segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Debate para Governador(a) na tv O Povo
Esse eu não vi. Vai aí comentário do Érico Formo do Jornal O Povo.
"O debate em síntese
Postado em 23 de agosto de 2010 por Érico Firmo
Quem mais evoluiu desde o primeiro debate, na TV União, foi Soraya Tupinambá (Psol). Para começar, deu sorte, ao ser sorteada duas vezes para escolher a quem perguntar. Escolheu Cid Gomes (PSB) nas duas oportunidades. Foi também sorteada para falar por último no encerramento, fechando o programa.
Nos primeiros blocos, foi ela quem mais brilhou. Bateu duro em Cid e, sobretudo, em Marcos Cals (PSDB), que pediu direito de resposta – negado – quando ela se referiu ao fato de ele ter sido membro do governo Cid, e ressaltar que ele só é candidato porque não havia vaga no Senado para todo mundo. Acertou em cheio.
Cid foi a surpresa do debate. Foi agressivo e partiu para o ataque contra Cals, deixando o adversário até um pouco atordoado. Ainda bateu nos adversários no fim, ao dizer que os antecessores não deram nem a reposição da inflação aos servidores.
Cals, para quem foi alvo tanto de Cid, quanto de Soraya, quanto ainda de Lúcio Alcântara (PR), até que não se saiu mal, e teve bons momentos. O melhor de todos ao lembrar que Cid também apoiou Tasso, em quem surpreendentemente o governador bateu.
Lúcio teve bons embates com Marcos Cals e apresentou a proposta mais, digamos, surpreendente: o “vale-sonho”. Falou ainda várias vezes da parceria com Lula, do apoio as Dilma. Mas foi menos agressivo com Cid, presente, do que fora com o atual governador no debate da última quinta-feira, na TV Jangadeiro, quando o governador estava ausente.
Marcelo Silva (PV) foi o único a não entrar no clima quente do debate. Falou em Deus, em equilíbrio, sustentabilidade, e destacou que, antes de cearenses, somos cidadãos planetários. Destacou, portanto, essa conexão cósmica sempre que pode."
"O debate em síntese
Postado em 23 de agosto de 2010 por Érico Firmo
Quem mais evoluiu desde o primeiro debate, na TV União, foi Soraya Tupinambá (Psol). Para começar, deu sorte, ao ser sorteada duas vezes para escolher a quem perguntar. Escolheu Cid Gomes (PSB) nas duas oportunidades. Foi também sorteada para falar por último no encerramento, fechando o programa.
Nos primeiros blocos, foi ela quem mais brilhou. Bateu duro em Cid e, sobretudo, em Marcos Cals (PSDB), que pediu direito de resposta – negado – quando ela se referiu ao fato de ele ter sido membro do governo Cid, e ressaltar que ele só é candidato porque não havia vaga no Senado para todo mundo. Acertou em cheio.
Cid foi a surpresa do debate. Foi agressivo e partiu para o ataque contra Cals, deixando o adversário até um pouco atordoado. Ainda bateu nos adversários no fim, ao dizer que os antecessores não deram nem a reposição da inflação aos servidores.
Cals, para quem foi alvo tanto de Cid, quanto de Soraya, quanto ainda de Lúcio Alcântara (PR), até que não se saiu mal, e teve bons momentos. O melhor de todos ao lembrar que Cid também apoiou Tasso, em quem surpreendentemente o governador bateu.
Lúcio teve bons embates com Marcos Cals e apresentou a proposta mais, digamos, surpreendente: o “vale-sonho”. Falou ainda várias vezes da parceria com Lula, do apoio as Dilma. Mas foi menos agressivo com Cid, presente, do que fora com o atual governador no debate da última quinta-feira, na TV Jangadeiro, quando o governador estava ausente.
Marcelo Silva (PV) foi o único a não entrar no clima quente do debate. Falou em Deus, em equilíbrio, sustentabilidade, e destacou que, antes de cearenses, somos cidadãos planetários. Destacou, portanto, essa conexão cósmica sempre que pode."
domingo, 22 de agosto de 2010
Bar do Chaguinha
Sexta-feira, 20 de agosto de 2010. Benfica, Fortaleza, Ceará.
É um bar que existe há 54 anos. Bar do Chaguinha. Memória de uma cidade que pouco dá valor à memória. Pois na dita sexta vi - uma moça daqueles clones: cabelos longos, short jeans e sapato de salto alto. Eu vi no bar do Chaguinha.
