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sábado, 29 de outubro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Estação Primeira de Mangueira - 2012
por Marcus Vinicius
Letra do samba enredo da Estação Primeira de Mangueira para o carnaval de 2012. A estação primeira homenageará o Bloco do Cacique de Ramos em seu cinquentenáerio.
“Vou Festejar! Sou Cacique, Sou Mangueira”
Autores: Igor Leal, Lequinho, Junior Fionda e Paulinho Carvalho
Salve... A tribo dos bambas
Um “Doce refúgio” de inspiração
Salve... O palácio do sambaOnde um simples verso se torna canção
Debaixo da tamarineira
Um índio guerreiro me fez recordar
Um lugar... O meu berço, num novo lar
Seguindo com os “pés no chão”“Raiz”, que se tornou religião
Da boêmia dos antigos carnavais
Não esquecerei jamais
Firma o batuque que eu quero sambar... Me leva!
Já começou... A festa!
Esqueça a dor da vida, Caciqueando na avenida
“Sim”... Vi o bloco passando
O nobre rezando, e o povo a cantar
“Sim”... Era um nó na garganta
Ver o Bafo da Onça, a desfilar
“Chora... Chegou à hora eu não vou ligar”
Minha cultura é arte popular
Nasceu em Fundo de Quintal
Sou Imortal e vou dizer agonizar não é morrer
Mangueira... Fez o meu sonho acontecer (hei, hei, hei...)
“O povo não perde o prazer de cantar”
Por todo universo minha voz ecoou
“Respeite quem pôde chegar”
“Onde a agente chegou”
Letra do samba enredo da Estação Primeira de Mangueira para o carnaval de 2012. A estação primeira homenageará o Bloco do Cacique de Ramos em seu cinquentenáerio.
“Vou Festejar! Sou Cacique, Sou Mangueira”
Autores: Igor Leal, Lequinho, Junior Fionda e Paulinho Carvalho
Salve... A tribo dos bambas
Um “Doce refúgio” de inspiração
Salve... O palácio do sambaOnde um simples verso se torna canção
Debaixo da tamarineira
Um índio guerreiro me fez recordar
Um lugar... O meu berço, num novo lar
Seguindo com os “pés no chão”“Raiz”, que se tornou religião
Da boêmia dos antigos carnavais
Não esquecerei jamais
Firma o batuque que eu quero sambar... Me leva!
Já começou... A festa!
Esqueça a dor da vida, Caciqueando na avenida
“Sim”... Vi o bloco passando
O nobre rezando, e o povo a cantar
“Sim”... Era um nó na garganta
Ver o Bafo da Onça, a desfilar
“Chora... Chegou à hora eu não vou ligar”
Minha cultura é arte popular
Nasceu em Fundo de Quintal
Sou Imortal e vou dizer agonizar não é morrer
Mangueira... Fez o meu sonho acontecer (hei, hei, hei...)
“O povo não perde o prazer de cantar”
Por todo universo minha voz ecoou
“Respeite quem pôde chegar”
“Onde a agente chegou”
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