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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
sexta-feira, 31 de maio de 2013
As vitrolas não querem calar
Do blog AIDENTU
A paixão pelos velhos bolachões voltou à moda. Um grupo local de colecionadores resiste às modernas tecnologias e cria um clube de apreciadores dos vinis e das agulhas.
“The times they are a-changin’ ”(os tempos estão mudando) já antecipava Bob Dylan em seu terceiro disco no distante ano de 1964. Apesar de toda tecnologia criada até hoje, um grupo de resistentes ignora os icônicos iPods e iPhones, febres no consumo de conteúdo digital cuja loja, a iTunes Store, já contabiliza mais de 25 bilhões de músicas vendidas.
Até meados da década de 90 os vinis reinaram absolutos. A tecnologia do compact disc (CD) havia sido criada com a promessa de qualidade digital, sem chiados ou quaisquer distorções. A migração do formato LP para o CD ocorreu em massa. As fábricas de vinis praticamente faliram ou mudaram suas prensas para os novos disco lasers. A produção de equipamentos para os bolachões foi decaindo, porém, audiófilos e nostálgicos mantêm aquecido um mercado que volta a crescer. Nas lojas de LP usados vários itens são disputados como um troféu, os valores variam entre 1 até exorbitantes 5 mil reais. Tudo regido pela paixão e pela lei da oferta e da procura. Os equipamentos leitores de vinil, as vitrolas ou radiolas, também passaram por uma alta valorização, com preços variando entre 200 a 600 reais.
Marcus Vinícius de Oliveira, 57 anos, agrônomo, é possuidor de uma coleção que alcança a marca de 1.500 discos, todos estes organizados de acordo com o cantor e o estilo. Coleciona também cds, mas ao receber os amigos em casa prefere que estes escolham um bom vinil da prateleira, deixando-os a vontade no comando de sua radiola Gradiente que trabalha com 33, 45 e 78 rotações. A agulha sempre limpa cria uma catarse, conduzida pela música que preenche o ambiente e é brindada com goles do uísque preferido. “Apreciar o disco é interpretar a capa, perceber todos os detalhes e poder se deleitar com os dois lados, ouvindo as músicas sem ter pressa para trocar”. A coleção de fato chama atenção tamanha variedade e raridade de algumas peças.
Marcus acredita na superioridade técnica do vinil, afinal, o CD usa um formato de compressão do áudio que suprime determinados detalhes tidos como inaudíveis pelo ouvido médio humano e não reproduzíveis pelos equipamentos regulares. Apenas um audiófilo, com o ouvido bem treinado e um equipamento de alta fidelidade, pode perceber as diferenças. Porém aqui vale a experiência lúdica de ir ao centro, procurar o LP que interessa nos sebos, negociar com o dono e voltar com o prêmio para casa, já pensando no dia em que convidará os amigos para o sarau de audição do vinil. Essa experiência no formato digital ficou perdida, é muito fácil dispersar-se com uma coletânea de 3 mil arquivos mp3, extensão popular de áudio digital utilizada nos computadores e tocadores de música digital.
O Kukukaya, famosa casa de shows em Fortaleza, promoveu neste sábado, 19 de maio, a 2ª Feira do Vinil, onde os apaixonados pelos bolachões puderam comprar, vender, trocar e principalmente conhecer outros amantes do “ouro negro”. A feira é organizada pelo DJ Alan Morais, DJ residente do Boteco do Arlindo, e tem por missão criar uma agenda fixa para reunir antigos e novos aficionados. Além disso houve a exposição de lojistas com LPs e radiolas. O que o futuro promete para a indústria fonográfica ainda não está claro, mas os vinis sempre terão uma legião de adoradores que nunca os esquecerão.
| Cafofo do Marvioli |
“The times they are a-changin’ ”(os tempos estão mudando) já antecipava Bob Dylan em seu terceiro disco no distante ano de 1964. Apesar de toda tecnologia criada até hoje, um grupo de resistentes ignora os icônicos iPods e iPhones, febres no consumo de conteúdo digital cuja loja, a iTunes Store, já contabiliza mais de 25 bilhões de músicas vendidas.
