Do disco Bossa Negra
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segunda-feira, 25 de agosto de 2014
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Aquarela Do Brasil (Ary Barroso)
Por Alfredo Pessoa
Registro de Gravação - Disco: Brasil (1981) - João Gilberto com Caetano Veloso, Maria Bethânia e Gilberto Gil.
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| João Gilberto |
Esta cifra é uma homenagem ao maior expoente da Bossa Nova: João Gilberto do Prado Pereira de Oliveira(Juazeiro-Ba, 10/06/1931). Violão no ritmo de tamborim, acordes dissonantes e inversões de bordões retratam toda a beleza do maravilhoso estilo João, eternizado. Influenciou Chico, Caetano, Gil e até mesmo Cazuza e Marcelo Camelo já compuseram Bossas. Um nordestino, Pereira de Oliveira, leva o nome do Brasil para o mundo. Nesse momento em algum recanto da Itália, do Japão ou do EUA tem um músico de rua executando Bossa Nova a moda João. Dizem que é recluso e que vai comemorar os 80 anos em casa mesmo. Elba Ramalho uma vez o encontrou num hotel e convidou... “João, vamos jogar um baralhinho”... “Ele disse... “ok vá ao meu quarto mais tarde”. Quando Elba bateu ele interrogou... “quem é”. Elba falou... “Elba, vim jogar baralho”. Ele sugeriu... “Então vamos passar as cartas por debaixo da porta”.
Aquarela Do Brasil (Ary Barroso)
(D6 D6/A)
Brasil!
Dº
Dº
Meu Brasil Brsileiro
(D6 D6/A)
(D6 D6/A)
Mulato inzoneiro
B7(b13) B7 Ebº
Vou cantar-te nos meus versos
Em7/9 A7/4 A7 Em7/9
Em7/9 A7/4 A7 Em7/9
O Brasil, samba que dá
A7/4 A7 Em7/9
A7/4 A7 Em7/9
Bamboleio, que faz gingar
A7/4 A7 Em7/9
A7/4 A7 Em7/9
O Brasil do meu amor
A7/4 A7 (D6 D6/A) Em7/9 A7/4 A7
A7/4 A7 (D6 D6/A) Em7/9 A7/4 A7
Terra de Nosso Senhor... Brasil
(D6 D6/A) G#7(b5) G7+
Oh! Abre a cortina do passado
Gm6
Tira a mãe preta do cerrado
F#m7
Bota o rei congo no congado
F#m5-/7 B7/9-
F#m5-/7 B7/9-
Canta de novo o trovador
A merencória à luz da lua
Em7 Em5+/7 Em6/7 Em5+/7
Em7 Em5+/7 Em6/7 Em5+/7
Toda canção do seu amor
Gm6 G#m5+/6
Gm6
Quero ver essa dona caminhando
A6 B7(b13) B7 Em7/9
A6 B7(b13) B7 Em7/9
Pelos salões arrastando
A7/4 A7 (D6 D6/A)
A7/4 A7 (D6 D6/A)
O seu vestido rendado...
Em7/9 A7/4 A7 (D6 D6/A)
Brasil, pra mim
Brasil! Terra boa e gostosa
Da morena sestrosa
De olhar indiferente
O Brasil, samba que dá
Para o mundo se admirar
O Brasil, do meu amor
Terra de Nosso Senhor...Brasil
Da morena sestrosa
De olhar indiferente
O Brasil, samba que dá
Para o mundo se admirar
O Brasil, do meu amor
Terra de Nosso Senhor...Brasil
Esse coqueiro que dá coco
Oi! Onde amarro minha rede
Nas noites claras de luar
Oh! Essas fontes murmurantes
Onde eu mato a minha sede
E onde a lua vem brincar
Esse Brasil lindo e trigueiro
É o meu Brasil Brasileiro
Terra de samba e pandeiro...
Oi! Onde amarro minha rede
Nas noites claras de luar
Oh! Essas fontes murmurantes
Onde eu mato a minha sede
E onde a lua vem brincar
Esse Brasil lindo e trigueiro
É o meu Brasil Brasileiro
Terra de samba e pandeiro...
terça-feira, 22 de março de 2011
Caco Velho (Ary Barroso)
por Alfredo Pessoa
![]() |
| Ary Barroso e Carmem Miranda |
Ary Barroso de Ubá (MG). É o compositor não baiano que mais cantou a Bahia, que inspirou Carmem Miranda (a pequena notável), que era Fluminense e virou a casaca pro Flamengo. Tudo isso aconteceu por causa do piano de Ritinha, a Tia que criou Ary depois que o mesmo ficou órfão. Uma vez perguntaram ao Tom Jobim que música ele gostaria de gravar de outros compositores. Ele respondeu de bate pronto: "Caco Velho do Ary". Nunca gravou, mas o arranjo abaixo bem que poderia ter sido Jobiniano.
Caco Velho (Ary Barroso)
D7M D#º Em7/9
Reside no subúrbio do EncantadoC#m5-/7 F#7(b13) Bm7 E7/9 A7 A7(b13)
Num barracão abando-------nado. João de tal, cabra falado.
D7M E7/9 A6 A/C# Cº Bm7
Dizem que viveu fora da lei, foi um rei
E4(7/9) E7/9- Em7/9 Eb7/9
Que zombava da morte. E tinha um santo forte
C/D D7/9
No meio da gente bamba
Am7 D7/9- G7+
O seu prazer era tirar um samba
G#º D/A B7(b13) Em7/9 A7/13 D7M Am7 D7/9
Pulava, dava rasteira. Topava briga de qualquer maneira
G7+ G#m5-/7 C#7/9- F#m7
Mas hoje é um caco velho. Que não vale nada
B7(b13) Em7/9
Tem a cabeça branca e a pele encarquilhada
Gm6 A7/9- D6/9
Faz até pena ver o seu estado.
D7/9 G7+ (G#m5-/7) (2ª vez)
Pobre coitado. A vida é essa,
G#º (Gm6) D/A (F#7/13)
É um segundo que se esvai depressa.
B7(b13) Em7/9
Todos nós temos o nosso momento
A7/13 D6/9 A7(b13)
E, depois dele, só o esquecimento
[D7M Am6/C B7 E7/9 Bm6 Gm6 A7/13 A7(b13)]
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