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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

RICARDO SETTI

Por Marcus Vinicius

Nem o reino mineral, como diz Mino Carta, acredita que um jornalista como Ricardo Setti, tenha errado ao publicar uma fotomontagem com Lula.
É óbvio que um ex- (diretor, redator-chefe de várias publicações brasileiras) e editor das memórias do ex-presidente FHC, teria que saber do que se tratava e de que serveria aos seus propósitos. (não é assim a teoria do domínio do fato).

Este jornalista hoje é blogueiro da tal revista, e no tal blog publicou a foto.

A foto original foi feita no dia 22 de fevereiro de 2009, no Sambódromo, no Rio, e mostra Lula, dona Marisa, Neguinho da Beija-Flor e a mulher, Elaine Reis (Foto: Ricardo Stuckert / Presidência da República).





Aqui a foto montagem:

Lula_Rosemary04A_Montagem

terça-feira, 21 de agosto de 2012

O dia em que fui “desconvidado” do Roda Viva


Por Lino Bocchini
O e-mail que oficializou o convite na sexta-feira, feito primeiro por telefone
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Na última sexta-feira (17/08) recebi um convite pra ser um dos entrevistadores de Diogo Mainardi, na bancada do Roda Viva. O convite foi feito por telefone, e formalizado por e-mail. A produção do Roda Viva pegou meu endereço e enviou o livro que o ex-colunista de Veja iria lançar – “A Queda”, sua primeira obra após “Lula É Minha Anta”. Aceitei, e meu nome começou a ser divulgado na própria sexta-feira, tanto no site da TV Cultura como em releases para a imprensa. Tinha também um carro marcado para me pegar no trabalho e me levar ao programa. No final da manhã de segunda-feira, a mesma produtora que havia acertado tudo me liga dizendo que minha participação havia sido “cancelada”.
O envelope com o livro chegou sexta. E com meu nome escrito errado
Sua alegação era que “tinha um entrevistado a mais”, e eu fui cortado. Como ela não conseguiu dizer o que havia acontecido, peço pra falar com outra pessoa que possa me explicar a razão do veto. Em poucos minutos me liga o apresentador do programa e ex-diretor de redação da Veja, Mario Sergio Conti. Ele confirma que, sim, eu estava cortado da bancada. Pede desculpas e diz que, quem sabe, “em outra ocasião”, eu possa voltar a ser convidado. Repete a justificativa de que tinham que ser 5 entrevistados, mas que tinham 6 confirmados. Argumento que no release divulgado desde sexta-feira pela própria TV Cultura tinham apenas 5 pessoas. “Ah, mas tem também a Joyce Pascowitch, que entrou de última hora”. Se foi isso mesmo, porque justo eu fui cortado? “Pra dar mais diversidade ao programa”, responde Mario. Ainda argumento que, se o critério era dar mais diversidade, na bancada tinham dois jornalistas com o mesmo perfil: da área de cultura de grandes jornais do Estado. Ele desconversa, e diz que a Joyce era “mais adequada”. Agradeço e me despeço dizendo que a prerrogativa de escolher quem vai ou não é dele. Não fazia sentido discutirmos.
E-mail também de sexta, confirmando o envio do livro e o agendamento do carro.
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Volta no tempo: estou sendo processado pela Folha, que há dois anos mantém sob censura meu antigo site Falha de S. Paulo, que eu fazia com meu irmão. Estão me pedindo dinheiro a título de indenização por “danos morais”; O dono da empresa, Otávio Frias Filho, já assinou uma carta com ataques à minha pessoa, quando recusou-se a ir a Brasília, numa audiência pública sobre o caso de censura, ocasião em que 20 deputados federais de 10 partidos diferentes reprovaram a atitude anti-democrática da Folha; Esse ataque inédito do jornal contra um blog independente foi condenado porAssange e pela organização Repórteres sem Fronteiras, entre tantos outros. E a direção do veículo, digamos, não reagiu muito bem a essa reprovação global; além disso, um jornalista da Barão de Limeira estaria na bancada. E a TV Cultura deu meia hora de seu horário nobre de domingo para o TV Folha.
Mais: na entrevista ficou claro o desprezo que Mainardi tem pela internet e seus usuários. Disse que na rede “só tem otários”, e reclamou que “agora os leitores que antes só mandavam cartinhas mal escritas agora têm voz”.
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O release com meu nome ficou 3 dias no site da TV Cultura. E eram 5 entrevistadores, como Mario disse que tinha que ser. Após o corte, trocaram meu nome pelo da Joyce
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Não faço idéia de quem vetou meu nome na entrevista, e prefiro não arriscar um eventual motivo. Melhor deixar pra cada um tirar suas próprias conclusões.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Debate Governador(a) na Jangadeiro

No debate da tv Jangadeiro nada de novidade. Um debate morno. E mais, debate com "patrocínio" de organização educacional. Participaram Soraya (PSOL), Marcos (PSDB), Lúcio (PR) e Marcelo (PV). A regra foi ter representação no congresso. Portanto para Natividade do PCB e Gonzaga do PSTU, necas de pitibiriba.
A única diferença foi feita por Cid que não compareceu ao debate alegando que o dono da televisão tinha um candidato. O dono, talvez seja o Tasso Jereissati.
Oportunismo do Cid, talvez, pois ele não denuncia que o controle das tv e rádios estão mas mãos de políticos e de 4 famílias (no sentido bíblico ou italiano). Essa é a ṕrática das concessões no Brasil.
Mas involuntariamente coloca em discussão a tal liberdade de imprensa dos donos das Tvs, jornais e rádios, que tantos defendem. Em discussão? Equivoquei-me. Essa discussão para a imensa maioria é bizantina.
Valei-me Chávez.