Até meados da década de 90 os vinis reinaram absolutos. A tecnologia do compact disc (CD) havia sido criada com a promessa de qualidade digital, sem chiados ou quaisquer distorções. A migração do formato LP para o CD ocorreu em massa. As fábricas de vinis praticamente faliram ou mudaram suas prensas para os novos disco lasers. A produção de equipamentos para os bolachões foi decaindo, porém, audiófilos e nostálgicos mantêm aquecido um mercado que volta a crescer. Nas lojas de LP usados vários itens são disputados como um troféu, os valores variam entre 1 até exorbitantes 5 mil reais. Tudo regido pela paixão e pela lei da oferta e da procura. Os equipamentos leitores de vinil, as vitrolas ou radiolas, também passaram por uma alta valorização, com preços variando entre 200 a 600 reais.
Marcus Vinícius de Oliveira, 57 anos, agrônomo, é possuidor de uma coleção que alcança a marca de 1.500 discos, todos estes organizados de acordo com o cantor e o estilo. Coleciona também cds, mas ao receber os amigos em casa prefere que estes escolham um bom vinil da prateleira, deixando-os a vontade no comando de sua radiola Gradiente que trabalha com 33, 45 e 78 rotações. A agulha sempre limpa cria uma catarse, conduzida pela música que preenche o ambiente e é brindada com goles do uísque preferido. “Apreciar o disco é interpretar a capa, perceber todos os detalhes e poder se deleitar com os dois lados, ouvindo as músicas sem ter pressa para trocar”. A coleção de fato chama atenção tamanha variedade e raridade de algumas peças.
Marcus acredita na superioridade técnica do vinil, afinal, o CD usa um formato de compressão do áudio que suprime determinados detalhes tidos como inaudíveis pelo ouvido médio humano e não reproduzíveis pelos equipamentos regulares. Apenas um audiófilo, com o ouvido bem treinado e um equipamento de alta fidelidade, pode perceber as diferenças. Porém aqui vale a experiência lúdica de ir ao centro, procurar o LP que interessa nos sebos, negociar com o dono e voltar com o prêmio para casa, já pensando no dia em que convidará os amigos para o sarau de audição do vinil. Essa experiência no formato digital ficou perdida, é muito fácil dispersar-se com uma coletânea de 3 mil arquivos mp3, extensão popular de áudio digital utilizada nos computadores e tocadores de música digital.
O Kukukaya, famosa casa de shows em Fortaleza, promoveu neste sábado, 19 de maio, a 2ª Feira do Vinil, onde os apaixonados pelos bolachões puderam comprar, vender, trocar e principalmente conhecer outros amantes do “ouro negro”. A feira é organizada pelo DJ Alan Morais, DJ residente do Boteco do Arlindo, e tem por missão criar uma agenda fixa para reunir antigos e novos aficionados. Além disso houve a exposição de lojistas com LPs e radiolas. O que o futuro promete para a indústria fonográfica ainda não está claro, mas os vinis sempre terão uma legião de adoradores que nunca os esquecerão.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Repertório do Concentra mas não sai
DO BLOG AIDENTÚ - www.aidentu.com.br
Por Roberto Félix
Por Roberto Félix
Seguindo o espírito pirata vimos agora trazer em primeiríssima mão o repertório do Melhor Bloco da Cidade. Aproveitem para se deleitar enquanto podem e/ou enquanto o Marcus Vale permitir =P Podem ouvir a vontade e se preparar para o próximo sábado! Infelizmente não temos a música do Renatão (Concentra Mas Não Sai – O Melhor Bloco da Cidade) mas mesmo assim espero que gostem. Aumentem o biloto da radiola e mandem ver!