É o fim do mundo, são as mudanças climáticas segundo minha Lia Rubra.
É um bar que existe há 54 anos. Bar do Chaguinha. Memória de uma cidade que pouco dá valor à memória. Pois na dita sexta vi - uma moça daqueles clones: cabelos longos, short jeans e sapato de salto alto. Eu vi no bar do Chaguinha.
É o fim do mundo, são as mudanças climáticas segundo minha Lia Rubra.
sábado, 21 de agosto de 2010
Ernst Bloch
Há dois anos, neste blog, escrevi sobre Marxismo esotérico e Utopia concreta.
Em homenagem a Renato Roseno, utópico concreto, um texto sobre Ernst Bloch
"Utopia concreta"
Ernst Bloch nasceu em 8 de julho de 1885, numa família judaica de Ludwigshafen. Muitos anos mais tarde, ele ainda definiria como constitutivo para seu pensamento o contraste entre a cidade natal, industrial e operária, e a vizinha Mannheim, burgo da cultura burguesa herdada.
Em 1905, iniciou seus estudos de Filosofia, Germanística, Física e Música em Munique e Würzburg, doutorando-se em Filosofia três anos mais tarde. Já em 1918 publicou a obra Espírito da utopia, onde afirma: "O mundo existente é o mundo passado, porém o anseio humano, em ambas suas formas – como inquietude e como sonho acordado – é a vela que leva ao outro mundo".
Defendendo-se das acusações de perseguir o irrealizável, Bloch desenvolverá o conceito, aparentemente paradoxal, da "utopia concreta", distanciando-se assim tanto do puro sonho quanto do banimento de todas as esperanças para um mundo melhor, para o além.
À idéia freudiana do inconsciente como algo "não-mais-consciente", o filósofo justapõe a existência do "ainda-não-consciente". "Sobretudo nos dias de expectativa, em que predomina não o que já foi, mas sim o que está por vir, na dor indignada, na gratidão da felicidade, na visão do amor [...], transpomos claramente as fronteiras de um saber ainda-não-conhecido."
Nasce o princípio esperança
Após seu doutoramento, Bloch torna-se amigo do filósofo húngaro Georg Lukács e freqüenta os círculos de Max Weber em Heidelberg. Na década de 20, vivendo como autor autônomo em Berlim, aproxima-se tanto de Walter Benjamin, Theodor Adorno e Siegfried Kracauer como dos artistas Bertolt Brecht, Kurt Weill e Otto Klemperer.
Já em 1924, Bloch se manifestara contra a ameaça nazista num artigo intitulado "A violência de Hitler". A ascensão ao poder do Partido Nacional-Socialista em 1933 obriga o filósofo ao exílio. Após permanências em Paris e Praga, passa a viver, a partir de 1938, nos Estados Unidos. Lá ele inicia, entre muitos outros projetos, o manuscrito de sua obra máxima, O princípio esperança, cujo primeiro de três volumes só será lançado em 1954.
Música e esperança
Para o pensador judeu, a precondição para que se supere a servidão e as estruturas hierárquicas da sociedade é o princípio vital da esperança. Este não se deixa abalar por uma decepção qualquer, pois o ser humano precisa de coragem e de disposição à luta, um "otimismo militante".
Esperança e utopia dirigem-se, para Bloch, a alvos concretos: um humanismo real; uma sociedade cujos membros façam valer seu direito de recusar a posição de humilhados e ofendidos, onde possam ousar "andar eretos". Ao contrário de seus colegas marxistas, para ele a superação do capitalismo não passava de trabalho preparatório, a caminho desse alvo maior.
Nesse longo caminho, as artes, em especial a música, desempenham um papel ativo: "A relação com este mundo torna a música um sismógrafo social, ela reflete fraturas sob a superfície social, expressa desejos de transformação, convida à esperança. [...] O som exprime o que ainda está mudo no ser humano", afirma Bloch em O princípio esperança.
"Revisionista" na RDA
Em 1949, Bloch retorna à terra natal, visando "cooperar com todas as forças para a construção democrática da Alemanha", e assume a cátedra de Filosofia na Universidade de Leipzig, na então República Democrática Alemã (RDA).
O conflito com o Partido Socialista Unitário (SED), latente desde o início, explode em 1956, quando sua obra é classificada como "antimarxista e revisionista".
Durante uma viagem à Alemanha Ocidental, cinco anos mais tarde, ele e sua família são surpreendidos pela construção do Muro de Berlim, que dividirá o país fisicamente em duas metades, duas visões de mundo. Bloch decide permanecer, passando a lecionar na Universidade de Tübingen.
Revolução, movimento estudantil e terrorismo
Bloch saudou o movimento estudantil do final dos anos 60 como uma "rebelião contra a repressão primária", capaz de pôr em desordem e movimento uma sociedade estagnada. "Nossos senhores fazem, eles próprios, que o homem comum se torne seu inimigo e se indigne, e a isso eles chamam de rebelião."
Entretanto o filósofo distinguia estritamente entre protestos estudantis e o terrorismo desgovernado à maneira da Facção do Exército Vermelho (RAF). "Não se deve confundir revolução com exibição barata de força. Espernear sem cessar porque nada nos agrada, jogar tudo fora por ter visto algo melhor [...], isso não é revolução. É claro que revolução é um estado de maturidade."
O filósofo faleceu em 4 de agosto de 1977, em Tübingen."
Redator(a):Augusto Valente
© Deutsche Welle
Em homenagem a Renato Roseno, utópico concreto, um texto sobre Ernst Bloch
"Utopia concreta"
Ernst Bloch nasceu em 8 de julho de 1885, numa família judaica de Ludwigshafen. Muitos anos mais tarde, ele ainda definiria como constitutivo para seu pensamento o contraste entre a cidade natal, industrial e operária, e a vizinha Mannheim, burgo da cultura burguesa herdada.
Em 1905, iniciou seus estudos de Filosofia, Germanística, Física e Música em Munique e Würzburg, doutorando-se em Filosofia três anos mais tarde. Já em 1918 publicou a obra Espírito da utopia, onde afirma: "O mundo existente é o mundo passado, porém o anseio humano, em ambas suas formas – como inquietude e como sonho acordado – é a vela que leva ao outro mundo".
Defendendo-se das acusações de perseguir o irrealizável, Bloch desenvolverá o conceito, aparentemente paradoxal, da "utopia concreta", distanciando-se assim tanto do puro sonho quanto do banimento de todas as esperanças para um mundo melhor, para o além.
À idéia freudiana do inconsciente como algo "não-mais-consciente", o filósofo justapõe a existência do "ainda-não-consciente". "Sobretudo nos dias de expectativa, em que predomina não o que já foi, mas sim o que está por vir, na dor indignada, na gratidão da felicidade, na visão do amor [...], transpomos claramente as fronteiras de um saber ainda-não-conhecido."
Nasce o princípio esperança
Após seu doutoramento, Bloch torna-se amigo do filósofo húngaro Georg Lukács e freqüenta os círculos de Max Weber em Heidelberg. Na década de 20, vivendo como autor autônomo em Berlim, aproxima-se tanto de Walter Benjamin, Theodor Adorno e Siegfried Kracauer como dos artistas Bertolt Brecht, Kurt Weill e Otto Klemperer.
Já em 1924, Bloch se manifestara contra a ameaça nazista num artigo intitulado "A violência de Hitler". A ascensão ao poder do Partido Nacional-Socialista em 1933 obriga o filósofo ao exílio. Após permanências em Paris e Praga, passa a viver, a partir de 1938, nos Estados Unidos. Lá ele inicia, entre muitos outros projetos, o manuscrito de sua obra máxima, O princípio esperança, cujo primeiro de três volumes só será lançado em 1954.
Música e esperança
Para o pensador judeu, a precondição para que se supere a servidão e as estruturas hierárquicas da sociedade é o princípio vital da esperança. Este não se deixa abalar por uma decepção qualquer, pois o ser humano precisa de coragem e de disposição à luta, um "otimismo militante".
Esperança e utopia dirigem-se, para Bloch, a alvos concretos: um humanismo real; uma sociedade cujos membros façam valer seu direito de recusar a posição de humilhados e ofendidos, onde possam ousar "andar eretos". Ao contrário de seus colegas marxistas, para ele a superação do capitalismo não passava de trabalho preparatório, a caminho desse alvo maior.
Nesse longo caminho, as artes, em especial a música, desempenham um papel ativo: "A relação com este mundo torna a música um sismógrafo social, ela reflete fraturas sob a superfície social, expressa desejos de transformação, convida à esperança. [...] O som exprime o que ainda está mudo no ser humano", afirma Bloch em O princípio esperança.
