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segunda-feira, 21 de agosto de 2017
sexta-feira, 26 de agosto de 2016
Na sexta com Fabiana
A cantora Fabiana Cozza interpreta esse samba de Wilson da Neves e Paulo Cesar Pinheiro.
O Samba É Meu Dom
O samba é meu dom
Aprendi bater samba ao compasso do meu coração
De quadra, de enredo, de roda, na palma da mão
De breque, de partido alto e o samba canção
O samba é meu dom
Aprendi dançar samba vendo samba de pé no chão
No Império Serrano a escola da minha paixão
No terreiro, na rua, no bar, gafieira e salão
O samba é meu dom
Aprendi cantar samba com quem dele fez profissão
Mário Reis, Vassourinha, Ataulfo, Ismael, Jamelão
Com Roberto Silva, Sinhô, Gonga, Ciro e João Gilberto
O samba é meu dom
Aprendi muito samba com quem sempre fez samba bom
Silas, Zinco, Aniceto, Anescar, Cachinê, Jaguarão
Zé com Fome, Herivelto, Marçal, Mirabeau, Henricão
O samba é meu dom
E no samba que eu vivo do samba que eu ganho meu pão
E é no samba que eu quero morrer de baquetas na mão
Pois quem é do samba meu nome não esquece mais não
quinta-feira, 23 de abril de 2015
Som de Prata (Moacyr Luz e PC Pinheiro)
Som de Prata ( Moacyr Luz e Paulo César Pinheiro)
Nasceu no Rio de Janeiro
No dia do santo guerreiro
Naquele tempo que passou
Foi o maior mestre do choro
Tinha um coração de ouro
E que bom compositor
Foi carinhoso e foi ingênuo
E na roda dos boêmios
Sua flauta era rainha
E em samba, choro e serenata
Como era doce o som de prata, doutor
Que a flauta tinha
O embaixador dessa cidade
Meu Deus do céu, mas que saudade que dá
Do velho Pixinguinha
Veio da terra de Zambi
Sangue de malê
De uma falange do rei Nagô
Filho de Ogum, de São Jorge, no batuquegê
De benguelê, de iaô
Rainha ginga
É que sua avó era africana
A rezadeira de Aruanda, vovó
Vovó Cambinda
Só quem morre dentro de uma igreja
Virá Orixá, louvado seja senhor
Meu santo Pixinguinha
Ele é de benguelê
Ele é de iaô
É do batuquegê
Ele é do rei Nagô
É sangue de malê
É santo sim senhor
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
SACI - Guinga e PC Pinheiro
Via Rogério Ribeiro
Saci (Guinga e PC Pinheiro)
Quem vem vindo ali
É um preto retinto e anda nu
Boné cobrindo o pixaim
E pitando um cachimbo de bambu
Vem me acudir
Acho que ouvi seu assovio
Fiquei até com cabelo em pé
Me deu arrepio, frio
Quem vem vindo ali
Tá capengando numa perna só
Só pode ser coisa ruim
Como bem já dizia minha vó
Diz que ele vem
Montado num roda-moinho
Já sei quem é, já vi seu boné
Surgir no caminho
Quando ele vê que eu me benzi
E que eu me arredo, cruz credo
Solta uma gargalhada
Some na estrada
É o Saci
Saci (Guinga e PC Pinheiro)
Quem vem vindo ali
É um preto retinto e anda nu
Boné cobrindo o pixaim
E pitando um cachimbo de bambu
Vem me acudir
Acho que ouvi seu assovio
Fiquei até com cabelo em pé
Me deu arrepio, frio
Quem vem vindo ali
Tá capengando numa perna só
Só pode ser coisa ruim
Como bem já dizia minha vó
Diz que ele vem
Montado num roda-moinho
Já sei quem é, já vi seu boné
Surgir no caminho
Quando ele vê que eu me benzi
E que eu me arredo, cruz credo
Solta uma gargalhada
Some na estrada
É o Saci
Marcadores:
Consciência Negra,
Dia nacional da Consciência Negra,
Guinga,
Jurim Moreira,
Lenine,
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Paulo Sérgio Santos,
Rogério Lama,
Rogério Ribeiro
terça-feira, 26 de agosto de 2014
Dori Caymmi - 26 de agosto de 1943
Desenredo
Composição: Dori Caymmi / Paulo César Pinheiro
Por toda terra que passo me espanta tudo que vejo
A morte tece seu fio de vida feita ao avesso
O olhar que prende anda solto
O olhar que solta anda preso
Mas quando eu chego eu me enredo
Nas tranças do teu desejo
O mundo todo marcado à ferro, fogo e desprezo
A vida é o fio do tempo, a morte o fim do novelo
O olhar que assusta anda morto
O olhar que avisa anda aceso
Mas quando eu chego eu me perco
Nas tramas do teu segredo
Ê Minas, ê Minas, é hora de partir, eu vou
Vou-me embora pra bem longe
A cera da vela queimando, o homem fazendo seu preço
A morte que a vida anda armando, a vida que a morte anda tendo
O olhar mais fraco anda afoito
O olhar mais forte, indefeso
Mas quando eu chego eu me enrosco
Nas cordas do seu cabelo
Ê Minas, ê Minas, é hora de partir, eu vou
Vou-me embora pra bem longe...
