Jornal O Povo - 17 de Novembro de 2008
O CAMINHO SE FAZ CAMINHANDO - POR ACRÍSIO SENA
Há momentos em que a realidade nos obriga a reordenar a lógica de pensamento. Weber ensina que o cientista social não pode querer enquadrar a realidade no conceito, mas o contrário. Mas a insistência na contramão dessa idéia, alimentada por artigos como o de Gilvan Rocha, publicado dia 14, nos obriga a fazer um apelo ao bom senso. O articulista critica a prefeita Luizianne Lins porque ela "disse que continuará com um perfil de esquerda", colocando em dúvida se a gestão que estamos vivendo hoje em Fortaleza pode ser chamada assim. Há erros crassos na hipótese. Em primeiro lugar, por reiteradas vezes Luizianne deixou claro que sabia dos limites de administrar no capitalismo - inclusive durante a campanha - e foi honesta o suficiente para não prometer implementar o "socialismo" nesta capital. Tal transformação abrangeria ações econômicas e políticas de caráter mundial. Mas existe, sim, uma convicção de esquerda nesta administração que rompeu diversos limites impostos pelo capital. Basta ver as ações sociais de curto, médio e longo prazo e as práticas políticas adotadas. São outros tempos em Fortaleza e o caminho para construção dessa nova sociedade leva bem mais de quatro anos. Em segundo, é triste ver um debate rebaixado do tipo "eu sou mais à esquerda que você". Isso sim é uma sandice. Luizianne fez aliança com 12 partidos a partir de um projeto de cidade. Alguém duvida que a prefeita seja socialista? Alguém duvida que o Psol, do companheiro Gilvan, seja de esquerda? Mas, para eleger 15 de 25 parlamentares, o Psol adotou arcos de alianças mais diversificados, incluindo PSDB, DEM, PT, PPS, PSB, PR, PHS, PRB, PMN, PDT, PSL, PTdoB, PRTB e PV. É o caso de devolver a pergunta feita no artigo: que esquerda? A questão não é essa. Marx afirma que os homens constroem sua história, mas não como querem. Para mudar o capitalismo, é necessário envolver-se com uma série de contradições, num processo dialético de vivência, negação e superação. Administrar é viver essas contradições. Não tenho dúvida que essa gestão é de esquerda. O resto é esquerdismo.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
QUE ESQUERDA?
JORNAL O POVO - 14 DE NOVEMBRO DE 2008
QUE ESQUERDA? - POR GILVAN ROCHA
A prefeita de Fortaleza Luizianne Lins disse que sua administração continuará com seu perfil de esquerda. Diante disso, torna-se oportuno definir o que é esquerda. Esquerda, para nós, é a posição política que se assume explicitamente anticapitalista. Parece-nos, entretanto, que a esquerda, a qual a prefeita pertence, tem outra configuração, mostrando-se incapaz de ultrapassar os limites de uma oposição ao modelo neoliberal, opondo a esse modelo um hipotético capitalismo humanizado, o que é uma sandice de primeira grandeza. Aliás, essa "esquerda" francamente majoritária, para desgraça nossa, externa com veemência sua alegria diante do ruidoso desabar da política neoliberal sem questionar o que será posto em seu lugar sem perceber que, à crise, provavelmente não sucederá o socialismo.Mas isso parece pouco importar. Em moeda menor, a esquerda da prefeita Luizianne Lins, no que pese sua boa intenção, não vai além do propósito de gerenciar com proficiência a desigualdade social. Basta que nos lembremos de sua campanha. Nenhuma denúncia do sistema vigente, nenhum apelo à organização consciente do povo. Para a população bastava acionar mágicos botões no dia da eleição e tudo se resolveria, fosse na saúde, na educação, no transporte, na moradia... Qual a diferença entre esse tipo de campanha presumidamente de "esquerda" para a campanha da direita explícita? Absolutamente nenhuma. Nem na forma nem no conteúdo. Isso é o que temos de enxergar. A esquerda que o trabalhador, a dona de casa e a juventude precisam não é essa esquerda direitosa que fez e faz sistematicamente o jogo do capitalismo. A esquerda, historicamente necessária, é aquela que põe a nu o sistema e sabe associar a luta cotidiana do povo ao objetivo maior de emancipação da humanidade dos grilhões de um capitalismo que nos arrasta celeremente para a tragédia total. Essa, sim, é uma posição realmente de esquerda. gilvanrocha50@yahoo.com.br
QUE ESQUERDA? - POR GILVAN ROCHA
