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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Depois eu é que implico com a Marina Silva -"setor essencial da economia e da sociedade brasileira"

Aos(as) Marinetes, hoje arrependidos, e aos que continuam acreditando:

“A Rede Sustentabilidade informa que, diferentemente do entendimento de algumas entidades do agronegócio, em nenhum momento sua porta-voz Marina Silva fez críticas a esse setor. As declarações recentes foram exclusivamente sobre a participação do deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO) em eventual coligação em Goiás. A forte resistência do deputado em trazer para o setor agrícola a necessidade estratégica da sustentabilidade ambiental, econômica e sócio cultural tornaria inviável qualquer aliança política entre a Rede e o DEM numa mesma coligação no Estado de Goiás. A Rede lamenta as distorções e manipulações que o deputado faz sobre as declarações de Marina Silva, que podem levar a um entendimento equivocado sobre o posicionamento dela e de outros membros do partido sobre o agronegócio. Ademais uma critica às posições equivocadas do Deputado Caiado não podem ser extrapoladas como uma crítica ao setor. A Rede Sustentabilidade reafirma seu compromisso com esse setor essencial da economia e da sociedade brasileira e a intenção de trabalhar para seu desenvolvimento, sempre com respeito ao ambiente e aos direitos dos trabalhadores rurais e populações indígenas.”

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Quem afirma que existe “chavismo” no Brasil mente – infelizmente

