Por Marcus Vinicius
Para Vólia Barreira, Mateus Perdigão, Bruno Perdigão, Rogério Ribeiro, Roberto Bezerra Leite e Eva Caldas. E a todos(as) curtem o Rio de Janeiro e a noite...
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sexta-feira, 17 de outubro de 2014
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Não quero jogar água no chope de ninguém
Via Tiago Porto
por Luiz Antonio Simas
"Não quero jogar água no chope de ninguém, não pretendo reprimir quem quer que seja e acho que no Carnaval vale até bloco de peregrinos do Santo Sepulcro.
por Luiz Antonio Simas
"Não quero jogar água no chope de ninguém, não pretendo reprimir quem quer que seja e acho que no Carnaval vale até bloco de peregrinos do Santo Sepulcro.
Tudo se legitima.
Confesso, porém, certo desconforto com um tipo que, nos últimos tempos, se transformou em figura fácil no furdunço carioca: o jovem universitário descolado, carioca maneiro, antenado com a cena contemporânea, inquieto, renovador, artista pop, multimídia, que transita do maracatu rural ao rock pós-punk, curte samba-funk e funda, com a rapaziada mais chegada, um bloco eclético que arrasta multidões e toca de tudo – menos as músicas que a cidade do Rio de Janeiro inventou ao longo de décadas, em belíssima aventura civilizatória, para bordar de sonoridades nossas a libação do Carnaval. Eu quero samba, marchinha e marcha-rancho nos fuzuês de Momo."
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Em Fortaleza, Luiz Antonio, no pré-carnaval tem "samba, marchinha e marcha-rancho". É no Concentra mas não sai, na praça do ferreira. (Marvioli)
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Quando os Gigantes Caminhavam Sobre a Terra (2)
O título é homônimo da biografia do Led Zeppelin escrita pelo jornalista Mick Wall. Sempre quis roubar esse título, e achei que essa reunião de imagens era mais do que oportuna. É impossível ir ao Rio e não se imaginar dentre ruas e becos onde seus ídolos também passaram, cantaram, riram e choraram.
| Alfredinho. O Senhor Bip Bip. |
| Samba da Pedra do Sal. Gamboa ou Saúde? A experiência do Samba da Pedra do Sal não cabe numa legenda de foto, então pra não sair do foco do post, por aí batucaram Donga, Pixinguinha e João da Baiana. |
Tony Iommi na Pedra do Arpoador em 16/10/2013. Em 1968 Iommi fundou o Black Sabbath em Birmingham, e é ao lado de Jimmy Page, o mais influente compositor vivo do Heavy Metal e de tudo o que veio depois dele.
Segundo João Nogueira e Paulo Cesar Pinheiro no samba “Bares da Cidade”, depois do
Lamas, do Capela e do bar do Luis, era aí, no Amarelinho, que eles terminavam.
E também aproveito pra terminar esse passeio já cheio de saudade e de planos de voltar.
Quando os Gigantes Caminhavam Sobre a Terra (1)
O título é homônimo da biografia do Led Zeppelin escrita pelo jornalista Mick Wall. Sempre quis roubar esse título, e achei que essa reunião de imagens era mais do que oportuna. É impossível ir ao Rio e não se imaginar dentre ruas e becos onde seus ídolos também passaram, cantaram, riram e choraram.