A prefeita de Fortaleza Luizianne Lins disse que sua administração continuará com seu perfil de esquerda. Diante disso, torna-se oportuno definir o que é esquerda. Esquerda, para nós, é a posição política que se assume explicitamente anticapitalista. Parece-nos, entretanto, que a esquerda, a qual a prefeita pertence, tem outra configuração, mostrando-se incapaz de ultrapassar os limites de uma oposição ao modelo neoliberal, opondo a esse modelo um hipotético capitalismo humanizado, o que é uma sandice de primeira grandeza. Aliás, essa "esquerda" francamente majoritária, para desgraça nossa, externa com veemência sua alegria diante do ruidoso desabar da política neoliberal sem questionar o que será posto em seu lugar sem perceber que, à crise, provavelmente não sucederá o socialismo.Mas isso parece pouco importar. Em moeda menor, a esquerda da prefeita Luizianne Lins, no que pese sua boa intenção, não vai além do propósito de gerenciar com proficiência a desigualdade social. Basta que nos lembremos de sua campanha. Nenhuma denúncia do sistema vigente, nenhum apelo à organização consciente do povo. Para a população bastava acionar mágicos botões no dia da eleição e tudo se resolveria, fosse na saúde, na educação, no transporte, na moradia... Qual a diferença entre esse tipo de campanha presumidamente de "esquerda" para a campanha da direita explícita? Absolutamente nenhuma. Nem na forma nem no conteúdo. Isso é o que temos de enxergar. A esquerda que o trabalhador, a dona de casa e a juventude precisam não é essa esquerda direitosa que fez e faz sistematicamente o jogo do capitalismo. A esquerda, historicamente necessária, é aquela que põe a nu o sistema e sabe associar a luta cotidiana do povo ao objetivo maior de emancipação da humanidade dos grilhões de um capitalismo que nos arrasta celeremente para a tragédia total. Essa, sim, é uma posição realmente de esquerda. gilvanrocha50@yahoo.com.br
PSOL E AS ALIANÇAS - 2
Érico Firmo - Menu Político - 08 de Novembro de 2008 - Jornal O Povo
PSol quer punir responsáveis por coligações
Na semana passada, a coluna comentou que 15 dos 25 vereadores eleitos pelo PSol em todo o País integraram coligações que incluíam partidos como PSDB, DEM, PT, PPS, PSB, PR, PHS, PRB, PMN, PDT, PSL, PTdoB, PRTB e PV. Sobre o assunto, manifestou-se o secretário-geral do partido, Luiz Araújo.
Ele explica que o partido, em março deste ano, proibiu coligações com PSDB, DEM, PMDB, PT e "partidos mensaleiros". Não foi aprovada pelo Diretório Nacional, segundo ele, nenhuma coligação com "partidos conservadores".
No entanto, foram autorizadas alianças que, na avaliação do PSol, contribuíram para atrair setores que estavam "em contradição com o governo e a velha direita", inclusive forças que discordam das direções dos partidos que integram. Foi o caso da coligação com o PSB em Macapá, onde o partido indicou o candidato a vice-prefeito, chegou ao 2º turno e perdeu por uma diferença de 3,3%. "Essas coligações foram aceitas pelo perfil mais à esquerda do PSB nessas cidades", disse o secretário-geral da legenda.
As coligações que descumpriram a determinação foram impugnadas pela direção nacional mas, segundo Araújo, "infelizmente, em muitos municípios, a Justiça Eleitoral não aceitou a argumentação partidária e manteve a composição". Todos os casos, segundo ele, serão analisados pelas direções estaduais, por determinação da cúpula nacional do PSol. "O partido tomará providências cabíveis para corrigir posturas que contrariam as decisões partidárias", afirmou.
O presidente do PSol no Ceará, Renato Roseno, disse ser favorável à aplicação de sanções, "inclusive dissolução de diretórios e expulsão", aos dirigentes e candidatos que promoveram tais alianças "numa afronta total à democracia interna e à coerência político-programática", disse Roseno.
PSol quer punir responsáveis por coligações
Na semana passada, a coluna comentou que 15 dos 25 vereadores eleitos pelo PSol em todo o País integraram coligações que incluíam partidos como PSDB, DEM, PT, PPS, PSB, PR, PHS, PRB, PMN, PDT, PSL, PTdoB, PRTB e PV. Sobre o assunto, manifestou-se o secretário-geral do partido, Luiz Araújo.
Ele explica que o partido, em março deste ano, proibiu coligações com PSDB, DEM, PMDB, PT e "partidos mensaleiros". Não foi aprovada pelo Diretório Nacional, segundo ele, nenhuma coligação com "partidos conservadores".
No entanto, foram autorizadas alianças que, na avaliação do PSol, contribuíram para atrair setores que estavam "em contradição com o governo e a velha direita", inclusive forças que discordam das direções dos partidos que integram. Foi o caso da coligação com o PSB em Macapá, onde o partido indicou o candidato a vice-prefeito, chegou ao 2º turno e perdeu por uma diferença de 3,3%. "Essas coligações foram aceitas pelo perfil mais à esquerda do PSB nessas cidades", disse o secretário-geral da legenda.
