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sexta-feira, 26 de agosto de 2016
Na sexta com Fabiana
A cantora Fabiana Cozza interpreta esse samba de Wilson da Neves e Paulo Cesar Pinheiro.
O Samba É Meu Dom
O samba é meu dom
Aprendi bater samba ao compasso do meu coração
De quadra, de enredo, de roda, na palma da mão
De breque, de partido alto e o samba canção
O samba é meu dom
Aprendi dançar samba vendo samba de pé no chão
No Império Serrano a escola da minha paixão
No terreiro, na rua, no bar, gafieira e salão
O samba é meu dom
Aprendi cantar samba com quem dele fez profissão
Mário Reis, Vassourinha, Ataulfo, Ismael, Jamelão
Com Roberto Silva, Sinhô, Gonga, Ciro e João Gilberto
O samba é meu dom
Aprendi muito samba com quem sempre fez samba bom
Silas, Zinco, Aniceto, Anescar, Cachinê, Jaguarão
Zé com Fome, Herivelto, Marçal, Mirabeau, Henricão
O samba é meu dom
E no samba que eu vivo do samba que eu ganho meu pão
E é no samba que eu quero morrer de baquetas na mão
Pois quem é do samba meu nome não esquece mais não
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
Diumtudo - Os dez discos de 2015 (3)
A pedido de Rogério Ribeiro selecionei meus 10 discos de 2015. Ressalto que são discos dos que comprei durante o ano e não dos que foram lançados no ano. Cheguei a 26 discos, mas o amigo só queria dez. Ficaram muitos bons discos de fora da relação.
3. FABIANA COZZA - Partir
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
sexta-feira, 8 de maio de 2015
quinta-feira, 23 de abril de 2015
São Jorge
São Jorge
Kiko Dinucci
Guerreio é no lombo do meu cavalo
Bala vem mas eu não caio, armadura é a proteção
Avanço sob a noite iluminado, luto sem pestanejar
Derrubo sem me esforçar, a guarnição
A guimba e a fumaça do meu cigarro
Cega o olho do soldado que pensou em me ferir
Com um sorriso derrubo uma tropa inteira
Mesmo que na dianteira sombra venha me seguir
O gole da cachaça esguicho no ar
Chorando na labuta ouço a corrente se quebrar
E o golpe do destino esse eu sinto mas não caio
Guerreio é no lombo do meu cavalo
Kiko Dinucci
Guerreio é no lombo do meu cavalo
Bala vem mas eu não caio, armadura é a proteção
Avanço sob a noite iluminado, luto sem pestanejar
Derrubo sem me esforçar, a guarnição
A guimba e a fumaça do meu cigarro
Cega o olho do soldado que pensou em me ferir
Com um sorriso derrubo uma tropa inteira
Mesmo que na dianteira sombra venha me seguir
O gole da cachaça esguicho no ar
Chorando na labuta ouço a corrente se quebrar
E o golpe do destino esse eu sinto mas não caio
Guerreio é no lombo do meu cavalo
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Samba do Fim do Mundo - (Emicida/Felipe Vassão)
Samba do fim do mundo (Emicida/Felipe Vassão)
Somos a contraindicação do Carnaval
Nagô do tambor digital
Fênix da cinza de quarta, total
O MST da rede social
Sabendo de onde vêm as crianças, alarma
Assim como cê sabe de onde vem as armas
Grana de judeu, petróleo árabe, negócios
Mas sangue e suor são sempre nossos, chefe
Vai ter 157 e 12 lá
Enquanto a Unicef vier depois das HK
Sem blefe ou teoria
CDF do que não presta, olha pra esse lugar
E os rapper brinca de cafetão, vim tipo um afegão
Estoura o champanhe, ri da própria extinção
Corremos como Alain Prost
E o prêmio? Frustração, pondo pra baixo, tipo a sombra do Ghost
Nova Tropicália, velha ditadura
Nossa represália, fuga da vida dura
Ação necessária por nossa bandeira
Que isso é a reforma agrária da música brasileira
Quantas noites cortei
É importante dizer
Que é preciso amar, é preciso lutar
E resistir até morrer
Quanta dor cabe num peito
Ou numa vida só
É preciso não ter medo
É preciso ser maior
Somos a bomba, redenção, Napalm
Miséria, cartão-postal
Brasilândia, Capão, Vidigal
Estopim da guerra racial
Foi Amistad, pouca idade, hoje Jihad, problema
Revolução morena
Que se descobre
Quando vê no sistema essa máquina de moer pobre
Os porco reina, orgia
Favela queima como congresso deveria
Eu falo de suor e calos, traumas e abalos
Almas e ralos, São Paulo
Fumaça feia
Capitães do mato versus capitães de areia
Tristeza, pé no chão
No país referência em arma antimanifestação
Ódio na íris, drogas num pires, terra brasilis
Ambição, olhos de Osíris
E só parar quando pôr uma faixa preta no arco-íris
Quantas noites cortei
É importante dizer
Que é preciso amar, é preciso lutar
E resistir até morrer
Quanta dor cabe num peito
Ou numa vida só
É preciso não ter medo
É preciso ser maior
Ê,ê,ê,ê...