| Rua Gomes Freire com Mem de Sá. Nesse cruzamento viveram pilares do nosso violão como João Pernambuco e Levino Conceição.. |
| Cruzamento grafado em “Bolero Blues”, primeira parceria de Chico Buarque com o nosso cearense Jorge Helder. |
| Rua Nascimento Silva 107. Silenciando bem, dá pra ouvir João, Elizeth, Tom, Thereza e Vinicius entre risos e o tilintar dos copos. |
| Paquetá. Aí acontecia uma das rodas de choro preferidas de Pixinguinha. |
| Essa casa nunca foi do Tom, mas dois urubus descansando no telhado deixaram essa casa com a cara dele. Paquetá/RJ |
| A apertada Adega Pérola, onde a “carta de tira-gostos” é de enlouquecer qualquer um, já foi frequentada por Ferreira Gullar e Chico Buarque. |
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
NÓS, OS FOLIÕES
POR LUIZ ANTONIO SIMAS
Via Tiago Porto
Estou novo demais para morrer e velho para certo Carnaval de Rua do Rio de Janeiro. Sinto-me uma espécie de folião mico-leão dourado, quase extinto, engolido pelas multidões coreografadas, submerso em materiais de propagandas de empresas que patrocinam a folia e atropelado por caminhões de som com amplificadores capazes de fazer o baticum chegar aos anéis de Saturno.
Não quero jogar água no chope de ninguém, não pretendo reprimir quem quer que seja e acho que no Carnaval vale até bloco de peregrinos do Santo Sepulcro. Tudo se legitima. Confesso, porém, certo desconforto com um tipo que, nos últimos tempos, se transformou em figura fácil no furdunço carioca: o jovem universitário descolado, carioca maneiro, antenado com a cena contemporânea, inquieto, renovador, artista pop, multimídia, que transita do maracatu rural ao rock pós-punk, curte samba-funk e funda, com a rapaziada mais chegada, um bloco eclético que arrasta multidões e toca de tudo – menos a música que a cidade do Rio de Janeiro inventou ao longo de décadas, em belíssima aventura civilizatória, para ser a trilha sonora da libação do Carnaval.
O bloco descolado, moderninho, atacará de Beatles, Wando, Roberto Carlos, Biafra, pagode, Raul Seixas, Legião Urbana, Zezé de Camargo e Luciano, João Paulo e João Paulinho, música étnica afro-indiana... Surdos de marcação convivem com guitarras, tamborins se afinam com baixos potentes, tambores se misturam com intervenções eletrônicas e fica tudo bonito. O bloco vai bombar, oferecer oficina para ritmistas na Fundição Progresso e, ó glória! , participará do Esquenta, aquele programa da Regina Casé que quer nos convencer de que tudo presta, contanto que seja misturado, contemporâneo, colorido e venha da periferia.
Falta-me hoje, também, a paciência para os blocos da Zona Sul que se autodenominam revitalizadores do Carnaval de Rua do Rio de Janeiro. Só se eles revitalizaram o Carnaval de Ipanema, Gávea, Jardim Botânico, Leblon e Lagoa (o que não é pouca coisa). A festa na rua nunca morreu; esteve e está presente nos Clóvis da Zona Oeste, nos coretos suburbanos, nas arengas da Baixada, nos bolas, caciques, boêmios e bafos da Rio Branco... Reunidos em associações, patrocinados por cervejas, disciplinados pelo poder público e pelo apoio Global, os blocões fazem a festa, arrastam multidões, pintam e bordam. Que sejam felizes com esta opção (ou opção não há?) massificadora.
Mas este arrazoado, enfim, não pretende ser análise social, antropológica, histórica, ou coisa que o valha. Muito menos dizer o que cada um deve fazer no tríduo. É apenas a impressão, particularíssima, de um folião que continuará adepto da anárquica aventura do bloco do “eu sozinho”; se comoverá com uma marcha-rancho velha de marré-de-si; cantará, depois de alguns chopes, a Jardineira; descerá o malho nos sambas de enredo acelerados, evocando um lalalaiá do velho Silas de Oliveira; e procurará, com a leve desesperança dos pierrôs tristes, algum bloquinho de rua vagabundo, com suas fanfarras desafinadas, ciganas desvalidas, colombinas assanhadas e ébrios faraós, onde possa experimentar a pequena morte de três dias; aquela que torna suportável o intervalo entre um carnaval e outro.