As coligações que descumpriram a determinação foram impugnadas pela direção nacional mas, segundo Araújo, "infelizmente, em muitos municípios, a Justiça Eleitoral não aceitou a argumentação partidária e manteve a composição". Todos os casos, segundo ele, serão analisados pelas direções estaduais, por determinação da cúpula nacional do PSol. "O partido tomará providências cabíveis para corrigir posturas que contrariam as decisões partidárias", afirmou.
O presidente do PSol no Ceará, Renato Roseno, disse ser favorável à aplicação de sanções, "inclusive dissolução de diretórios e expulsão", aos dirigentes e candidatos que promoveram tais alianças "numa afronta total à democracia interna e à coerência político-programática", disse Roseno.
O PSOL E AS ALIANÇAS
Érico Firmo - 01 de novembro de 2008 - Menu Político - Jornal O Povo
O PSol e as alianças
O PSol participou neste ano de suas primeiras eleições municipais. Em 2004, o partido já existia, mas não pôde participar das disputas, por não estar oficializado um ano antes da eleição, como determina a lei. Desta vez, a sigla foi para a campanha e conseguiu eleger 25 vereadores em todo o Brasil. Dez desses parlamentares foram eleitos em chapas puras ou em coligações com os aliados preferenciais do PSol - PCB e PSTU. Para eleger os outros 15 parlamentares, o PSol - principal partido que faz oposição à esquerda do governo Lula - adotou arcos de alianças mais diversificados, incluindo PSDB, DEM, PT, PPS, PSB, PR, PHS, PRB, PMN, PDT, PSL, PTdoB, PRTB e PV.
Com essas legendas, as parcerias mais vitoriosas foram feitas com PSDB e PSB, cada partido integrando coligações pelas quais foram eleitos quatro vereadores do PSol. As parcerias do partido de Heloísa Helena com as legendas de Tasso Jereissati e Ciro Gomes só não foram mais vitoriosas que as alianças com o PSTU, que elegeram cinco parlamentares do PSol - inclusive João Alfredo em Fortaleza. Já as coligações com o também tradicional aliado PCB renderam ao PSol três vereadores, dois deles em coligações nas quais o PSTU também estava. Outros partidos que também estavam em coligações pelas quais foram eleitos três vereadores do PSol foram PMN, PSL e PV.
Há casos curiosos, como no município de Pracuúba, no Amapá, no qual o PSol elegeu o vereador Valdeci Ribeiro dos Santos numa coligação com DEM, PT, PR e PSL. Todos esses partidos, mais PRTB e PPS, ainda estavam juntos na coligação que venceu a eleição para prefeito, tendo como candidato Mosaniel Passos, o Mosa, do PMDB.
Outra aliança eclética foi feita em Santa Cruz do Monte Castelo, no Paraná, onde o PSol elegeu Rafael Guerreiro, em aliança com PSDB, DEM, PSL e PRTB. E todos esses partidos, mais PTB e PSC, estavam juntos na coligação que deu a vitória ao candidato a prefeito José Maria, do PR.
O PSol e as alianças
O PSol participou neste ano de suas primeiras eleições municipais. Em 2004, o partido já existia, mas não pôde participar das disputas, por não estar oficializado um ano antes da eleição, como determina a lei. Desta vez, a sigla foi para a campanha e conseguiu eleger 25 vereadores em todo o Brasil. Dez desses parlamentares foram eleitos em chapas puras ou em coligações com os aliados preferenciais do PSol - PCB e PSTU. Para eleger os outros 15 parlamentares, o PSol - principal partido que faz oposição à esquerda do governo Lula - adotou arcos de alianças mais diversificados, incluindo PSDB, DEM, PT, PPS, PSB, PR, PHS, PRB, PMN, PDT, PSL, PTdoB, PRTB e PV.
Com essas legendas, as parcerias mais vitoriosas foram feitas com PSDB e PSB, cada partido integrando coligações pelas quais foram eleitos quatro vereadores do PSol. As parcerias do partido de Heloísa Helena com as legendas de Tasso Jereissati e Ciro Gomes só não foram mais vitoriosas que as alianças com o PSTU, que elegeram cinco parlamentares do PSol - inclusive João Alfredo em Fortaleza. Já as coligações com o também tradicional aliado PCB renderam ao PSol três vereadores, dois deles em coligações nas quais o PSTU também estava. Outros partidos que também estavam em coligações pelas quais foram eleitos três vereadores do PSol foram PMN, PSL e PV.
Há casos curiosos, como no município de Pracuúba, no Amapá, no qual o PSol elegeu o vereador Valdeci Ribeiro dos Santos numa coligação com DEM, PT, PR e PSL. Todos esses partidos, mais PRTB e PPS, ainda estavam juntos na coligação que venceu a eleição para prefeito, tendo como candidato Mosaniel Passos, o Mosa, do PMDB.