Via Bruno Perdigão

Por Cynara Menezes

(na Bolívia tem “chavismo”. E não tem mais analfabetismo)
Estamos vivendo, desde o chamado “mensalão”, um preocupante processo de judicialização da política no Brasil, que cria uma situação paradoxal: enquanto a oposição manobra para tentar mudar no tapetão o que não consegue nas urnas, começam a se levantar vozes aludindo a um suposto “chavismo” imposto pelo PT ao mesmo Judiciário que condenou membros do partido. Foi essa expressão –”chavismo” ou “bolivarianismo”– a utilizada pelo ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), ao demonstrar falta de esportiva, para dizer o mínimo, quando sua tese foi derrotada no mês de setembro pela maioria da Corte, que optou pela aceitação dos embargos infringentes e pela defesa do Estado de Direito.
Não por coincidência, foi Gilmar Mendes quem entraria novamente em campo no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na semana passada para interceder em favor do registro da Rede Sustentabilidade, o partido sonhado por Marina Silva. Suplente de José Antonio Tóffoli no tribunal, Mendes compareceu à sessão para, em seu conhecido estilo tonitruante, bradar contra a “arcaica” Justiça brasileira que prejudicou Marina. Ora, por seis votos a um (o dele, Gilmar) a argumentação da Rede de que os cartórios eleitorais trabalharam mal foi rejeitada de forma veemente pelos ministros, até mesmo por Marco Aurélio Mello – que, diga-se de passagem, também votara contra a aceitação dos embargos infringentes no STF.
A Rede teve seu registro negado simplesmente porque não conseguiu reunir o número de assinaturas exigido por uma lei de 1995, oito anos antes de o PT chegar ao poder. É preciso que se diga que o grupo pró-Rede atuou de forma amadora na coleta das assinaturas. Enquanto o Pros e o Solidariedade começaram a recolher firmas um ano antes e recorreram ao auxílio de especialistas, a Rede só começou este ano e sem ajuda alguma. Louvável, mas ineficiente. Os ministros do TSE, portanto, nada fizeram além de exigir o que cobra a lei a quem quer que seja. E a Rede ficou de fora–lamentavelmente, porque em minha opinião faria bem ao PT ser confrontado com uma proposta diferente. Dura lex sed lex: a lei é dura, mas tem que ser cumprida.
Até por isso, me causou estupor a declaração atribuída a Marina Silva pelos jornais, em que adere ao conceito de Gilmar Mendes de que a causa de sua derrota no TSE foi o “chavismo” imposto ao País pelo PT. Começa mal a ex-senadora na corrida rumo à presidência se não reconhece a voz de seis ministros do Tribunal Superior Eleitoral, apelando ao recurso de acusar os membros daquela Corte de serem influenciados pelo governo. O que queria Marina? Que os demais ministros passassem por cima da lei para beneficiá-la, como fez Gilmar Mendes? Que belo exemplo de “nova forma” de fazer política…
E digo mais: qualquer um que afirmar existir “chavismo” ou “bolivarianismo” no Brasil está faltando com a verdade. É uma mentira deslavada que haja indícios de “venezuelização” do governo, para usar um termo caro aos jornais antes da vitória de Lula em 2002. E digo isso com dor no coração, porque gostaria que houvesse. Vou dizer por quê.
Se tivesse havido “chavismo” no Brasil:
– O governo teria investido na conscientização da juventude, que seria menos permeável à influência dos meios de comunicação e saberia muito bem as razões para ir às ruas protestar quando necessário;
– Teríamos concluído inteiramente o processo de reforma agrária, com o alijamento dos latifundiários do poder decisório em nosso País;
– Os médicos cubanos e de outros países já estariam há muito mais tempo atuando em lugares onde os médicos brasileiros se recusam a ir trabalhar e a saúde do nosso povo estaria bem melhor;
– A educação pública e gratuita teria máxima prioridade em detrimento do ensino privado, e consequentemente o analfabetismo teria sido eliminado: países “bolivarianos” assumidos, a Venezuela é, pelos critérios da Unesco, “território livre do analfabetismo” desde 2005, a Bolívia desde 2008 e o Equador desde 2009;
– Teríamos um salário mínimo com muito maior poder de compra (o da Venezuela, atualmente em 1024 reais, é o mais alto da América Latina);
– Algumas empresas privatizadas durante o governo Fernando Henrique Cardoso, de forma irresponsável, teriam sido reestatizadas;
– O Estado seria laico, sem qualquer influência de líderes religiosos na política e nos governos;
– O Imposto sobre as grandes fortunas já seria realidade;
– A Lei de Meios, capaz de democratizar os meios de comunicação, hoje concentrados em mãos de poucas famílias, teria sido aprovada;
– Nem se discutiria no País modificar a demarcação de terras indígenas; pelo contrário, os índios não estariam disputando seu espaço com latifundiários porque já teriam suas reservas garantidas;
– O PT estaria governando com o PSOL, não com o PMDB.
Será que é isso, no fundo, que temem a mídia, Gilmar Mendes, o PSDB e (se for verdadeira a frase a ela atribuída pelos jornais) Marina Silva? Não custa lembrar que o ministro Gilmar é campeão no Supremo em conceder liminares contra os índios, que a mídia não quer nem ouvir falar em democratizar a publicidade oficial e muito menos os meios de comunicação, e que Marina, fiel da Assembléia de Deus, andou defendendo os pastores fundamentalistas. Sobre o apreço do PSDB pela elite e pela manutenção do status quo nem se fala.
Quem é, então, que tem medo do “chavismo”? Eu não, ele me representa. Que venha o “chavismo”.
UPDATE: a Rede soltou nota desmentindo a reportagem do jornal O Globo em que Marina Silva associava o PT a “chavismo”. Confira aqui.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Rede reproduz vícios que prometia combater

Por Luiz Henrique Campos

A decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ao rejeitar a criação do partido Rede Sustentabilidade, na última quinta-feira, mostra o quanto é volátil o discurso em torno das práticas políticas no Brasil, mesmo partindo daqueles que são tidos como ícones do idealismo. Surgido com a intenção de propor novas formas de exercício dessa política, o Rede não resistiu ao primeiro questionamento objetivo das ações que prometia combater e, já ontem, viu-se o quanto o discurso dos seus apoiadores é frágil.

O primeiro exemplo claro foi a filiação ao Solidariedade do deputado federal Domingos Dutra (MA), que havia saído do PT apostando no novo modelo proposto pelo Rede. Ora, quais as credenciais que o Solidariedade tem que sustentam a proposta de uma nova política defendida por Dutra?

Outro episódio sintomático dessa fragilidade diz respeito ao bate-boca acontecido na madrugada de sexta-feira, após a votação no TSE, entre deputado Alfredo Sirkis (PV/RJ) e Marina. Segundo a Folha de S.Paulo, ele teria reclamado que Marina estava pensando apenas nela, esquecendo-se dos companheiros, em especial daqueles com mandatos.

Coube a Sirkis expor essas divergências publicamente em seu blog, criticando a forma de Marina fazer política. Marina tem “limitações como todos”, “às vezes falha como operadora política” e “reage mal a críticas e opiniões fortes discordantes” foram frases colocadas pelo parlamentar carioca em relação a ex-senadora. Fica patente, portanto, que a intenção de transformar os métodos na política não resiste ao jogo eleitoral em que os puritanos da Rede acabam se enrolando em seus próprios interesses. Por isso mesmo, não é de surpreender o desfecho com a decisão do TSE, negando o pedido para a criação do partido.

O fato é que a ideia da criação do Rede, surgida em fevereiro, revelou-se um interesse eleitoral enrustido, no qual o fim maior era oferecer uma candidatura imaculada dos vícios da velha política. Não conseguiram, simplesmente, por incapacidade de organização e mobilização. Sim, porque se a crítica ao grande número de partidos no Brasil é pertinente, o que dizer do Rede, que queria nascer com menos de oito meses?

http://www.opovo.com.br/app/opovo/opiniao/2013/10/05/noticiasjornalopiniao,3141433/rede-reproduz-vicios-que-prometia-combater.shtml

terça-feira, 5 de março de 2013

Vereadora Heloisa Helena comenta proibição do Psol

A HH continua a mesma. Vejam o texto abaixo:

Heloísa Helena via facebook

"Amores! Estou saindo agora para Supervisão de Serviços de Saúde (às 06:30 como sempre fazemos!). Mas antes tenho que comentar a decisão da Executiva Nacional do PSOL em “suspender... excluir da vida partidária” os seus Filiados que estão ajudando Marina Silva a legalizar a Rede! Lembrei da minha época no PT quando votei contra as decisões tomadas pela ampla maioria daquele Partido, exemplos:

1. Indicação e Votação de Henrique Meirelles (Presidente Mundial do BankBoston e Deputado Federal do PSDB, aliás comprou o Mandato em Goiás) para Presidente do Banco Central do Governo Lula;

2.Indicação de Sarney para Presidente do Senado (veio junto com a indicação do Sen. Romero Jucá como Líder de Lula no Senado (era do FHC também), Roseana Sarney como Líder do Governo Lula no Congresso e acordos espúrios com a escória da realpolitik na partilha do aparelho de estado aqui e alhures;

3. Reforma da Previdência (além da traição de classe custeada com Mensalão foi uma vergonhosa trambicagem política, pois tínhamos atacado duramente FHC quando este apresentou o mesmo tipinho medíocre de “reforma” para extirpar direitos dos trabalhadores!).

Mas... como já estou afastada há mais de 3 anos de todas as instâncias do PSOL (desde que resolveram apoiar Dilma - nem vou falar das Alianças com PT, DEM e etcs em financiamentos de campanhas nas últimas eleições, claro!)... reagi mesmo à tão grave notícia, com inesperada TRANQUILIDADE olhando a volta que o mundo dá, pois a tal “suspensão” foi anunciada por Ivan Valente que não fundou o PSOL!

A minha TRISTEZA veio suave e penetrante quando lembrei que enquanto eu e outros estávamos nas ruas enfrentando e apanhando do Pelotão de Choque do Lula e trabalhando arduamente para construção do PSOL - ele e outros mais trabalhavam contra a fundação do Partido e apenas murmuravam reclamações contra o Governo Lula, mas votavam mansinhos como base governista! Lembrei também que estive entre os que souberam acolher generosamente – aqui e alhures - até os que conspiraram contra a Fundação do PSOL ...