terça-feira, 19 de agosto de 2014
Mordaça (Eduardo Gudin e Paulo César Pinheiro) 1976
Por Marcus Vinicius
Para aqueles e aquelas jovens que nunca viveram um estado de exceção - uma ditadura - mas que insistem, hoje, em dizer que vivemos.
Oh tempus! Oh mores!
Mordaça (Eduardo Gudin e Paulo César Pinheiro)
TUDO O QUE MAIS NOS UNIU SEPAROU
TODO O QUE TUDO EXIGIU RENEGOU
DA MESMA FORMA QUE QUIS RECUSOU
O QUE TORNA ESSA LUTA IMPOSSÍVEL E PASSIVA
O MESMO ALENTO QUE NOS CONDUZIU DEBANDOU
TUDO O QUE TUDO ASSUMIU DESANDOU
TUDO QUE SE CONSTRUIU DESABOU
O QUE FAZ INVENCÍVEL A AÇÃO NEGATIVA
É PROVÁVEL QUE O TEMPO FAÇA A ILUSÃO RECUAR
POIS TUDO É INSTÁVEL E IRREGULAR
E DE REPENTE O FUROR VOLTA
O INTERIOR TODO SE REVOLTA
E FAZ NOSSA FORÇA SE AGIGANTAR
MAS SÓ SE A VIDA FLUIR SEM SE OPOR
MAS SÓ SE O TEMPO SEGUIR SEM SE IMPOR
MAS SÓ SE FOR SEJA LÁ COMO FOR
O IMPORTANTE É QUE A NOSSA EMOÇÃO SOBREVIVA
E A FELICIDADE AMORDACE ESSA DOR SECULAR
POIS TUDO NO FUNDO É TÃO SINGULAR
É RESISTIR AO INEXORÁVEL
O CORAÇÃO FICA INSUPERÁVEL
E PODE EM VIDA IMORTALIZAR
Para aqueles e aquelas jovens que nunca viveram um estado de exceção - uma ditadura - mas que insistem, hoje, em dizer que vivemos.
Oh tempus! Oh mores!
