérola. A Adega Pérola fica em Copacabana. Bem próximo à estação do metrô Siqueira Campos. É  o melhor bar do Rio, pelo menos pra mim. 
Chope do bom e um balcão de tira-gostos que lá eles chamam de petiscos. Dentre eles, um destaque, o Rollmops. É um filé de sardinha marinado enrolado e preso por um palito e muita cebola por cima.
 É muito bom. 
Mas, poucas das pessoas que indiquei o tira-gosto, gostaram. Aliás só a turma da foto abaixo (Bruno, Milena, Rebeca e Tiago), que provaram e aprovaram. 
As fotos dos chopes e dos tira-gostos são de Eduardo Goldenberg (@edugoldenberg). 
A Adega Pérola fica na Rua Siqueira Campos, 138A - Copacabana - Rio de Janeiro

foto de edu goldenberg

 foto de edu goldenberg

foto de edu goldenberg

foto de edu goldenberg

Bruno, Milena, Rebeca e Tiago na Adega Pérola





sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Modern Sound - Barata Ribeiro, 502 - Copacabana - Rio


Fecha mais uma loja de discos. A Modern Sound no Rio de Janeiro. Mais precisamente na rua Barata Ribeiro, 502 - Copacabana. Em minhas andanças pelo Rio, a MS era figurinha repetida. Sempre passava por lá e sempre encontra discos que não se encontrava em outras lojas. Um diferencial da MS é que lá os vendedores entendiam e conheciam música. Portanto, era um dos poucos lugares que eu tinha a paciência de  ouvir sugestões de compra. (Pois não tenho com a grande maioria dos vendedores e o tal "posso de ajudar?" é sempre seguido de um não ou muito obrigado.)
Outro diferencial. A Modern Sound continha o Allegro Bistrô - um espaço que "Seja para um chá com "muffins", seja para um "whisky on the rocks", o Allegro Bistrô Musical é parada obrigatória para quem está em Copacabana; a qualquer hora do dia." E que oferecia música de qualidade e grátis. Abaixo a última programação:


BORIS MARQUES E FERNANDO COSTA piano solo.

Segunda a Sexta das 13h às 17h

BOSSA JAZZ TRIO: Mauro Senise (sax and flute), Paulo Russo (bass) and Alberto Chimelli (piano).

Quinta, das 17h às 21h.

GENTE FINA E OUTRAS COISAS: Ronaldo do Bandolim (shavings), Zé Carlos Bigorna (flutes and sax), Fernando Coelho (guitar), Bebeto Castilho (Eletrict Bass), Jovi Joviniano (percussion).

Quarta, das 17h às 21h.

LANÇAMENTOS / RELEASES: Ask our staff about the Show - 2548-5005

Segundas e Terças a partir das 19 H.
SAMBAJAZZ TRIO: Kiko Continentino (Piano), Luis Alves (Eletrict Bass), Clauton "Neguinho" Sales (Trumpet and drums).
Sábado, das 12h às 16h.
         
SWINGUEIRA: Zé Luis Maia (Bass), Tino Jr (sax), Fernando Merlino (piano) and Ricardo Costa (drums)
Sexta de 17h às 21h.

 No início de Dezembro estive por lá.
Foi no lançamento do disco da Áurea Martins ( http://migre.me/3kEds ).
Excelente disco, excelente show.
Presenças de Pedro Miranda, Moacyr Luz, Herminio Bello de Carvalho.

Registro do evento via celular: