Mostrando postagens com marcador Leão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Leão. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
domingo, 18 de setembro de 2011
Fortaleza vence e termina 2011 garantido na Série C para no ano que vem
Do portal Esportes O POVO
Ufa! Eis a expressão que resume o sentimento da torcida do Fortaleza. O Tricolor do Pici goleou o CRB por 4x0 na tarde deste sábado (17), no estádio Presidente Vargas. Com o resultado, o time garantiu a permanência na Série C e evitou uma inédita queda para a 4ª Divisão do Campeonato Brasileiro.
O primeiro tempo foi bem movimentado. Fortaleza teve mais posse de bola durante toda a primeira etapa. O CRB também assustou, em jogadas de contra-ataque. Leandro, chutando de fora da área, criou a melhor oportunidade para o Leão nos primeiros 45 minutos.
Na volta para o segundo tempo, que começou bem atrasado, o Fortaleza seguiu melhor na partida. Logo aos cinco minutos, o Leão abriu o placar. Guto cobrou falta no ângulo. A bola bateu na trave. Dezinho tentou marcar no rebote, mas quem acabou colocando a bola para as redes foi o atacante Vavá, que marcou o seu 1º gol com a camisa tricolor.
Logo em seguida, o Fortaleza teve a chance de ampliar. Reginaldo Júnior foi derrubado na área. O juiz marcou pênalti e expulsou o zagueiro Paulo Rodrigues. Na cobrança, Carlinhos Bala perdeu o pênalti, defendido pelo goleiro Cristiano.
A pressão do Fortaleza continuou. Vavá, com um chute de longe, marcou o 2º gol do Leão. Aos 18 minutos, o juiz expulsou o goleiro Cristiano. Como o CRB já tinha feito as três substituições, o jogador Roberto Lopes acabou improvisado no gol.
Apesar de ter feito algumas defesas, Roberto Lopes não conseguiu evitar o 3º gol, marcado por Gustavo Papa. O 4º gol, já aos 40 minutos do 2º tempo, Marcos Goiano marcou o gol que garantiu a permanência do Fortaleza na Série C.
No fim das contas, com o resultado que fez (4x0), o Fortaleza não precisou esperar o resultado de Campinense x Guarany de Sobral para comemorar. O apito final do juiz deu início, de fato, o grito de festa e de alívio da torcida tricolor.
http://migre.me/5Jb05
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
sexta-feira, 15 de julho de 2011
O Leão e o PV
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Uma Epopéia
Por Walber Nogueira da Silva
Quem foi ao Parque dos Campeonatos na noite da quarta-feira, 23/02, não viu apenas um jogo de futebol, viu uma epopéia, um poema épico, um feito heróico de proporções homéricas.
O Fortaleza precisava ganhar de 2 a 0 para decidir nos pênaltis ou por uma diferença de três gols para lograr a classificação direto. Com um minuto de jogo, Reginaldo Júnior balançou as redes e indicou à torcida tricolor a alegria que estava por vir. Aliás, a torcida merece um comentário à parte e, adiante, me ocuparei dela.
Depois do gol, o tricolor continuou pressionando e chegou até a marcar, mas o gol foi anulado. Pelo ângulo em que me encontrava no estádio, não vi nenhuma irregularidade. A pressão continuava, as chances eram criadas, mas nada do segundo gol sair.
Vem o segundo tempo e, aos 16 minutos, a defesa do Fortaleza toma o seu indefectível gol de todo jogo. Com isso, precisávamos fazer mais 3! Naquele momento, perdíamos gols, errávamos passes fáceis e nos enervávamos, desesperados que estávamos, correndo atrás da classificação. Como superar tudo isso?
As decepções e derrotas acumuladas nos campeonatos nacionais dos últimos anos vieram à tona naquele momento. O estádio silenciou. Vi alguns irem embora e, como estes, muitos desacreditaram. Desacreditaram do Fortaleza, da sua fama de fênix, a ave mitológica que renasce das cinzas. Desacreditaram da mística de suas camisas. No fundo, desacreditavam de si mesmos.
Aos 20 minutos, o chute certeiro de Gilmak no ângulo direito do goleiro adversário foi uma espécie de aviso: acreditai-vos, pois esta camisa é capaz do inimaginável. A Batalha do Pici não estava perdida.
Esta foi a senha para a explosão da torcida tricolor.
E ela foi um capítulo à parte. Com seus cantos, seus gritos, entoando a mais perfeita criação musical do gênero humano, o hino do Fortaleza, a torcida tricolor foi simplesmente: Fortaleza. E ser Fortaleza é colocar-se acima, além, em um estágio de transcendência em que a própria ordem do óbvio, do esperado, da realidade, é subvertida. Ser Fortaleza não é uma mera opção clubística, é um estado de espírito. Sua torcida nunca soube disso tanto quanto ontem.
Aos 39 do segundo tempo, o gol de Reginaldo Júnior veio nos libertar. Não apenas da tensão, do nervosismo. Aquele quarto gol, o gol da classificação, nos libertou das agruras do dia-a-dia, dos sofrimentos da existência, do patrão chato, do ônibus lotado, do capitalismo que leva a humanidade à extinção, das tristezas da vil condição humana. Mesmo por um instante, por um momento, aquele gol nos vingou de tudo isso, nos vingou de todas as derrotas da vida!
O jogo desta quarta foi um lenitivo para todos os tricolores. Nós merecíamos isso. O Fortaleza foi grande, foi heróico, honrou sua história e seu nome: foi forte. Soube vencer suas próprias limitações, transformando-as em matéria de vitória.
Se Homero tivesse assistido a vitória de ontem, não teria escrito um poema em homenagem aos feitos de Ulisses, teria homenageado este feito do Fortaleza.
E ela foi um capítulo à parte. Com seus cantos, seus gritos, entoando a mais perfeita criação musical do gênero humano, o hino do Fortaleza, a torcida tricolor foi simplesmente: Fortaleza. E ser Fortaleza é colocar-se acima, além, em um estágio de transcendência em que a própria ordem do óbvio, do esperado, da realidade, é subvertida. Ser Fortaleza não é uma mera opção clubística, é um estado de espírito. Sua torcida nunca soube disso tanto quanto ontem.
Aos 39 do segundo tempo, o gol de Reginaldo Júnior veio nos libertar. Não apenas da tensão, do nervosismo. Aquele quarto gol, o gol da classificação, nos libertou das agruras do dia-a-dia, dos sofrimentos da existência, do patrão chato, do ônibus lotado, do capitalismo que leva a humanidade à extinção, das tristezas da vil condição humana. Mesmo por um instante, por um momento, aquele gol nos vingou de tudo isso, nos vingou de todas as derrotas da vida!
O jogo desta quarta foi um lenitivo para todos os tricolores. Nós merecíamos isso. O Fortaleza foi grande, foi heróico, honrou sua história e seu nome: foi forte. Soube vencer suas próprias limitações, transformando-as em matéria de vitória.
Se Homero tivesse assistido a vitória de ontem, não teria escrito um poema em homenagem aos feitos de Ulisses, teria homenageado este feito do Fortaleza.
Assinar:
Postagens (Atom)