Outra aliança eclética foi feita em Santa Cruz do Monte Castelo, no Paraná, onde o PSol elegeu Rafael Guerreiro, em aliança com PSDB, DEM, PSL e PRTB. E todos esses partidos, mais PTB e PSC, estavam juntos na coligação que deu a vitória ao candidato a prefeito José Maria, do PR.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
CONDOLEEZZA E JOÃO PEDRO
UMA PESSOA PRESENTE AO DEBATE REALIZADO NO SINDICATO DOS COMERCIÁRIOS, ONTEM 12 DE NOVEMBRO, OUVIU DE JOÃO PEDRO STÉDILE A SEGUINTE PÉROLA " A CONDOLLEZZA RICE NÃO BOMBARDEOU O BRASIL PORQUE A NAMORADA DELA É DE SALVADOR" ISSO NUM EVENTO QUE TINHA COMO TÍTULO "QUE HUMANIDADE QUEREMOS SER? UM DEBATE ANTI-CAPITALISTA DE ENFRENTAMENTO
À CRISE MUNDIAL". NÃO SEI A HUMANIDADE QUE ELE QUER, POIS NÃO FUI AO DEBATE. MAS, NECESSARIAMENTE UMA "NOVA HUMANIDADE" NÃO PODERÁ CONVIVER COM A HOMOFOBIA.
À CRISE MUNDIAL". NÃO SEI A HUMANIDADE QUE ELE QUER, POIS NÃO FUI AO DEBATE. MAS, NECESSARIAMENTE UMA "NOVA HUMANIDADE" NÃO PODERÁ CONVIVER COM A HOMOFOBIA.
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
LUIZIANNE NA PREFEITURA
Por Marcus Vinicius
ONTEM ACONTECEU O ÚLTIMO DEBATE ENTRE OS(AS) CANDIDATOS(AS) A PREFEITURA DE FORTALEZA.
A PREÇOS DE ONTEM, NÃO HAVERÁ SEGUNDO TURNO. LUIZIANNE GANHARIA NO
DOMINGO DIA 05 DE OUTUBRO.
O EXTRANHO FOI UMA MENSAGEM POR MIM RECEBIDA TORCENDO PARA QUE OCORRA SEGUNDO TURNO. D
DEVO EXPLICAR QUE A MENSAGEIRA É ELEITORA DO PSOL, QUE SEGUNDO AS PESQUISAS, NÃO TERIA CHANCE DE IR PARA O SEGUNDO TURNO.
SE HOUVER, SERÁ COM MORONI DO EX-PFL. ENTÃO, QUAL A LÓGICA DA TORCIDA PELO SEGUNDO TURNO: VOTAR NO MORONI, LAVAR AS MAÕS FEITO PILATOS, DAR UMA DE AVESTRUZ, OU VOTAR NULO.
SE FOR ESTE O CASO, O MELHOR ESTÁ COM A CRÍTICA RADICAL, QUE NEGA O PROCESSO ELEITORAL E FAZ CAMPANHA SISTEMÁTICA PELO VOTO NULO.
MAS, QUEM SABE, A PSICOLOGIA EXPLIQUE ESTE DESEJO.
ONTEM ACONTECEU O ÚLTIMO DEBATE ENTRE OS(AS) CANDIDATOS(AS) A PREFEITURA DE FORTALEZA.
A PREÇOS DE ONTEM, NÃO HAVERÁ SEGUNDO TURNO. LUIZIANNE GANHARIA NO
DOMINGO DIA 05 DE OUTUBRO.
O EXTRANHO FOI UMA MENSAGEM POR MIM RECEBIDA TORCENDO PARA QUE OCORRA SEGUNDO TURNO. D
DEVO EXPLICAR QUE A MENSAGEIRA É ELEITORA DO PSOL, QUE SEGUNDO AS PESQUISAS, NÃO TERIA CHANCE DE IR PARA O SEGUNDO TURNO.
SE HOUVER, SERÁ COM MORONI DO EX-PFL. ENTÃO, QUAL A LÓGICA DA TORCIDA PELO SEGUNDO TURNO: VOTAR NO MORONI, LAVAR AS MAÕS FEITO PILATOS, DAR UMA DE AVESTRUZ, OU VOTAR NULO.
SE FOR ESTE O CASO, O MELHOR ESTÁ COM A CRÍTICA RADICAL, QUE NEGA O PROCESSO ELEITORAL E FAZ CAMPANHA SISTEMÁTICA PELO VOTO NULO.
MAS, QUEM SABE, A PSICOLOGIA EXPLIQUE ESTE DESEJO.
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
ASSESSORES DE CANDIDATOS EM FORTALEZA
NO MÍNIMO INTERESSANTE A LISTA DE ASSESSORES DE ALGUNS CANDIDATOS A PREFEITO DE FORTALEZA:
LUIS GASTÃO (RENUNCIOU SEMANA PASSADA ) - JORNALISTA AMAURI CANDIDO.