Mordaça (Eduardo Gudin e Paulo César Pinheiro)
TUDO O QUE MAIS NOS UNIU SEPAROU
TODO O QUE TUDO EXIGIU RENEGOU
DA MESMA FORMA QUE QUIS RECUSOU
O QUE TORNA ESSA LUTA IMPOSSÍVEL E PASSIVA
O MESMO ALENTO QUE NOS CONDUZIU DEBANDOU
TUDO O QUE TUDO ASSUMIU DESANDOU
TUDO QUE SE CONSTRUIU DESABOU
O QUE FAZ INVENCÍVEL A AÇÃO NEGATIVA
É PROVÁVEL QUE O TEMPO FAÇA A ILUSÃO RECUAR
POIS TUDO É INSTÁVEL E IRREGULAR
E DE REPENTE O FUROR VOLTA
O INTERIOR TODO SE REVOLTA
E FAZ NOSSA FORÇA SE AGIGANTAR
MAS SÓ SE A VIDA FLUIR SEM SE OPOR
MAS SÓ SE O TEMPO SEGUIR SEM SE IMPOR
MAS SÓ SE FOR SEJA LÁ COMO FOR
O IMPORTANTE É QUE A NOSSA EMOÇÃO SOBREVIVA
E A FELICIDADE AMORDACE ESSA DOR SECULAR
POIS TUDO NO FUNDO É TÃO SINGULAR
É RESISTIR AO INEXORÁVEL
O CORAÇÃO FICA INSUPERÁVEL
E PODE EM VIDA IMORTALIZAR
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Samba antigo
Samba Antigo
(Miltinho "MPB-4" / Mário Negrão / Paulo César Pinheiro)
Citação: "Mascarada" (Zé Kéti / Elton Medeiros)
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Reza, Meu Bem (Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro)
por Alfredo Pessoa
Mais um samba informal de Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro. Em 2008, Cristina Buarque e o Samba de Fato composto por Pedro Miranda, Alfredo Del-Penho, Pedro Amorim e Paulinho Dias gravaram 30 pérolas de Mauro Duarte, conhecido como Bolacha pelos amigos. O trabalho é pela Deckdisc e a produção ficou por conta de Del-Penho. O grande melodista Mauro Duarte compôs 70 músicas, 10 das quais finalizadas após a sua morte em 1989. Paulo César Pinheiro, seu maior parceiro, sempre que lembra do autor, mareja os olhos e a palavra arranha... "Bolacha, como eu sinto a tua falta".
Reza, Meu Bem (Mauro Duarte/Paulo C. Pinheiro)
(A7(b13) Dm7 Am7 G7 C7M E7)
Am7 E7 Am7 G7 C7M
Reza, meu bem....Reza que acalma
Bm7(b5) E7 Am7 B7 Bm4(7)
Reza pelo nosso bem, pelo corpo e pela alma
Em7(b5) A7 Em7(b5) A7 D7 Dm7
Sem blasfemar, vou rezar do jeito meu
Am7 B7 E7 Am7 Em7(b5) A7 Em7(b5)
Meu altar são os braços teus....Sem transgredir, já escrevi
A7 D7 E7 Am7 B7 E7 Am7 E7
Os versos meus, junto a ti estou junto a Deus
Am7 E7 Am7 E7 Dm7 E7 Em7(b5) A7
Ô ô ô ô Do teu lado a vida tem sentido
Dm7 A7 Dm7 A7 Dm7 E7 Am7 E7
Ô ô ô ô Junto a ti me sinto convertido
Am7 G7 C7M B7 Em7 B7 Em7 F#7
Ô ô ô ô ô ô ô ô
Bm7 F#7 Bm7 A7 D7M
Reza, meu bem....Reza que acalma
C#m7(b5) F#7 Bm7 C#7 C#m4(7)
Reza pelo nosso bem, pelo corpo e pela alma
F#m7(b5) B7 F#m7(b5) B7 E7 Em7
Sem blasfemar, vou rezar do jeito meu
Bm7 C#7 F#7 Bm7 F#m7(b5) B7 F#m7(b5)
Meu altar são os braços teus....Sem transgredir, já escrevi
B7 E7 F#7 Bm7 C#7 F#7 Bm7 F#7
Os versos meus, junto a ti estou junto a Deus
Bm7 F#7 Bm7 F#7 Em7 F#7 F#m7(b5) B7
Ô ô ô ô Do teu lado a vida tem sentido
Em7 B7 Em7 B7 Em7 F#7 Bm7 (B7(b13)
Ô ô ô ô Junto a ti me sinto convertido
Em7 Bm7 A7 D7M G7 F#7 Bm7)
Mais um samba informal de Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro. Em 2008, Cristina Buarque e o Samba de Fato composto por Pedro Miranda, Alfredo Del-Penho, Pedro Amorim e Paulinho Dias gravaram 30 pérolas de Mauro Duarte, conhecido como Bolacha pelos amigos. O trabalho é pela Deckdisc e a produção ficou por conta de Del-Penho. O grande melodista Mauro Duarte compôs 70 músicas, 10 das quais finalizadas após a sua morte em 1989. Paulo César Pinheiro, seu maior parceiro, sempre que lembra do autor, mareja os olhos e a palavra arranha... "Bolacha, como eu sinto a tua falta".