Evoé!
http://hisbrasileiras.blogspot.com.br/2013/01/nos-os-folioes.html
Via Tiago Porto
Estou novo demais para morrer e velho para certo Carnaval de Rua do Rio de Janeiro. Sinto-me uma espécie de folião mico-leão dourado, quase extinto, engolido pelas multidões coreografadas, submerso em materiais de propagandas de empresas que patrocinam a folia e atropelado por caminhões de som com amplificadores capazes de fazer o baticum chegar aos anéis de Saturno.
Não quero jogar água no chope de ninguém, não pretendo reprimir quem quer que seja e acho que no Carnaval vale até bloco de peregrinos do Santo Sepulcro. Tudo se legitima. Confesso, porém, certo desconforto com um tipo que, nos últimos tempos, se transformou em figura fácil no furdunço carioca: o jovem universitário descolado, carioca maneiro, antenado com a cena contemporânea, inquieto, renovador, artista pop, multimídia, que transita do maracatu rural ao rock pós-punk, curte samba-funk e funda, com a rapaziada mais chegada, um bloco eclético que arrasta multidões e toca de tudo – menos a música que a cidade do Rio de Janeiro inventou ao longo de décadas, em belíssima aventura civilizatória, para ser a trilha sonora da libação do Carnaval.
O bloco descolado, moderninho, atacará de Beatles, Wando, Roberto Carlos, Biafra, pagode, Raul Seixas, Legião Urbana, Zezé de Camargo e Luciano, João Paulo e João Paulinho, música étnica afro-indiana... Surdos de marcação convivem com guitarras, tamborins se afinam com baixos potentes, tambores se misturam com intervenções eletrônicas e fica tudo bonito. O bloco vai bombar, oferecer oficina para ritmistas na Fundição Progresso e, ó glória! , participará do Esquenta, aquele programa da Regina Casé que quer nos convencer de que tudo presta, contanto que seja misturado, contemporâneo, colorido e venha da periferia.
Falta-me hoje, também, a paciência para os blocos da Zona Sul que se autodenominam revitalizadores do Carnaval de Rua do Rio de Janeiro. Só se eles revitalizaram o Carnaval de Ipanema, Gávea, Jardim Botânico, Leblon e Lagoa (o que não é pouca coisa). A festa na rua nunca morreu; esteve e está presente nos Clóvis da Zona Oeste, nos coretos suburbanos, nas arengas da Baixada, nos bolas, caciques, boêmios e bafos da Rio Branco... Reunidos em associações, patrocinados por cervejas, disciplinados pelo poder público e pelo apoio Global, os blocões fazem a festa, arrastam multidões, pintam e bordam. Que sejam felizes com esta opção (ou opção não há?) massificadora.
Mas este arrazoado, enfim, não pretende ser análise social, antropológica, histórica, ou coisa que o valha. Muito menos dizer o que cada um deve fazer no tríduo. É apenas a impressão, particularíssima, de um folião que continuará adepto da anárquica aventura do bloco do “eu sozinho”; se comoverá com uma marcha-rancho velha de marré-de-si; cantará, depois de alguns chopes, a Jardineira; descerá o malho nos sambas de enredo acelerados, evocando um lalalaiá do velho Silas de Oliveira; e procurará, com a leve desesperança dos pierrôs tristes, algum bloquinho de rua vagabundo, com suas fanfarras desafinadas, ciganas desvalidas, colombinas assanhadas e ébrios faraós, onde possa experimentar a pequena morte de três dias; aquela que torna suportável o intervalo entre um carnaval e outro.