Ficha técnica
Voz: Emicida
Participações especiais: Fabiana Cozza e Juçara Marçal
Percussão: Carlos Café
Viola 10 (caipira), sanfona e programação: Felipe Vassão
Synths: Felipe Vassão e Maurício Fleury
Gravado no Parede e Meia por Bruno dos Reis, na Timbre e na Loud por Felipe Vassão e no C4 por Luis Lopes e Gabriel Bueno
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Ubuntu Fristaili - Emicida
Via Bruno Perdigão
Ubuntu Fristaili (Emicida)
Axé pra quem é de axé
Pra chegar bem vilão
Independente da sua fé
Música é nossa religião
Ok, ok, ok, ok, jou, seja forte
É nossa cara fazer a vida ser certa mais que a morte
Eu me refaço após cada passo, igual reflexo nas poças
Mandinga, coisa nossa
Eles não vão entender o que são riscos
E nem que nossos livros de história foram discos
Bamba, bamba, um bom samba, alguns petiscos
Ki-Suco rende dois litros, melhor que Frisco
Faz de conta que os racistas não perde a linha
Quando ergo a mão da filha dele sem armas nas minhas
Ruivas, morenas, pretas, divas, loirinhas
Doidas pra curtir quermesse de quebradinha
Onde um DJ comanda e manda, sabe o que faz
MCs são griots, o mic é pros capaz
Toca um "Ré laifai for roc
dérelai for roc, for roc"
E quebra tudo em paz, ou mais, arrepia agora
A África está nas crianças, e o mundo?
O mundo está por fora
Saravá Ogum, saravá Xangô, saravá
Saravá vovó, saravá vovô, saravá
Saravá mamãe, saravá papai, ô
De pele ou digital, tanto faz é tambô
Eu meto essa memo, eu posso
e tô pra ver, algo valer mais que um sorriso nosso
Graças ao quê? Graças aos raps
Hoje eu ligo mais quebradas do que o Google Maps
Então respeite meus cabelos crespos, ok? Ok?
Pronto, falei
Axé pra quem é de axé
Pra chegar bem vilão
Independente da sua fé
Música é nossa religião
Ficha técnica
Voz: Emicida
Percussão: Carlos Café e Julio César
Synths: Felipe Vassão e Maurício Fleury
Programação: Emicida
Baixo: Felipe Vassão
Coro: Tulipa Ruiz, Juçara Marçal, MC Guime, Fabiana Cozza, Isis Carolina, Daniela Rodrigues, Rashid, Rael, Emicida e Kuririn
Gravado na Loud e na Timbre por Felipe Vassão e no C4 por Luis Lopes e Gabriel Bueno
Ubuntu Fristaili (Emicida)
Axé pra quem é de axé
Pra chegar bem vilão
Independente da sua fé
Música é nossa religião
Ok, ok, ok, ok, jou, seja forte
É nossa cara fazer a vida ser certa mais que a morte
Eu me refaço após cada passo, igual reflexo nas poças
Mandinga, coisa nossa
Eles não vão entender o que são riscos
E nem que nossos livros de história foram discos
Bamba, bamba, um bom samba, alguns petiscos
Ki-Suco rende dois litros, melhor que Frisco
Faz de conta que os racistas não perde a linha
Quando ergo a mão da filha dele sem armas nas minhas
Ruivas, morenas, pretas, divas, loirinhas
Doidas pra curtir quermesse de quebradinha
Onde um DJ comanda e manda, sabe o que faz
MCs são griots, o mic é pros capaz
Toca um "Ré laifai for roc
dérelai for roc, for roc"
E quebra tudo em paz, ou mais, arrepia agora
A África está nas crianças, e o mundo?
O mundo está por fora
Saravá Ogum, saravá Xangô, saravá
Saravá vovó, saravá vovô, saravá
Saravá mamãe, saravá papai, ô
De pele ou digital, tanto faz é tambô
Eu meto essa memo, eu posso
e tô pra ver, algo valer mais que um sorriso nosso
Graças ao quê? Graças aos raps
Hoje eu ligo mais quebradas do que o Google Maps
Então respeite meus cabelos crespos, ok? Ok?
Pronto, falei
Axé pra quem é de axé
Pra chegar bem vilão
Independente da sua fé
Música é nossa religião
Ficha técnica
Voz: Emicida
Percussão: Carlos Café e Julio César
Synths: Felipe Vassão e Maurício Fleury
Programação: Emicida
Baixo: Felipe Vassão
Coro: Tulipa Ruiz, Juçara Marçal, MC Guime, Fabiana Cozza, Isis Carolina, Daniela Rodrigues, Rashid, Rael, Emicida e Kuririn
Gravado na Loud e na Timbre por Felipe Vassão e no C4 por Luis Lopes e Gabriel Bueno
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