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Roberto Félix
domingo, 29 de janeiro de 2012
4 horas de Concentra mas não sai
O blog aidentu fez a tranmissão, via internet, da festa do Concentra mas não saI na praça do Ferreira - Fortaleza. Abaixo link para ver a gravação da festa de ontem. (Marcus Vinicius)
Por Roberto Félix do blog Aidentu
Cobertura: 2º Sábado de Concentra Mas Não Sai 2012
Perdeu o 2º Sábado do Concentra Mas Não Sai? Que dó, mas que dó… Como somos bonzinhos vai uma chance para você passar a semana refletindo sobre essa cachorrada que você fez perdendo o Melhor Bloco da Cidade. Isso mesmo, são praticamente 4 horas de Concentra Mas Não Sai que foi transmitido ao vivo por esse humilde Blog que vos escreve. Como o Twitcam tem limitação de 2 horas por vídeo então teremos dois vídeos Ok? Fica combinado semana que vem todos lá na Praça prestigiando nosso Bloco. 
http://www.aidentu.com.br/2012/01/2o-sabado-de-concentra-mas-nao-sai-2012/
domingo, 22 de janeiro de 2012
Concentra mas não sai - 1ro sábado de 2012 (4)
Por Robertro Félix do blog Aidentu
http://www.aidentu.com.br/2012/01/1o-sabado-de-concentra-mas-nao-sai-2012/
http://www.aidentu.com.br/2012/01/1o-sabado-de-concentra-mas-nao-sai-2012/
Concentra mas não sai - 1ro sábado de 2012 (3)
Por Roberto Félix do blog Aidentu
http://www.aidentu.com.br/2012/01/1o-sabado-de-concentra-mas-nao-sai-2012/
Concentra mas não sai - 1ro sábado 2012 (2)
Por Roberto Félix do Blog Aidentu
http://www.aidentu.com.br/2012/01/1o-sabado-de-concentra-mas-nao-sai-2012/
Concentra mas não sai - 1ro sábado 2012
Por Roberto Félix - do Blog Aidentu
http://www.aidentu.com.br/2012/01/1o-sabado-de-concentra-mas-nao-sai-2012/
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Pré Carnaval 2012: Concentra Mas Não Sai
Lembrar velhos carnavais, marchinha e frevo, muita emoção.
Afivelem os cintos pois hoje é dia de contar um pouco
da história do Concentra Mas Não Sai. É um enorme prazer discorrer
sobre esse Bloco mas aviso logo que sou suspeito de falar por ser o meu
predileto por vários motivos.
O ano é 2001. O Bloco nasceu do anseio de amigos em
se reunir para reviver o carnaval de outrora. Não é uma modinha que vem e
passa, não é status quo, não é vaidade, não é um negócio para
ganhar dinheiro, nada disso! A primeira apresentação foi na pracinha do
Papicu em frente a uma churrascaria onde a turma se cotizou e contratou
uma bandinha com metais de sopro e alguns instrumentos de percussão. O
sucesso dessa investida motivou mais três apresentações no mesmo local. A
proposta do Bloco já estava implícita em seu nome. Não era um Bloco
para se acompanhar, correr atrás dele como se fosse um Trio Elétrico.
Era um Bloco que se apresentava parado, dessa forma todos os foliões se
aproximavam e se acotovelavam disputando o espaço para ouvir mais de
perto as marchinhas, frevos, sambas, ranchos, etc.