MORONI - JORNALISTA LUIS SERGIO SANTOS DA REVISTA FALE
ADAHIL BARRETO - JORNALISTA NORTON LIMA JUNIOR, DO BLOG (OU EX-) DO NORTON norton.blogueisso.com/.
LUIS GASTÃO (RENUNCIOU SEMANA PASSADA ) - JORNALISTA AMAURI CANDIDO.
MORONI - JORNALISTA LUIS SERGIO SANTOS DA REVISTA FALE
ADAHIL BARRETO - JORNALISTA NORTON LIMA JUNIOR, DO BLOG (OU EX-) DO NORTON norton.blogueisso.com/.
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
NOEL ROSA
"Como compositor, ao contrário do que muitos pensam, foi um dos maiores da nossa música popular. De inspiração genuinamente brasileira, criou um estilo pessoal que chegou a influenciar a seus parceiros músicos quando era apenas o autor da letra. Eis algumas das músicas feitas por Noel Rosa sem parceiros, músicas e letras de sua exclusiva autoria: Amor de parceria; Até amanhã; Capricho de rapaz solteiro; Cidade mulher; Com que roupa?; Cor de cinza; Cordiais saudações, Dama do Cabaré; É preciso discutir; Estamos esperando; Eu sei sofrer; Eu vou pra Vila; Festa no céu; Gago apaixonado; João-Ninguém; O maior castigo que te dou; Malandro medroso; Meu barracão; Minha viola; Mulata fuzaqueira; Mulato bamba; Não tem tradução; Nuvem que passou, Onde está a honestidade?; Palpite infeliz; Picilone; Quando o samba acabou; Quem dá mais? Quem ri melhor; Rapaz folgado; São coisass nossas; Século do progresso; Seja breve; Seu Jacinto; Silêncio de um minuto; Tipo zero; Último desejo; Você, por exemplo; Você vai se quizer; Vou te ripar; O x do problema. Raro compositor popular poderá apresentar um repertório de tão alta qualidade."
Lucio Rangel, in Samba, Jazz & outras notas - Editora AGIR - 2007
Lucio Rangel, in Samba, Jazz & outras notas - Editora AGIR - 2007
sexta-feira, 18 de julho de 2008
ALDIR BLANC E A UTOPIA
REPÓRTER - TENS ALGUMA UTOPIA?
ALDIR BLANC - NÃO. COMO DISSE SARAMAGO, NÃO SIMPATIZO MUITO COM A PALAVRA .
IN BAFAFÁ ON LINE - www.bafafa.com.br
ALDIR BLANC - NÃO. COMO DISSE SARAMAGO, NÃO SIMPATIZO MUITO COM A PALAVRA .
IN BAFAFÁ ON LINE - www.bafafa.com.br
quinta-feira, 17 de julho de 2008
LUCIANO CANFORA - 2
< Porém a tensão moral que induz à opção extrema, e permite o enfrentamento de sacrifícios extraordinários, não é transmitida nem por via genética nem por via pedagógica. É simplesmente perdida. Pois a experiência pode ser, no máximo, relatada, mas não transmitida: ela é individual e única. Por isso as revoluções se extinguem e todas passam, mais cedo ou mais terde, pelo seu "termidor". Quando se tenta, obstinadamente, conservar pela via pedagógica a sua vitalidade de geração em geração, bem cedo essa pedagogia é percebida como retórica e, então, refutada. Esse é o mecanismo que vimos se desenvolver no curso da longa e atormentada experiência soviética.
