Por Marcus Vinicius
Melhor disco de 2014 - via APCA.
Encarnado de Juçara Marçal.
A Dora Moreira e Darwin Marinho.
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terça-feira, 2 de dezembro de 2014
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Metá Metá
◊ Sons do Brasil 2013 ◊ METÁ METÁ ◊ from Vincent Moon / Petites Planètes on Vimeo.
METÁ METÁ
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a film by Vincent Moon
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Kiko Dinucci
Juçara Marçal
Thiago França
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recorded in São Paulo, february 2013
images & edit by Vincent Moon
sounds by Edson Kumasaka & Joa Azria
produced by Vincent Moon & Metá Metá
with the help of Joa Azria & Edson Kumasaka
METÁ METÁ
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a film by Vincent Moon
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Kiko Dinucci
Juçara Marçal
Thiago França
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recorded in São Paulo, february 2013
images & edit by Vincent Moon
sounds by Edson Kumasaka & Joa Azria
produced by Vincent Moon & Metá Metá
with the help of Joa Azria & Edson Kumasaka
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Samba do Fim do Mundo - (Emicida/Felipe Vassão)
Samba do fim do mundo (Emicida/Felipe Vassão)
Somos a contraindicação do Carnaval
Nagô do tambor digital
Fênix da cinza de quarta, total
O MST da rede social
Sabendo de onde vêm as crianças, alarma
Assim como cê sabe de onde vem as armas
Grana de judeu, petróleo árabe, negócios
Mas sangue e suor são sempre nossos, chefe
Vai ter 157 e 12 lá
Enquanto a Unicef vier depois das HK
Sem blefe ou teoria
CDF do que não presta, olha pra esse lugar
E os rapper brinca de cafetão, vim tipo um afegão
Estoura o champanhe, ri da própria extinção
Corremos como Alain Prost
E o prêmio? Frustração, pondo pra baixo, tipo a sombra do Ghost
Nova Tropicália, velha ditadura
Nossa represália, fuga da vida dura
Ação necessária por nossa bandeira
Que isso é a reforma agrária da música brasileira
Quantas noites cortei
É importante dizer
Que é preciso amar, é preciso lutar
E resistir até morrer
Quanta dor cabe num peito
Ou numa vida só
É preciso não ter medo
É preciso ser maior
Somos a bomba, redenção, Napalm
Miséria, cartão-postal
Brasilândia, Capão, Vidigal
Estopim da guerra racial
Foi Amistad, pouca idade, hoje Jihad, problema
Revolução morena
Que se descobre
Quando vê no sistema essa máquina de moer pobre
Os porco reina, orgia
Favela queima como congresso deveria
Eu falo de suor e calos, traumas e abalos
Almas e ralos, São Paulo
Fumaça feia
Capitães do mato versus capitães de areia
Tristeza, pé no chão
No país referência em arma antimanifestação
Ódio na íris, drogas num pires, terra brasilis
Ambição, olhos de Osíris
E só parar quando pôr uma faixa preta no arco-íris
Quantas noites cortei
É importante dizer
Que é preciso amar, é preciso lutar
E resistir até morrer
Quanta dor cabe num peito
Ou numa vida só
É preciso não ter medo
É preciso ser maior
Ê,ê,ê,ê...
Ficha técnica
Voz: Emicida
Participações especiais: Fabiana Cozza e Juçara Marçal
Percussão: Carlos Café
Viola 10 (caipira), sanfona e programação: Felipe Vassão
Synths: Felipe Vassão e Maurício Fleury
Gravado no Parede e Meia por Bruno dos Reis, na Timbre e na Loud por Felipe Vassão e no C4 por Luis Lopes e Gabriel Bueno
terça-feira, 19 de novembro de 2013
No Mambembe - Sexta 22 de novembro - METAL METAL
No Mambembe - 22/11/2013 - Rua dos Tabajaras, 368 - Praia de Iracema - Fortaleza
Juçara Marçal -- voz
Kiko Dinucci -- voz, violão, guitarra e percussão
Thiago França -- sax, flaura e EWI
Marcelo Cabral - baixo
Sergio Machado -- bateria
Samba Sam -- percussão
Juçara Marçal -- voz
Kiko Dinucci -- voz, violão, guitarra e percussão
Thiago França -- sax, flaura e EWI
Marcelo Cabral - baixo
Sergio Machado -- bateria
Samba Sam -- percussão
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Ubuntu Fristaili - Emicida
Via Bruno Perdigão
Ubuntu Fristaili (Emicida)
Axé pra quem é de axé
Pra chegar bem vilão
Independente da sua fé
Música é nossa religião
Ok, ok, ok, ok, jou, seja forte
É nossa cara fazer a vida ser certa mais que a morte
Eu me refaço após cada passo, igual reflexo nas poças
Mandinga, coisa nossa
Eles não vão entender o que são riscos
E nem que nossos livros de história foram discos
Bamba, bamba, um bom samba, alguns petiscos
Ki-Suco rende dois litros, melhor que Frisco
Faz de conta que os racistas não perde a linha
Quando ergo a mão da filha dele sem armas nas minhas
Ruivas, morenas, pretas, divas, loirinhas
Doidas pra curtir quermesse de quebradinha
Onde um DJ comanda e manda, sabe o que faz
MCs são griots, o mic é pros capaz
Toca um "Ré laifai for roc
dérelai for roc, for roc"
E quebra tudo em paz, ou mais, arrepia agora
A África está nas crianças, e o mundo?