Porém o Bloco para se contradizer em sua proposta
dava algumas voltas na Praça para animar a galera. E atrás dele a
multidão seguia cantando. Como toda boa ideia o Bloco ganhou magnitude e
a primeira mudança ocorreu. Sai de cena a praça do Papicu e entra o
famoso e histórico Mercado dos Pinhões. Foi no Mercado que o Concentra
experimentou seu crescimento vertiginoso sendo prontamente abraçado pela
vizinhança daquele bairro. Parafraseando uma das suas marchinhas ‘vinha
gente de toda cidade, de todas as idades e classes sociais, gente sem
grana ou com milhões, todos fiéis foliões’. O Bloco sofreu já naquele
primeiro ano a interferência dos malditos paredões de som. Gente que não
ia para apreciar a boa música do Bloco e sim impor seu gosto musical
com potentes alto-falantes. A fiscalização tentava coibir mas mesmo
assim ainda havia os que conseguiam driblar, fugindo para as ruas
circunvizinhas.
O coração e o escudo do Bloco
Deparando-se com esse cenário mais uma mudança se fez
necessária. O ano era 2006 e o Concentra muda-se de mala e cuia para
Praça do Ferreira. Foi uma grande aposta diga-se de passagem. O Centro
de Fortaleza era muito mal visto para esse tipo de evento. A imagem que a
maioria dos jovens foliões tinha era que lá ia ter muitos travestis,
batedores de carteira e alguns chegavam a dizer que na praça proliferava
gente velha. Quem acompanhou as quentes discussões na Comunidade Oficial do Bloco no Orkut
percebeu que a ideia da Praça do Ferreira era rechaçada pela maioria.
Sem dar ouvidos o Bloco se apresentou na Praça e foi um sucesso
estrondoso. Segurança perfeita, banheiros químicos e o palco com sistema
de som que deixou todos na Praça ouvindo as músicas. Aos críticos
restou calarem-se e participar do sucesso.
A Praça do Ferreira é o coração de Fortaleza e era
injustiça que ficasse a margem desse processo de ressurgimento do Pré
Carnaval. O que aconteceu foi a imediata identificação do Bloco para com
a Praça, tudo isso incentivado pela Prefeitura que sempre teve em seus
planos revitalizar o Centro histórico. Além do Concentra se apresentam
nas redondezas o Bloco Matou a Pau..ta, composto por jornalistas, e o
Bloco Batendo o Centro. Além disso várias troças e cordões vem de todos
os bairros e desfilam irreverência dentro do Concentra onde podemos
destacar o Cordão Rolim Rabá.
E o Concentra é assim na Praça
Em 2007 com o espaço já consolidado a praça ficou do
tamanho de uma pracinha do interior. Foram registrados públicos de até
30 mil pessoas por noite de apresentação. Claro que problemas apareceram
mas foram devidamente remediados. Em 2008 já com a concorrência dos
Blocos da Praia de Iracema o público diminuiu, porém esse fato melhorou o
Bloco. Os paredões e malas de som desapareceram praticamente. Os
estacionamentos ficaram mais acessíveis e assim vem se mantendo ano a
ano.
Seria outra injustiça finalizar sem falar de um
participante especial do Bloco que é o Waldonys. Na primeira vez que foi
tocado no nome dele foi um alvoroço no fórum de discussão no Orkut.
Como pode um Sanfoneiro, que toca forró, querer se apresentar no Pré
Carnaval? A população passa o ano sendo bombardeada por forró e não
escaparia nem no Pré? Esse foram algum dos argumento que inclusive quem
vos escreve engrossou o cordão dos reticentes. Mesmo assim o Waldonys se
apresentou e nos calou provando que era sim possível uma sanfona fazer
sucesso no Pré Carnaval. Foi um repertório selecionado de músicas
regionais com um apelo carnavalesco que conquistou o público e agora
todo o ano é impossível não ter a presença do Waldonys.
Esse ano as apresentações do Concentra acontecerão
nos dias 21 e 28 de Janeiro, e nos dias 04 e 11 de Fevereiro na Praça do
Ferreira sempre das 18 até as 22hrs. Se você gosta de marchinha, frevo,
sambas esteja desde já convocado a manter essa tradição.