Reza, Meu Bem (Mauro Duarte/Paulo C. Pinheiro)
(A7(b13) Dm7 Am7 G7 C7M E7)
Am7 E7 Am7 G7 C7M
Reza, meu bem....Reza que acalma
Bm7(b5) E7 Am7 B7 Bm4(7)
Reza pelo nosso bem, pelo corpo e pela alma
Em7(b5) A7 Em7(b5) A7 D7 Dm7
Sem blasfemar, vou rezar do jeito meu
Am7 B7 E7 Am7 Em7(b5) A7 Em7(b5)
Meu altar são os braços teus....Sem transgredir, já escrevi
A7 D7 E7 Am7 B7 E7 Am7 E7
Os versos meus, junto a ti estou junto a Deus
Am7 E7 Am7 E7 Dm7 E7 Em7(b5) A7
Ô ô ô ô Do teu lado a vida tem sentido
Dm7 A7 Dm7 A7 Dm7 E7 Am7 E7
Ô ô ô ô Junto a ti me sinto convertido
Am7 G7 C7M B7 Em7 B7 Em7 F#7
Ô ô ô ô ô ô ô ô
Bm7 F#7 Bm7 A7 D7M
Reza, meu bem....Reza que acalma
C#m7(b5) F#7 Bm7 C#7 C#m4(7)
Reza pelo nosso bem, pelo corpo e pela alma
F#m7(b5) B7 F#m7(b5) B7 E7 Em7
Sem blasfemar, vou rezar do jeito meu
Bm7 C#7 F#7 Bm7 F#m7(b5) B7 F#m7(b5)
Meu altar são os braços teus....Sem transgredir, já escrevi
B7 E7 F#7 Bm7 C#7 F#7 Bm7 F#7
Os versos meus, junto a ti estou junto a Deus
Bm7 F#7 Bm7 F#7 Em7 F#7 F#m7(b5) B7
Ô ô ô ô Do teu lado a vida tem sentido
Em7 B7 Em7 B7 Em7 F#7 Bm7 (B7(b13)
Ô ô ô ô Junto a ti me sinto convertido
Em7 Bm7 A7 D7M G7 F#7 Bm7)
Marcadores:
Alfredo del-Penho,
Alfredo Pessoa,
Cristina,
Mauro Duarte,
Música cifrada,
Paulino Dias,
Paulo César Pinheiro,
Pedro Amorim,
Pedro Miranda,
samba
sábado, 17 de agosto de 2013
Um ser de luz
Por Alfredo Pessoa
F#m7(11) B7 E7
Em 12 de agosto de 2013 Clara Francisca Gonçalves, Clara Nunes, natural de Paraopeba (MG), faria 71 anos se estivesse viva. Esta música é uma bela homenagem de Paulo César Pinheiro, João Nogueira e Mauro Duarte. Depois da morte de Clara, em abril de 1983, João idealizou a homenagem com o parceiro. Paulo César, viúvo, não tinha cabeça pra pensar em nada. Um tempo depois Mauro Duarte insistiu: "vamos fazer antes que outros façam". Logo, Paulo César entregou a letra aos dois, depois de pronta ouviu uma só vez e nunca mais. No disco que Paulo César gravou com João em 1994, Parceria, pelo selo Velas, produção de Eduardo Gudim, João canta "Um Ser de Luz" sozinho. Clara também foi homenageada por Martinho da Vila e Francis Hime em belíssimos sambas.
Um Ser de Luz ( João Nogueira/PC Pinheiro/Mauro Duarte)
A7(b13) Dm7 G7 C7M D#º E7 Am7
Um dia, um ser de luz nasceu, numa cidade do interior
Em7(b5) A7 Dm7 A#7 A7 Dm7
Em7(b5) A7 Dm7 A#7
E o menino Deus lhe abençoou de manto branco ao se batizar A7 Dm7 A7 Dm7 Bm7(11) E7 Am7
Se transformou num sabiá. Dona dos versos de um trovador
D#º E7 Am7 Dm7(9) G7(4/9) G7(9/b5) C7M
D#º E7 Am7 Dm7(9) G7(4/9) G7(9/b5) C7M
E a rainha do seu lugar. Sua voz então, ao se espalhar,
Corria chão, cruzava o mar, levada pelo ar.