Até a revolução mexicana, um dos grandes eventos do início do séc XX no hemisfério ocidental, assistiu a esse genêro de evolução. E o partido "revolucionário" que foi seu artífice atualmente nada mais é o que um tranquilo e corrupto lobby de poder. Essa involução não ocorre em Cuba, sobretudo por causa da constante ameaça norte-americana - ameaça que restitui cotidianamente uma forte razão, e de evidência imediata para todos os interessados, para manter e reproduzir de forma constante aquela tensão moral sem a qual todas as revoluções se extinguem pontualmente. É a perseguição externa, pleiteando reconduzir a ilha à servidão mais ou menos douradamde "bordel do império", que mantém alta a tensão de um povo que não dobra a espinha, nem mesmo após a traição por parte da Rússia "democrática". >
LUCIANO CANFORA, EM "CRÍTICA DA RETÓRICA REMOCRÁTICA, ED. ESTAÇÃO LIBERDADE
Até a revolução mexicana, um dos grandes eventos do início do séc XX no hemisfério ocidental, assistiu a esse genêro de evolução. E o partido "revolucionário" que foi seu artífice atualmente nada mais é o que um tranquilo e corrupto lobby de poder. Essa involução não ocorre em Cuba, sobretudo por causa da constante ameaça norte-americana - ameaça que restitui cotidianamente uma forte razão, e de evidência imediata para todos os interessados, para manter e reproduzir de forma constante aquela tensão moral sem a qual todas as revoluções se extinguem pontualmente. É a perseguição externa, pleiteando reconduzir a ilha à servidão mais ou menos douradamde "bordel do império", que mantém alta a tensão de um povo que não dobra a espinha, nem mesmo após a traição por parte da Rússia "democrática". >
LUCIANO CANFORA, EM "CRÍTICA DA RETÓRICA REMOCRÁTICA, ED. ESTAÇÃO LIBERDADE
LUCIANO CANFORA
< Durante quantas gerações pode durar a experiência "revolucionária"? Tanto os eventos franceses do final do séc XVIII quanto os comunistas, que ocuparam grande parte do séc XX, demonstram que, após a segunda geração, a experiência não se transmite. Não queremos tirar daí uma lei geral, apenas constatamos um dado de evidência imediata. Em que pesem os "marxistas-ortodoxos", devemos observar que o fundamento das revoluções é a tensão moral. Sem desconsiderar, é óbvio, os pressupostos materiais, sem os quais nenhuma crise é detonada, entendo aqui por "fundamento" aquele quid da psicologia coletiva que efetivamente desencadeia a movimentação revolucionária, a qual jamais é inevitável, e que, para ser disparada, necessita da convicção quanto ao caráter insustentável da ordem existente e à convicta decisão de colocar tudo em discussão, da tranquilidade de vida às certezas cotidianas. Esse "salto" prenhe de conseqüências extremas, jamais é realizado de forma leviana por alguém. Inumeras vezes isso seria possível, mas raras, raríssimas vezes, acontece de fato - justamente por se tratar de uma escolha radical, que subverte todos os aspectos da vida, e por exigir um ímpeto e uma tensão moral muito acima da média, em geral propiciados por condições muitíssimo extremas, tais como uma guerra catastrófica (1917)ou a relvelação imprevista de uma incrível debilidade do poder (1789) >
LUCIANO CANFORA - EM CRÍTICA DA RETÓRICA DEMOCRÁTICA, ED. ESTAÇÃO LIBERDADE
LUCIANO CANFORA - EM CRÍTICA DA RETÓRICA DEMOCRÁTICA, ED. ESTAÇÃO LIBERDADE
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Filiação Partidária
" Os desafios que estão colocados para nós, para o PSOL/PSTU e todos os que nos apóiam independentemente de filiação partidária, para o Renato, como candidato a prefeito, e para todas as nossas candidaturas a vereador(a) são imensos. Mas, nossa disposição de enfrentá-los é ainda maior. Porque acreditamos na nossa proposta, porque acreditamos na força do povo que se põe em movimento, porque sabemos da capacidade de conquistar corações e mentes nessa jornada."
João Alfredo, candidato a vereador pelo PSOL de Fortaleza, in Carta "Lutar pra nós é um destino..."
João Alfredo, candidato a vereador pelo PSOL de Fortaleza, in Carta "Lutar pra nós é um destino..."
"PMF É CLENTELISTA, E DIRIGIDA PELO CAPITAL"
" Mas, é impossível pensar esse enfrentamento sem combater a atual forma de administrar e fazer política em nossa cidade, onde o clientelismo substitui a democracia e os interesses do capital imobiliário, de coleta de lixo e de transportes urbanos é quem dirigem, em última análise, os rumos da cidade e de sua administração. Daí o desafio de nossa candidatura majoritária, porque, no dizer de Renato Roseno, parafraseando João Guimarães Rosa, a vida nos exige coragem. Coragem que não falta à militância do nosso partido, não só o institucional, o PSOL, mas o partido real, que se constrói nas lutas dos movimentos sociais, ecológicos, feministas, populares de nossa cidade."
João Alfredo, candidato a vereador pelo PSOL em Fortaleza, in Carta "Lutar prá nós é um destino."
DISCORDO DA ANÁLISE DO JOÃO SOBRE A PREFEITURA DE FORTALEZA E CONCORDO COM GUIMARÃES ROSA
João Alfredo, candidato a vereador pelo PSOL em Fortaleza, in Carta "Lutar prá nós é um destino."
DISCORDO DA ANÁLISE DO JOÃO SOBRE A PREFEITURA DE FORTALEZA E CONCORDO COM GUIMARÃES ROSA
quinta-feira, 10 de julho de 2008
A IMITAÇÃO CONTINUA
VOLTEI A VER DOMINGO PASSADO O PROGRAMA PORTO MUCURIPE, IMITAÇÃO DO
PROGRAMA MANHATTAN CONECTION DO GNT. CONTINUA NA MESMA.
PROGRAMA MANHATTAN CONECTION DO GNT. CONTINUA NA MESMA.
domingo, 6 de julho de 2008
O PSOL E A PREFEITURA DE FORTALEZA
VEJAM O QUE ENCONTREI NA PÁGINA DO PSOL NACIONAL.