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Roberto Félix
domingo, 4 de dezembro de 2011
Cobertura: 3º Ensaio do Luxo da Aldeia
Por Blog Aidentu

Luxo da Aldeia
O Conde
Adeus Praia de Iracema

Bom público mesmo com concorrência
Cobertura: 3º Ensaio do Luxo da Aldeia
Luxo da Aldeia
Bom dia galera! Já é reta final de 2011 e ganhamos logo um Show do Luxo da Aldeia no comecinho de Dezembro, melhor que isso só 13º a vista na conta 
O Conde
Ontem a concorrência foi mordaz, além do Ensaio do Luxo houve outras Festas de grande interesse no Amicis e no Órbita mas como todos nós sabemos isso não é problema para quem tem um público cativo. A banda começou por volta de meia noite e a galera chegou junto e caiu na folia! Parece até clichê do O Povo ou Diário do Nordeste mas é apenas a pura verdade.
Adeus Praia de Iracema
Na semana passada devido ao exíguo tempo o Luxo teve apenas uma hora mas ontem ele jogava em casa e usou e abusou do tempo e não fez cera. Pôde-se constatar que a renovação de público é palpitante e que todos que vão conhecer o trabalho dos meninos acabam voltando. A qualidade do som da banda ontem estava muito boa, sem os pequenos problemas técnicos de microfonia, amplificação ou seja lá o que houve no Amicis semana passada que deixou a desejar.
Ontem o vocalista, Bruno Perdigão, parecia mais solto como se estivesse de fato no Benfica. A intensidade do timbre da sua voz se fez presente e as letras puderam ser ouvidas com bastante clareza. Empolgado, ele puxou o público para o despenca e para avisar que calmaria na cidade era geral. O mais interessante é que depois de alguns anos de Luxo fui prestar atenção no back vocal, figura do Mateus Perdigão, e ontem deu para lhe escutar cantando por trás do Bruno, no bom sentido, como se o Marrone fosse 
Bom público mesmo com concorrência
E das novidades… 2012 o sistema vai ser nervoso
Ouvi um triângulo meio enxerido junto dos acordes da Banda, a guitarra parece que ontem afinou a voz e quer mostrar nova roupagem. Tudo muito bom, e além disso soube a boca pequena que teremos provavelmente uma grande contratação vindo por Sedex. Uma guitarrinha soteropolitana para relembrar as músicas do Fausto Nilo ao melhor estilo, tal qual como se estivéssemos nos anos 80. É esperar para a chegada da mesma, os treinos e quem sabe ela vai ser a revelação do Luxo da Aldeia em 2012 no velho campo do Benfica? Aguardemos! Por hoje vamos ficando por aqui, temos três vídeos bacanudos e as fotos que acompanham esta cobertura. Semana que vem tem mais porém depois eu lhes aviso.
PS: FINALMENTE TOCARAM A MÚSICA DA ROSSICLÉIA! CARESTIA MEDONHA!
sábado, 26 de novembro de 2011
Cobertura: Concentração de Luxo com Bons Amigos
Do Blog Aidentu
Fotos - Roberto Félix
http://www.aidentu.com.br/2011/11/cobertura-concentracao-de-luxo-com-bons-amigos/
Ontem tivemos o prazer de se fazer presente em mais um Ensaio Pré Carnavalesco. Se o Carnaval Cearense atualmente é o Pré Carnaval que acontece em Janeiro/Fevereiro então esses Ensaios agora passaram a ser o nosso novo Pré Carnaval concordam? O Buoni Amicis foi o palco onde desfilaram os 3 blocos convidados da noite. Todos já imaginavam que o local seria pequeno para tamanha paixão que eles trazem junto com um público fiel que sempre os seguem. A noite começou com o já tradicional Concentra Mas Não Sai.
Eram 23:34 quando a banda do Concentra começou seus primeiros acordes envenenados. Juro para vocês que no momento que se iniciou havia poucas pessoas dentro do recinto e eu já começava a mal julgar a estratégia de marketing e divulgação do evento. Ainda bem que meu pré julgamento veio se provar errôneo depois, tendo em vista que com o passar das músicas o Amicis foi entupindo.