Evoé!
http://hisbrasileiras.blogspot.com.br/2013/01/nos-os-folioes.html
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Brasileiro da Gema - Tuninho Galante e Marceu Vieira
Por Marcus Vinicius
"Brasileiro da Gema é um hino de amor ao Rio de Janeiro. Fala do espírito carioca através de situações, músicas, blocos carnavalescos e ícones da cidade. Esta gravação faz parte do Cd Edição do Autor, de Tuninho Galante e Marceu Vieira, lançado pela Cedro Rosa." tgala1
Brasileiro da Gema (Tuninho Galante e Marceu Vieira)
Rogo a São Sebastião
Iluminação no meu caminhar
O meu samba exaltação
Tem a pretensão de homenagear
Terra tão linda assim não há
Padroeiro guardião
Abro o coração pra te apelar
Encomenda solução pra desilusão
Pra tanto pesar
Terra tão linda assim não há
Pede ao Cristo Redentor
Se demais não for salve Paquetá
"Simpatia é Quese Amor" canta em teu louvor
Fazendo de altar a Visconde de Irajá
Guarda bem perto de ti
O drible do Didi, choro de lembrar
O mar lava minha dor
Santo, por favor, pede a Iemanjá
Pra dos erros me perdoar
Sou "Escravo da Mauá",
Vou ali "Meu bem", mas "Eu volto já"
Lá no "Pagode do Trem", samba nota 100
Eu vou me acabar nos "Boêmios de Irajá"
Terra tão linda assim não há
Santa Cruz, Penha, Camará,
E a Mangueira se enfeitar
E o Império a te coroar
Bateria já vai passar
Salve Oswaldo Cruz!
"Brasileiro da Gema é um hino de amor ao Rio de Janeiro. Fala do espírito carioca através de situações, músicas, blocos carnavalescos e ícones da cidade. Esta gravação faz parte do Cd Edição do Autor, de Tuninho Galante e Marceu Vieira, lançado pela Cedro Rosa." tgala1
Brasileiro da Gema (Tuninho Galante e Marceu Vieira)
Rogo a São Sebastião
Iluminação no meu caminhar
O meu samba exaltação
Tem a pretensão de homenagear
Terra tão linda assim não há
Padroeiro guardião
Abro o coração pra te apelar
Encomenda solução pra desilusão
Pra tanto pesar
Terra tão linda assim não há
Pede ao Cristo Redentor
Se demais não for salve Paquetá
"Simpatia é Quese Amor" canta em teu louvor
Fazendo de altar a Visconde de Irajá
Guarda bem perto de ti
O drible do Didi, choro de lembrar
O mar lava minha dor
Santo, por favor, pede a Iemanjá
Pra dos erros me perdoar
Sou "Escravo da Mauá",
Vou ali "Meu bem", mas "Eu volto já"
Lá no "Pagode do Trem", samba nota 100
Eu vou me acabar nos "Boêmios de Irajá"
Terra tão linda assim não há
Santa Cruz, Penha, Camará,
E a Mangueira se enfeitar
E o Império a te coroar
Bateria já vai passar
Salve Oswaldo Cruz!
GRES VILA ISABEL
Por Marcus Vinicius
Samba enredo da Vila Isabel para o carnaval de 2012.
“Você Semba Lá... Que Eu Sambo Cá. O Canto Livre de Angola!”