O mundo está por fora
Saravá Ogum, saravá Xangô, saravá
Saravá vovó, saravá vovô, saravá
Saravá mamãe, saravá papai, ô
De pele ou digital, tanto faz é tambô
Eu meto essa memo, eu posso
e tô pra ver, algo valer mais que um sorriso nosso
Graças ao quê? Graças aos raps
Hoje eu ligo mais quebradas do que o Google Maps
Então respeite meus cabelos crespos, ok? Ok?
Pronto, falei
Axé pra quem é de axé
Pra chegar bem vilão
Independente da sua fé
Música é nossa religião
Ficha técnica
Voz: Emicida
Percussão: Carlos Café e Julio César
Synths: Felipe Vassão e Maurício Fleury
Programação: Emicida
Baixo: Felipe Vassão
Coro: Tulipa Ruiz, Juçara Marçal, MC Guime, Fabiana Cozza, Isis Carolina, Daniela Rodrigues, Rashid, Rael, Emicida e Kuririn
Gravado na Loud e na Timbre por Felipe Vassão e no C4 por Luis Lopes e Gabriel Bueno
Ubuntu Fristaili (Emicida)
Axé pra quem é de axé
Pra chegar bem vilão
Independente da sua fé
Música é nossa religião
Ok, ok, ok, ok, jou, seja forte
É nossa cara fazer a vida ser certa mais que a morte
Eu me refaço após cada passo, igual reflexo nas poças
Mandinga, coisa nossa
Eles não vão entender o que são riscos
E nem que nossos livros de história foram discos
Bamba, bamba, um bom samba, alguns petiscos
Ki-Suco rende dois litros, melhor que Frisco
Faz de conta que os racistas não perde a linha
Quando ergo a mão da filha dele sem armas nas minhas
Ruivas, morenas, pretas, divas, loirinhas
Doidas pra curtir quermesse de quebradinha
Onde um DJ comanda e manda, sabe o que faz
MCs são griots, o mic é pros capaz
Toca um "Ré laifai for roc
dérelai for roc, for roc"
E quebra tudo em paz, ou mais, arrepia agora
A África está nas crianças, e o mundo?
O mundo está por fora
Saravá Ogum, saravá Xangô, saravá
Saravá vovó, saravá vovô, saravá
Saravá mamãe, saravá papai, ô
De pele ou digital, tanto faz é tambô
Eu meto essa memo, eu posso
e tô pra ver, algo valer mais que um sorriso nosso
Graças ao quê? Graças aos raps
Hoje eu ligo mais quebradas do que o Google Maps
Então respeite meus cabelos crespos, ok? Ok?
Pronto, falei
Axé pra quem é de axé
Pra chegar bem vilão
Independente da sua fé
Música é nossa religião
Ficha técnica
Voz: Emicida
Percussão: Carlos Café e Julio César
Synths: Felipe Vassão e Maurício Fleury
Programação: Emicida
Baixo: Felipe Vassão
Coro: Tulipa Ruiz, Juçara Marçal, MC Guime, Fabiana Cozza, Isis Carolina, Daniela Rodrigues, Rashid, Rael, Emicida e Kuririn
Gravado na Loud e na Timbre por Felipe Vassão e no C4 por Luis Lopes e Gabriel Bueno
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