Fotos - Roberto Félix
http://www.aidentu.com.br/2011/11/cobertura-concentracao-de-luxo-com-bons-amigos/
![]() |
| Banda do Concentra mas não sai |
![]() |
| Marcus Vinicius do concorrente Diumtudo |
Findado o Concentra começou o Luxo da Aldeia já na obrigação de pelo menos manter o ritmo alucinado que os metais do Concentra deixou nos foliões. E eles corresponderam, destilaram todos seus sucessos que na verdade são sucessos de compositores Cearenses mas isto vocês já sabem. E a uma horinha voou também para os meninos do Luxo. Mal tiveram tempo de tocar as mais pedidas como: Carneiro, Terral, Bloco do Susto, Batuquê de Praia e Zanzibar.
![]() |
| Luxo da Aldeia |
No final ficou aquele gostinho de quero mais, mas sem muita delonga o Bloco Bons Amigos veio fechar a noite com muito Samba carioca com um sotaque Cearense. Assim todos saíram felizes e já ansiosos para o Pré Carnaval. Mas os fãs do Luxo não precisam esperar muito, semana que vem eles se apresentam no Acervo Imaginário então #boranessa!
domingo, 28 de agosto de 2011
Luxo da Aldeia na festa Azul e Lilás
Do blog - Aidentu.com.br
Eu venho das dunas brancas
Onde eu queria ficar
Deitando os olhos cansados
Por onde a vida alcançar
Meu céu é pleno de paz
Sem chaminés ou fumaça
No peito enganos mil
Na Terra é pleno abril
Eu tenho a mão que aperreia, eu tenho o sol e areia
Eu sou da América, sul da América, South America
Eu sou a nata do lixo, eu sou o luxo da aldeia, eu sou do Ceará
Aldeia, Aldeota, estou batendo na porta prá lhe aperriá
Prá lhe aperriá, prá lhe aperriá
Eu sou a nata do lixo, eu sou o luxo da aldeia, eu sou do Ceará
A Praia do Futuro, o farol velho e o novo são os olhos do mar
São os olhos do mar, são os olhos do mar
O velho que apagado, o novo que espantado, vento a vida espalhou
Luzindo na madrugada, braços, corpos suados, na praia falando amor.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Luxo da Aldeia - por Roberto Félix
Luxo de Aldeia - 11 de Fevereiro de 2011 - Vídeo de Roberto Félix
Bloco Luxo da Aldeia
Pré-Carnaval de Fortaleza
BATUQUE DE PRAIA
(Petrúcio Maia)
Gravadora: CBS (Sony Music)
Lançamento: 1982 (Compacto Simples)
Não é qualquer carnaval
Não é qualquer litoral
Que faz a minha cabeça não
Não é qualquer fuzuê
Não é qualquer "não sei quê"
Que vem bater no meu coração
Tem que ter "um quê"
Pode, pode ser
Ba de batuquê
Mel de melar você
Não é qualquer carnaval...
Pode ser você
Que rebola a saia
E faz um fuzuê
Num batuquê de praia...
Bloco Luxo da Aldeia
Pré-Carnaval de Fortaleza
BATUQUE DE PRAIA
(Petrúcio Maia)
Gravadora: CBS (Sony Music)
Lançamento: 1982 (Compacto Simples)
Não é qualquer carnaval
Não é qualquer litoral
Que faz a minha cabeça não
Não é qualquer fuzuê
Não é qualquer "não sei quê"
Que vem bater no meu coração
Tem que ter "um quê"
Pode, pode ser
Ba de batuquê
Mel de melar você
Não é qualquer carnaval...
Pode ser você
Que rebola a saia
E faz um fuzuê
Num batuquê de praia...
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