"Revisionista" na RDA
Em 1949, Bloch retorna à terra natal, visando "cooperar com todas as forças para a construção democrática da Alemanha", e assume a cátedra de Filosofia na Universidade de Leipzig, na então República Democrática Alemã (RDA).
O conflito com o Partido Socialista Unitário (SED), latente desde o início, explode em 1956, quando sua obra é classificada como "antimarxista e revisionista".
Durante uma viagem à Alemanha Ocidental, cinco anos mais tarde, ele e sua família são surpreendidos pela construção do Muro de Berlim, que dividirá o país fisicamente em duas metades, duas visões de mundo. Bloch decide permanecer, passando a lecionar na Universidade de Tübingen.
Revolução, movimento estudantil e terrorismo
Bloch saudou o movimento estudantil do final dos anos 60 como uma "rebelião contra a repressão primária", capaz de pôr em desordem e movimento uma sociedade estagnada. "Nossos senhores fazem, eles próprios, que o homem comum se torne seu inimigo e se indigne, e a isso eles chamam de rebelião."
Entretanto o filósofo distinguia estritamente entre protestos estudantis e o terrorismo desgovernado à maneira da Facção do Exército Vermelho (RAF). "Não se deve confundir revolução com exibição barata de força. Espernear sem cessar porque nada nos agrada, jogar tudo fora por ter visto algo melhor [...], isso não é revolução. É claro que revolução é um estado de maturidade."
O filósofo faleceu em 4 de agosto de 1977, em Tübingen."
Redator(a):Augusto Valente
© Deutsche Welle
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Debate Governador(a) na Jangadeiro
No debate da tv Jangadeiro nada de novidade. Um debate morno. E mais, debate com "patrocínio" de organização educacional. Participaram Soraya (PSOL), Marcos (PSDB), Lúcio (PR) e Marcelo (PV). A regra foi ter representação no congresso. Portanto para Natividade do PCB e Gonzaga do PSTU, necas de pitibiriba.
A única diferença foi feita por Cid que não compareceu ao debate alegando que o dono da televisão tinha um candidato. O dono, talvez seja o Tasso Jereissati.
Oportunismo do Cid, talvez, pois ele não denuncia que o controle das tv e rádios estão mas mãos de políticos e de 4 famílias (no sentido bíblico ou italiano). Essa é a ṕrática das concessões no Brasil.
Mas involuntariamente coloca em discussão a tal liberdade de imprensa dos donos das Tvs, jornais e rádios, que tantos defendem. Em discussão? Equivoquei-me. Essa discussão para a imensa maioria é bizantina.
Valei-me Chávez.
A única diferença foi feita por Cid que não compareceu ao debate alegando que o dono da televisão tinha um candidato. O dono, talvez seja o Tasso Jereissati.
Oportunismo do Cid, talvez, pois ele não denuncia que o controle das tv e rádios estão mas mãos de políticos e de 4 famílias (no sentido bíblico ou italiano). Essa é a ṕrática das concessões no Brasil.
Mas involuntariamente coloca em discussão a tal liberdade de imprensa dos donos das Tvs, jornais e rádios, que tantos defendem. Em discussão? Equivoquei-me. Essa discussão para a imensa maioria é bizantina.
Valei-me Chávez.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Como dois e dois são cinco

Sinopse
Como dois e dois são cinco - Roberto Carlos (& Erasmo & Wanderléa)', de Pedro Alexandre Sanches, é uma análise social e ao mesmo tempo emotiva da obra e trajetória de RC e dos dois outros grandes ícones (o Tremendão e a Ternurinha) da jovem guarda. Um diálogo entre a música e a política, as mudanças no comportamento e no cenário musical das várias épocas que atravessaram. As contradições e a relação complexa da dupla de compositores com o regime militar, a TV Globo, a Igreja Católica, a MPB mais tradicional, as influências latinas e norte-americanas, o status quo e a vanguarda dos movimentos hippie e black power. E as idas e vindas na carreira da cantora que, ternurinha, viu ao longo da sua carreira mudanças e mudanças na condição da mulher diante do machismo reinante na sociedade. O livro segue o projeto de analisar a produção das últimas décadas da música brasileira e suas influências no cenário atual. Se em Tropicalismo - decadência bonita do samba, Sanches dissecava a obra dos tropicalistas Gil e Caetano, dos tradicionais Chico Buarque e Paulinho da Viola e de Jorge Ben(Jor), agora o foco se aproxima da música ainda mais popular, industrial, comercial, e ao mesmo tempo também brasileira, dos Carlos. Nesse projeto estão os capítulos-pausa do livro, que tratam da trajetória de artistas que seguiram, entre sucessos e percalços, caminhos diferentes dos do Rei, por isso tratados no livro como anticarlistas Marcos Valle, Raul Seixas, Tim Maia, Belchior, Rita Lee e, em sua controversa trajetória, Wilson Simonal. 'Como dois e dois são cinco' traz o Brasil dos Carlos que tocou e toca nas rádios e TVs, da renúncia de Jânio Quadros até a posse de Luiz Inácio Lula da Silva. Entre o conservadorismo e a modernização, que muitas vezes por aqui surgem sem deixar claro o que é o quê, o livro desvenda, pela análise do arquétipo Roberto Carlos, muito do país do qual ele é Rei.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Trailer do filme "Pereio Eu Te Odeio"
Documentário longa-metragem sobre o lendário ator Paulo César Pereio.