Imagine se eu seria Covarde ao ponto de não ajudar Marina Silva que foi Corajosa o suficiente para nos defender mesmo sendo Ministra de Governo e soube até generosamente compreender minhas razões ideológicas quando eu enfrentei e votei contra o principal Projeto apresentado por ela quando estava no Governo! Impossível!!!
E a preciosa ALEGRIA só veio por eu ter convicção que por mais que o oportunismo do neo-stalinismo queira impor o véu do esquecimento para os que fingem desconhecer os fatos e para os que se deixam covardemente manipular, eu continuo sendo a mesma MULHER LIVRE que aprendeu desde cedinho a arrombar as Portas das Senzalas da Vida e jamais permitiu ser arrastada choramingando de volta pra elas em submissão às Palmatórias e Troncos para os Rebeldes!

Não me submeterei a Mordaças, Cabrestos, Correntes, Palmatórias, Cepos e outros métodos mais que a Realpolitik à esquerda e à direita – com seus cínicos balcões de negócios sujos – sabem fazer muito bem contra os que não assinam a Rendição... portanto, podem preparar o anavalhamento, salmoura, fogueira ou ferro em brasa viu?!
AVANTE!! Aqui em Alagoas – onde minha relação é de Solidariedade, Respeito e Carinho com a imensa maioria do PSOL – continuo cumprindo minhas obrigações e trabalhando muito com Ética, Amor, Coragem, Estudo e Disciplina no Mandato Popular como Vereadora em Maceió... e se continuar viva em 2014, certamente estarei Candidata ao Senado para enfrentar mais uma vez a Politicanalha Local e suas Corjas associadas – à direita e à “esquerda” - nos esconderijos de Dinheiro e Poder! Aproveito para postar um pedacinho da minha Saudação ao Encontro para legalização da Rede!"

https://www.facebook.com/heloisa.helena.33865?fref=ts

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Heloísa Helena confirma saída do PSOL e união à Marina Silva

Ex-senadora e vereadora de Maceió,Heloísa Helena confirmou em entrevista, nesta terça-feira, que realmente pretende deixar o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), tão logo a amiga, Marina Silva, conclua os trâmites para fundação de uma outra legenda, também de tendência socialista, mas divergente do qual ela é fundadora e uma das principais lideranças. Heloísa assinalou suas divergências com o comando da sigla.



A saída já havia sido sinalizada na coluna Esplanada, do jornalista Leandro Mazzini, aqui no Correio do Brasil. Ao colunista, Heloísa Helena afirmou que está apenas esperando a também ex-senadora Marina Silva iniciar o processo pela criação de uma nova legenda. Segundo informou ao colunista, sua saída do partido tem uma motivação:

– As centelhas que o Psol criou foram grandes e todo partido tem malandros.

A saída de Heloísa Helena não pegou de surpresa os dirigentes da legenda, no Rio de Janeiro, foco principal das dissidências entre ela e a direção partidária. Segundo um dos líderes da legenda, que prefere o anonimato para “não apagar o fogo com gasolina”, os espaços da ex-senadora estavam diminuindo na agremiação, na medida em que aumenta o prestígio de outros nomes junto ao eleitorado. A situação se agravou com a descoberta de que um candidato da legenda, no Rio, estava ligado às milícias. Ele fazia campanha para o candidato Marcelo Freixo, que rejeitou qualquer participação na escolha do postulante à Câmara dos Vereadores.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Sonhático azul-turquesa