NÃO ENCONTREI NADA NA PÁGINA DO PSOL CEARÁ
(CE) Vitória dos servidores municipais de Fortaleza
Assessoria de Comunicação
Qua, 02 de julho de 2008 18:03
Os servidores municipais de Fortaleza (CE) obtiveram uma grande vitória ontem (30/06) quanto à manutenção de seus direitos. O Supremo Tribunal Federal (STF) acatou as alegações do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e indeferiu ação que provocaria prejuízo aos direitos e subsídios dos servidores municipais de Fortaleza.
O PSOL, com o apoio do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Fortaleza (Sindifort), deu entrada no STF ao dispositivo chamado Amicus Curiae, que procura ajudar o Supremo no julgamento de determinada ação. Neste caso, referia-se a uma ação de Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental – ADPF, ingressada pelo Partido dos Trabalhadores (PT), que administra a prefeitura municipal, com Luizianne Lins. A ação argumentava que decretos municipais, que englobam servidores do Instituto Doutor José Frota, da Fundação do Serviço Social, da Fundação Educacional, da Saúde Pública da Administração Direta e da Superintendência de Obras e Viação, e uma lei municipal, que envolve os servidores do magistério, feriam a Constituição Federal. Além disso, o PT pedia a nulidade de decisões do Poder Judiciário Estadual e da Justiça do Trabalho no Estado do Ceará, que deram ganho de causa aos servidores municipais.
Na segunda-feira, dia 30/06, o ministro Ricardo Lewandowski acatou as alegações do PSOL e decidiu pelo indeferimento da ação movida pelo PT. Conforme a decisão, já que os decretos e a lei municipal não estão mais em vigência, a ação fica prejudicada e sua admissão afrontaria o princípio da segurança jurídica. O ministro argumenta também que não cabe ao STF desconstituir matérias que já foram julgadas, como as do Poder Judiciário e da Justiça do Trabalho do Estado.
Próximo >
FONTE http://www.psol.org.br/nacional/component/content/article/52
-regionais/1197-ce-vitoria-dos-servidores-municipais-de-fortaleza
NÃO ENCONTREI NADA NA PÁGINA DO PSOL CEARÁ
(CE) Vitória dos servidores municipais de Fortaleza
Assessoria de Comunicação
Qua, 02 de julho de 2008 18:03
Os servidores municipais de Fortaleza (CE) obtiveram uma grande vitória ontem (30/06) quanto à manutenção de seus direitos. O Supremo Tribunal Federal (STF) acatou as alegações do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e indeferiu ação que provocaria prejuízo aos direitos e subsídios dos servidores municipais de Fortaleza.
O PSOL, com o apoio do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Fortaleza (Sindifort), deu entrada no STF ao dispositivo chamado Amicus Curiae, que procura ajudar o Supremo no julgamento de determinada ação. Neste caso, referia-se a uma ação de Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental – ADPF, ingressada pelo Partido dos Trabalhadores (PT), que administra a prefeitura municipal, com Luizianne Lins. A ação argumentava que decretos municipais, que englobam servidores do Instituto Doutor José Frota, da Fundação do Serviço Social, da Fundação Educacional, da Saúde Pública da Administração Direta e da Superintendência de Obras e Viação, e uma lei municipal, que envolve os servidores do magistério, feriam a Constituição Federal. Além disso, o PT pedia a nulidade de decisões do Poder Judiciário Estadual e da Justiça do Trabalho no Estado do Ceará, que deram ganho de causa aos servidores municipais.
Na segunda-feira, dia 30/06, o ministro Ricardo Lewandowski acatou as alegações do PSOL e decidiu pelo indeferimento da ação movida pelo PT. Conforme a decisão, já que os decretos e a lei municipal não estão mais em vigência, a ação fica prejudicada e sua admissão afrontaria o princípio da segurança jurídica. O ministro argumenta também que não cabe ao STF desconstituir matérias que já foram julgadas, como as do Poder Judiciário e da Justiça do Trabalho do Estado.
Próximo >
FONTE http://www.psol.org.br/nacional/component/content/article/52
-regionais/1197-ce-vitoria-dos-servidores-municipais-de-fortaleza
A ESOTÉRICA E O UTÓPICO
A NARA LEÃO GRAVOU UM DISCO QUE TINHA COMO TÍTULO "MEUS AMIGOS(AS) SÃO UM BARATO.."
OS MEUS TAMBÉM. LUIZIANNE SE DECLAROU MARXISTA ESOTÉRICA E RENATO SE DECLARA AGORA
UTÓPICO CONCRETO. QUAL SERIA O RESULTADO DE TAL CRUZAMENTO - MARXISTA UTÓPICO, ESOTÉRICO CONCRETO, MARXISTA CONCRETO OU ESOTÉRICO UTÓPICO. FAÇAM SUAS APOSTAS.