Bm7(11) E7 Am7 D#º E7 Am7
Onde chegava espantava a dor, com a força do seu cantar
G7 C7M Bm7(11) E7 Gm6 A7
Mas aconteceu um dia foi que o menino Deus chamou
Dm7 G#º Am/G F#m7(b5) Dm6/F E7 Gm6 A7
Dm7 G#º Am/G F#m7(b5) Dm6/F E7 Gm6 A7
ela foi pra cantar para além do luar onde moram as estrelas
Dm7 E7 Am7 Am/G B7
A gente fica a lembrar, vendo o céu clarear
E7 Am7 E7
E7 Am7 E7
Na esperança de vê-la, sabiá
Am7 E7 Am7 Dm7 D#º E7 Gm6 A7 Dm7 Dm/C
Sabi--------- á, que falta faz tua a---legri-------a, sem você
Bm7(b5) D#º E7 Am7
Meu canto agora é só, melancolia
Dm7 Am7 G7 C7M C7 F7
Dm7 Am7 G7 C7M C7 F7
Canta meu sabiá, voa meu sabiá, adeus, meu sabiá
E7 Am7 [C7(9) F7M Bb7(b5) Am7M(9)]
Até um dia
terça-feira, 13 de agosto de 2013
De Onde é que Veio o Samba (P.C. Pinheiro/L. Rabello)
Poucos como o poeta Paulinho são capazes de contar a história do samba. Essa peça foi desafio de um amigo. Pra ficar tudo em casa, Paulo César, como Elis Regina gostava de lhe chamar, deixou a parte musical com sua atual esposa, a nova dona dos versos de um trovador, Luciana Rabello.
Luciana é irmã do espetacular violonista, já falecido, Raphael Rabello e cunhada de Paulinho da Viola, que também tem história no samba.
Para ouvir basta colocar no google Luciana Rabello cantando ou http://www.youtube.com/ watch?v=Rbg12av0yIA&hd=1
Nesse vídeo, antes da música principal, o filho toca violão e a filha cavaquinho. Família de futuro essa.
Obs: o tom da Luciana Rabello é Sol
De Onde é que Veio o Samba (P.C. Pinheiro/L. Rabello)
D6(9) G/A D6(9) G/A D6(9)
Mas de onde é que veio o samba seu doutor perguntou
G/A D6(9) C#m7(b5)
Veio do Rio de Janeiro ou Salvador
F#7 Bm7 Bm7M Bm7 E7/G#
Eu respondi no contrapé, vou lhe dizer de onde é que é
E7 G/A (D6(9) G/A)
Foi dos quadris de uma mulher que veio o samba
D6(9) G/A D6(9) G/A
Mas sempre ouvi dizer que o samba seu doutor insistiu
D6(9) C#m7(b5)
Veio da África direto pro Brasil
F#7 Bm7 Bm7M Bm7
Eu resolvi dar nomes aos bois, Brasil e África amaram-se
E7/G# E7 G/A D6(9) G/A
Os dois, do casamento é que depois nasceu o samba
D6(9) G/A D6(9) G/A
Mas quem pergunta é porque nunca vai saber
D6(9) C#m7(b5) F#7
Tem que sentir pra compreender
Bm7 Bm7M Bm7 E7/G#
Samba tanto faz de onde é que vem que tá no sangue
E7 G/A D6(9)
Tá no gen, que tá em quem gosta de samba...