por Clara Roman
Na era das manifestações planejadas pela internet, sem intermédio de partidos ou entidades sindicais,  a convicção de ter abandonado o pragmatismo da política parecia ser o tom almejado por Marina Silva ao anunciar oficialmente a saída do PV. 
Com futuro incerto, a ex-senadora e ex-ministra do Meio Ambiente terá tempo (e apoio), até 2014, para montar o um movimento em sua inspiração para supostamente inaugurar no País uma “nova maneira de fazer política”.A descrença de um eleitorado jovem, desligado das formas tradicionais de representação e cada vez mais ligados em debates das redes sociais, é a isca para angariar apoio a um movimento até o momento sem nome, sem sede e sem discurso claro. No QG do grupo, uma escola de dança na Vila Madalena, em São Paulo, Marina defendeu a necessidade de se fazer uma política impulsionada por sonhos, sem a “burocracia” do que chama de “partidos cartórios”. Pudera: acabava de perder a queda de braço para o que havia de mais tradicional e fisiológico no agora antigo partido, personalizado no seu presidente, José Luiz Penna.
“Queremos anunciar do ponto de vista estético uma nova maneira de fazer política”, afirmou Maurício Brusadin, um dos principais apoiadores do grupo, ao discursar no evento. Esse “ponto de vista estético” parecia inspirar a geografia da sala, com os políticos de renome sentados em meio círculo - o que não impediu que um palanque fosse colocado especialmente para Marina.
Em sua oportunidade, a ex-presidenciável - capaz de obter 20 milhões de votos nas eleições presidenciais de 2010 e forçar o segundo turno em meio a troca de acusações que atingiram José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) - não conseguiu esclarecer nenhum plano prático.
Em meio a uma decoração turquesa (aquele azul misturado ao verde e que não é nem uma cor nem outra), ela disse não saber se vai se candidatar ou se vai criar um novo partido. Também não conseguia sorrir nem se emocionar. No momento, diz ela, o que importa é construir essa nova política, sem recair nas práticas da política padrão. Ela chegou vestida com cores sóbrias, coberta por um xale marrom, que tirou ao subir no palanque.
A internet e a juventude são as grandes apostas desse movimento.
Talvez seja por isso que Eduardo Rombauer, 31, apoiador do grupo de Marina, tenha sido um dos primeiros a discursar. Romabauer reafirmou sua descrença em partidos, se disse contra o monopólio de alguns sobre a política e assumiu sua devoção à ex-senadora.
Devoção que se via pelo tom religioso conferido ao evento, no qual discursaram a pastora Valnice Milhomens, representando a ala evangélica do grupo, o padre Afonso, deputado estadual de São Paulo pelo PV, que se disse apaixonado por Marina, e as principais figuras do grupo marineiro: Alfredo Sirkis (que preferiu ficar no PV), Ricardo Young (que saiu junto com ela) e algumas presenças “virtuais” - casos de João Paulo Capobianco e Fernando Gabeira, que fizeram suas falas por meio de vídeo e pelo Skype.
Em seu último discurso como filiada do PV, Marina inovou no “marinês”. Disse que não era hora de ser pragmático, mas sim “de ser sonhático e de agir pelos nossos sonhos”. No novo grupo, o racha é definido como um “transbordar”. Marina tentou esclarecer as quatro possibilidades para quem era do PV: se desfiliar, manter-se com postura crítica, se licenciar ou manter-se acriticamente.
Só não é possível dizer se o plano colocado em prática no ato de quinta-feira vai torná-la uma opção viável para 2014 ou se vai simplesmente  dispersar o eleitorado que forçou o segundo turno em 2010.

http://www.cartacapital.com.br/destaques_carta_capital/sonhatico-azul-turquesa

terça-feira, 14 de junho de 2011

Diretório do PV de São Paulo é destituído


SÃO PAULO – O presidente nacional do Partido Verde (PV), deputado federal José Luiz Penna, destituiu na tarde desta terça-feira o diretório estadual do partido em São Paulo, comandado por Maurício Brusadin.
Aliado da ex-senadora Marina Silva (PV), que disputa com o deputado o controle da legenda, Brusadin teve o mandato de dois anos cancelado, um ano e três meses após ter sido eleito.
“Saí porque iniciamos o processo democrático dentro do PV, mas o Penna quer manter as comissões provisórias para continuar com o poder nas mãos dele”, disse Brusadin, que divulgou carta com críticas ao presidente nacional e afirmou que ainda não sabe se permanecerá na sigla – aliados de Marina tem discutido a criação de um novo partido.
A reportagem não conseguiu até o momento falar com Penna, que se reuniria em Brasília na noite desta terça-feira para discutir o futuro do diretório de São Paulo.
(Raphael Di Cunto | Valor)

terça-feira, 29 de março de 2011

A clorofila do Partido Verde


Boba, nunca

Pode-se fazer tudo por Marina Silva, menos acreditar que ela não soubesse o que havia na clorofila do Partido Verde quando entrou nele para disputar a presidência da Repúlblica.
Elio Gaspari, no O Povo de 27 de março de 2011, pág 26