Autores: Evandro Bocão, Arlindo Cruz, André Diniz, Leonel e Artur das Ferragens
Vibra, oh minha Vila
A sua alma tem negra vocação
Somos a pura raiz do samba
Bate meu peito à sua pulsação
Incorpora outra vez Kizomba e segue na missão
Tambor africano ecoando, solo feiticeiro
Na cor da pele, o negro
Fogo aos olhos que invadem,
Pra quem é de lá
Forja o orgulho, chama pra lutar
A sua alma tem negra vocação
Somos a pura raiz do samba
Bate meu peito à sua pulsação
Incorpora outra vez Kizomba e segue na missão
Tambor africano ecoando, solo feiticeiro
Na cor da pele, o negro
Fogo aos olhos que invadem,
Pra quem é de lá
Forja o orgulho, chama pra lutar
Reina Ginga, ê matamba
Vem ver a lua de Luanda nos guiar
Reina Ginga, ê matamba
Negra de Zâmbi, sua terra é seu altar
Vem ver a lua de Luanda nos guiar
Reina Ginga, ê matamba
Negra de Zâmbi, sua terra é seu altar
Somos cultura que embarca
Navio negreiro, correntes da escravidão
Temos o sangue de Angola
Correndo na veia, luta e libertação
A saga de ancestrais
Que por aqui perpetuou
A fé, os rituais, um elo de amor
Pelos terreiros (dança, jongo, capoeira)
Nasce o samba (ao sabor de um chorinho)
Tia Ciata embalou
Com braços de violões e cavaquinhos a tocar
Nesse cortejo (a herança verdadeira)
A nossa Vila (agradece com carinho)
Viva o povo de Angola e o negro Rei Martinho
Navio negreiro, correntes da escravidão
Temos o sangue de Angola
Correndo na veia, luta e libertação
A saga de ancestrais
Que por aqui perpetuou
A fé, os rituais, um elo de amor
Pelos terreiros (dança, jongo, capoeira)
Nasce o samba (ao sabor de um chorinho)
Tia Ciata embalou
Com braços de violões e cavaquinhos a tocar
Nesse cortejo (a herança verdadeira)
A nossa Vila (agradece com carinho)
Viva o povo de Angola e o negro Rei Martinho
Semba de lá, que eu sambo de cá
Já clareou o dia de paz
Vai ressoar o canto livre
Nos meus tambores, o sonho vive
Já clareou o dia de paz
Vai ressoar o canto livre
Nos meus tambores, o sonho vive
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segunda-feira, 17 de outubro de 2011
“... E o povo na rua cantando. É feito uma reza, um ritual”
Por Marcus Vinicius
Letra do samba enredo da Portela para o carnaval de 2012.
“... E o povo na rua cantando. É feito uma reza, um ritual”
Autores: Wanderley Monteiro, Luiz Carlos Máximo, Toninho Nascimento e Naldo
Meu Rei
Senhor do Bonfim alumia
Os caminhos da Portela
Que eu guardo no meu patuá
Eu vim com a proteção dos meus guias
Com Clara Guerreira à Bahia
Cheguei, eu cheguei pra festejar
Deixa lavar, nos altares e terreiros
Tem jarro com água de cheiro
Vou jogar flores no mar
No mar
Procissão dos Navegantes
Eu também sou almirante
De Nossa Senhora Iemanjá
Vou no gongá
Bater tambor
Rezo no altar
Levo o andor
Vem chegando os batuqueiros
Desce a ladeira, meu amor
Que a patuscada começou
Eu vim pra rua
Que o samba de roda chegou
Iaiá
De saia rendada em cetim
Bota o tempero na festa
Oi, tem abará e quindim
Portela cheia de encantos
Acolhe a Bahia em seu canto
De festas, rezas, rituais
Vestido de azul e branco
Eu venho estender o nosso manto
Aos meus santos do samba que são orixás
Madureira sobe o Pelô...tem capoeira
Na batida do tambor...samba Ioiô
Rola o toque de Olodum...lá na Ribeira
A Bahia me chamou
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Wanderley Monteiro
domingo, 16 de outubro de 2011
Roda de Samba com Gallotti
A roda de samba ontem no Vila Camaleão juntou diumtudo do samba. Organizada por Felipe Araújo, contou com a participação do próprio organizador, o Gebedim, Malena, Rubens, David sete cordas, Augusto César, Alfredo e muitos outros. O convidado especial foi Eduardo Gallotti, sambista carioca, que foi um dos revitalizadores da Lapa e durante muito tempo comandou as famosas rodas de samba do Mandrake e Sobrenatural.
Sempre que vou ao Rio o encontro nos sambas do Trapiche Gamboa e no Clube Democráticos.
Ontem o bicho pegou. Parabéns ao Felipe Araújo e a todos(as) que viabilizaram a roda de samba de ontem.
PS - Vem aí Cristina Buarque - em Novembro - aguardem.
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