Direção de Allan Sieber.
Previsão de lançamento para 2011.
Debate presidenciáveis Folha Uol
Gostei do debate embora não goste da Folha. Marina se reposicionando partindo prá cima do Serra e Dilma menos nervosa mais tranquila e tendo como ponto alto sua resposta sobre o cancêr. Só lembrando o que disse o Serra na entrevista do JN “Eu tenho boa saúde, ninguém tá sendo vice comigo achando que eu não vou concorrer ao mandato.” Esta frase sacana teve pouca repercussão na mídia. Este é o José Serra, o paulista e comedor http://www.youtube.com/watch?v=6ilV_hEfKnw&feature=topvideos
E como contra-ponto ao discurso hegemônico das(o) três candidatas(os) faltaram não só o sempre lembrado pela grande mídia, PSOL, mas também o PSTU, o PCB e PCO.
E como contra-ponto ao discurso hegemônico das(o) três candidatas(os) faltaram não só o sempre lembrado pela grande mídia, PSOL, mas também o PSTU, o PCB e PCO.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Fidel 84 anos
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Prêmio da Música Brasileira

Depois da Homenageada do ano - Dona Ivone Lara, o grande vencedor do prêmio foi o Tantinho. Ganhou na categoria samba: melhor cantor e melhor disco com "Tantinho canta Padeirinho da Mangueira". Padeirinho e não Pandeirinho como estão escrevendo por aí nas notícias e blogs.
Alguns dos vencedores do Prêmio da Música Brasileira -
Realizado ontem 11 de agosto de 2010
Revelação do Ano: Letieres Leite & Orkestra Rumpilezz
Canção: “Feita na Bahia” de Roque Ferreira interpretada por Maria Bethânia
-0-0-0-0-0-0-0-0-
Instrumental
Melhor Grupo: Letieres Leite e Orkestra Rumpilezz
melhor disco: Luz da Aurora, de Yamandu Costa e Hamilton de Hollanda
Melhor solista: Yamandu Costa
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Canção Popular
Grupo: Trilogia
Dupla: Zezé de Camargo e luciano
Disco: Coração do Homem Bomba ao Vivo, de Zeca Baleiro
Cantor: Cauby Peixoto
Cantora: Rita Ribeiro
-0-0-0-0-0-0-00-
Samba
Grupo: Casuarina
Disco: Tantinho canta Padeirinho da Mangueira
Cantor: Tantinho
Cantora: Alcione
-0-0-0-0-0-0-0-
MPB
Grupo: 4Cabeça
Disco: Encanteria, de Maria Bethânia
Cantor: Ney Matogrosso
Cantora: Maria Bethânia
Eu demitiria o(a) publicitário(a)
Eis o texto de uma propaganda eleitoral veiculada no jornal O Povo de ontem, 11 de agosto de 2010 (pág18). O custo de veiculação foi de R$ 2.250,00.
" A PROF. LUIZA LINS HOMENAGEIA TODOS OS ESTUDANTE"
" A PROF. LUIZA LINS HOMENAGEIA TODOS OS ESTUDANTE"
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Bonner e Roberto Jeffeson
http://twitter.com/blogdojefferson
Olha o que disse o Roberto Jefferson no Twitter:
"William Bonner e Fatima Bernardes facilitaram para o meu candidato. Foram mais amenos com ele."
Olha o que disse o Roberto Jefferson no Twitter:
"William Bonner e Fatima Bernardes facilitaram para o meu candidato. Foram mais amenos com ele."
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