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
SACI - GUINGA E PAULO CÉSAR PINHEIRO
Via Eva Caldas
SACI (GUINGA E PAULO CÉSAR PINHEIRO)
Quem vem vindo ali
É um preto retinto e anda nu
Boné cobrindo o pixaim
E pitando um cachimbo de bambu
Vem me acudir
Acho que ouvi seu assovio
Fiquei até com cabelo em pé
Me deu arrepio, frio
Quem vem vindo ali
Tá capengando numa perna só
Só pode ser coisa ruim
Como bem dizia minha vó
Diz que ele vem
Montado num roda-moinho
Já sei quem é, já vi seu boné
Surgir no caminho
Quando ele vê que eu´me benzi
E que eu me arredo, cruz credo
Solta uma gargalhada
Some na estrada
É o Saci
SACI (GUINGA E PAULO CÉSAR PINHEIRO)
Quem vem vindo ali
É um preto retinto e anda nu
Boné cobrindo o pixaim
E pitando um cachimbo de bambu
Vem me acudir
Acho que ouvi seu assovio
Fiquei até com cabelo em pé
Me deu arrepio, frio
Quem vem vindo ali
Tá capengando numa perna só
Só pode ser coisa ruim
Como bem dizia minha vó
Diz que ele vem
Montado num roda-moinho
Já sei quem é, já vi seu boné
Surgir no caminho
Quando ele vê que eu´me benzi
E que eu me arredo, cruz credo
Solta uma gargalhada
Some na estrada
É o Saci
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Samba de Botequim, de Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro
Cantor Ciribáh Soares vai ao Programa Brasileirinho e interpreta o belíssimo samba de Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro, Samba de Botequim.
Acompanhamento:
Ribamar ao 7 cordas,
Chico no cavaquinho,
Veveu na percussão e
Eduardo no pandeiro..
terça-feira, 7 de agosto de 2012
IÔ-IÔ - JOÃO NOGUEIRA
Via Bruno Perdigão
Nos 70 anos de Caetano uma música de João Nogueira e Paulo César Pinheiro, supostamente feita para Caetano.
Iô-Iô ( João Nogueira e Paulo César Pinheiro)
Iô-iô você exalta a Bahia
porém nunca mais por lá ficou
e deu pra falar mal do Rio morando aos pés do redentor
Até que no início você parecia que era um bom rapaz
Mas com essa mania de estar todo dia em jornal: Falou demais
iô-iô olha o homem que é homem não muda que nem você mudou
Não cospe no prato que come
nem vai contra o povo que o sagrou
em que casa de marimbondo você foi mexer porque é falador
e agora só vai ser chamado de iô-iô
iô-iô que arapuca você colocou a carroça na frente dos bois
e macaco velho não põe a mão em cumbuca e você pôs
Você vive inventando moda
jogada pra estar sempre em cartaz
e é tanta conversa fiada que ninguém agüenta mais
agiu de má fé nas paradas
só que dessa vez ninguém engoliu
e cai numa mesma mancada que agora é uma boca de funil
ninguém mexe com quem tá quieto
ainda mais carioca que é gozador
e agora só vai ser chamado de iô-iô
Nos 70 anos de Caetano uma música de João Nogueira e Paulo César Pinheiro, supostamente feita para Caetano.
Iô-Iô ( João Nogueira e Paulo César Pinheiro)
Iô-iô você exalta a Bahia
porém nunca mais por lá ficou
e deu pra falar mal do Rio morando aos pés do redentor
Até que no início você parecia que era um bom rapaz
Mas com essa mania de estar todo dia em jornal: Falou demais
iô-iô olha o homem que é homem não muda que nem você mudou
Não cospe no prato que come
nem vai contra o povo que o sagrou
em que casa de marimbondo você foi mexer porque é falador
e agora só vai ser chamado de iô-iô
iô-iô que arapuca você colocou a carroça na frente dos bois
e macaco velho não põe a mão em cumbuca e você pôs
Você vive inventando moda
jogada pra estar sempre em cartaz
e é tanta conversa fiada que ninguém agüenta mais
agiu de má fé nas paradas
só que dessa vez ninguém engoliu
e cai numa mesma mancada que agora é uma boca de funil
ninguém mexe com quem tá quieto
ainda mais carioca que é gozador
e agora só vai ser chamado de iô-iô
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Marcos Sacramento e Zé Paulo Becker (2)
Via Bruno Perdigão
Marcos Sacramento [Voz]
Zé Paulo Becker [Violão]
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Marcos Sacramento
Conformação - José Paulo Becker e Paulo César Pinheiro, do novo disco de Marcos Sacramento "Todo mundo quer amar"
quinta-feira, 14 de junho de 2012
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
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