OS MEUS TAMBÉM. LUIZIANNE SE DECLAROU MARXISTA ESOTÉRICA E RENATO SE DECLARA AGORA
UTÓPICO CONCRETO. QUAL SERIA O RESULTADO DE TAL CRUZAMENTO - MARXISTA UTÓPICO, ESOTÉRICO CONCRETO, MARXISTA CONCRETO OU ESOTÉRICO UTÓPICO. FAÇAM SUAS APOSTAS.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
O ANDAR DA CARRUAGEM - 3
POIS NÃO É QUE O TAL CONVIDADO, CONVOCADO, PRETENSO PRÉ-CANDIDATO DO PSOL ESTÁ FAZENDO ÁGUA. A NOVIDADE ENTROU EM CHOQUE COM A REALIDADE E OS FATOS. O PARTIDO, RELEMBRA SUA TRADIÇÃO DE ESQUERDA, E, NA MELHOR DAS FORMAS RETOMA AS RÉDEAS DO PROCESSO ELEITORAL. SÃO ACUSAÇÕES, DESCULPAS, NOTAS, CONTRA NOTAS, E LAST BUT NOT LEAST O BORDÃO DE QUE "ROUPA SUJA SE LAVA EM CASA"... ALIÁS, ESTE BORDÃO ME LEMBRA OUTRO - EM BRIGA DE MARIDO E MULHER NÃO SE METE A COLHER - SÓ QUE ESTE TEM REFORÇADO A CULTURA MACHISTA E ACOBERTADO A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER. JÁ AQUELE...
O ANDAR DA CARRUAGEM -2
DEFINIDO O QUADRO PARA A DISPUTA DAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS, FALTAVA AO PSOL DEFINIR-SE. COM A IMPOSSIBILIDADE DAS CANDIDATURAS DE RENATO E JOÃO, POR RAZÕES PESSOAIS, EIS QUE SURGEM DUAS PRÉ-CANDIDATURAS A PREFEITO. UMA VEZ VIABILIZADA, TAL CANDIDATURA, SERIA EM TESE A OPOSIÇÃO PELA ESQUERDA À ATUAL ADMINISTRAÇÃO. DOS PRÉ-CANDIDATOS UM APARECE COMO POR ENCANTO. FILIA-SE AO PARTIDO E JÁ SE LANÇA PRÉ-CANDIDATO A PREFEITO. HUM, TEM ALGO ESQUISITO NESSA HISTÓRIA. ENTÃO EU NÃO ESTARIA TÃO EQUIVOCADO AO PENSAR QUE JOÃO E RENATO PODERIAM SER CANDIDATOS A VEREADOR SEM CANDIDATURA A PREFEITO(A) PORQUE TER OU NÃO TER NESTAS CONDIÇÕES CANDIDATO SERIA A MESMA COISA. E MAIS AINDA. COMO UM PARTIDO DE FORTE TRADIÇÃO DE ESQUERDA CONVIDA, ACEITA, CONCORDA QUE QUALQUER FILIADO POSSA SER CANDIDATO(A) MAJORITÁRIO(A)?
O ANDAR DA CARRUAGEM
TINHA UMA PROPOSTA PARA AS ELEIÇÕES MUNICIPAIS DE FORTALEZA. RENATO ROSENO E JOÃO ALFREDO, CANDIDATAREM-SE A VEREADOR. FARIAM UMA CAMPANHA "TIPO" MAJORTÁRIA, DISCUTIRIAM GRANDES QUESTÕES. NESTE CENÁRIO NÃO CABERIA CANDIDATURA A PREFEITO(A) PELO PARTIDO, ELES "SERIAM OS CANDIDATOS". ATÉ PORQUE QUALQUER NOME APRESENTADO, SERIA MUITO MENOR DO PONTO DE VISTA ELEITORAL QUE OS DOIS E AO MEU VER NÃO PAUTARIA A TÃO INCENSADA MÍDIA E COM O TEMPO DE PROPAGANDA DISPONÍVEL NÃO FARIA DIFERENÇA NOS DEBATES.ESTA PROPOSTA, ÓBVIO, SE APRESENTADA SERIA TAXADA DE ELEITOREIRA, OPORTUNISTA E OTRAS COSITAS MÁS. MAS, ESTA PROPOSTA ESTA BASEADA NUMA AVALIAÇÃO DO QUE OCORREU E/OU FOI CONSTRUÍDO APÓS AS ELEIÇÕES PARA O GOVERNO EM 2006. E MAIS, SE EM 2006, EXISTIAM COMPANHEIROS(AS) QUE APOIAVAM O PSOL E O PSB DE CID, DIRIA EU, NUM ACERTO DE CONTAS SENTIMENTAL, NESTAS ELEIÇÕES ESTES(AS) COMPANHEIRAS(OS) NÃO EXISTIRIAM.
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