Quem sou eu

Minha foto
Agrônomo, com interesses em música e política

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Dhi Ribeiro





Sou daqueles que ainda compram CDs. Hoje, comprei dois. Esses relançamentos que as gravadoras fazem sem encarte, com embalagem econômica e preço acessível, R$ 10,99. O primeiro é um dos inúmeros que o Zeca Pagodinho gravou com a marca MTV, o especial MTV Zeca Pagodinho de 2009. Um disco bom com a maioria de regravações e produção de Paulão 7 cordas e Rildo Hora.
Por falar em Rildo, ela produziu também um disco de uma cantora chamada Dhi Ribeiro. Não a conhecia. Vi o Rildo na produção, vi algumas faixas com os compositores, Noca da Portela, Toninho Geraes, Luis Carlos da Vila, Moacir Luz e pensei vou levar este também. Comprei e ouvi. O disco é confuso, a Dhi, Rildo e a Universal pretendem inventar uma nova marron (Alcione) mas fica longe do objetivo. A moça leva jeito tem uma boa voz e pode fazer bons discos se deixar a pretensão de ser uma nova marron.
Mas o disco tem coisas boas como Benza Deus ( Luiz Carlos da Vila e Moacir Luz), Marujada (Noca da Portela e Toninho Nascimento).

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Pré-carnaval 2011

Inscrições abertas para o Edital de Pré-Carnaval 2011


A Prefeitura, através da Secretaria de Cultura de Fortaleza (Secultfor), abriu inscrições para o Edital de Pré-Carnaval 2011. Serão selecionados 50 blocos que irão receber, cada um, o valor de R$ 6 mil, totalizando um investimento de R$ 300 mil. Esse é o quarto edital de apoio ao pré-carnaval de rua de Fortaleza e o objetivo é fomentar essa manifestação popular e democratizar, de forma transparente, o acesso aos recursos públicos.

Serão selecionados projetos que reúnam grupos de brincantes realizadores de cortejos pelas ruas ou praças de Fortaleza, fantasiados ou não, que desfilem ao ritmo de samba, frevo ou marchinhas carnavalescas e utilizem instrumentos de sopro, metais ou percussão. Podem se inscrever pessoas físicas, maiores de 18 anos, que morem em Fortaleza há pelo menos dois anos, ou pessoas jurídicas, de natureza cultural, sem fins lucrativos, que atuem em Fortaleza há pelo menos dois anos.

Para participar, os blocos devem ter como local de concentração e desfile espaços públicos como praças, parques, ruas ou avenidas; ter desfilado, no mínimo, dois dias no pré-carnaval de Fortaleza em anos anteriores; ter um público superior a 200 pessoas em cada apresentação; utilizar banda de sopro e metais, charanga e/ou bateria fundamentada em ritmos de raiz,(grifo meu) entre outros critérios previstos no edital, disponível no site da Secultfor. As inscrições devem ser feitas por meio do formulário disponível também no site. A proposta deverá ser entregue na Secultfor (Rua Pereira Filgueiras, 4, Centro) até 20 de setembro, de 9 às 12h e de 14h às 17h, em envelope lacrado, ou encaminhado através dos Correios por meio de correspondência registrada, com “Aviso de Recebimento”, sendo aceitos somente os projetos cujo registro de postagem esteja datado até o dia 20 de setembro.

Seleção
A seleção dos projetos será feita em duas etapas. Na primeira, as propostas previamente habilitadas serão avaliadas por uma comissão de seleção composta por um técnico da Secultfor e dois representantes da sociedade civil. A comissão emitirá parecer técnico e pontuará todas as propostas. As 50 mais bem pontuadas estarão selecionadas. No julgamento dos projetos, a comissão levará em conta diversos critérios, entre eles o caráter inovador do projeto, envolvimento da comunidade, utilização de fantasias e adereços, coerência do cronograma e clareza do projeto.

A segunda etapa é de habilitação jurídica e fiscal, em que os projetos serão analisados juridicamente. Nessa etapa, é conferida toda a documentação apresentada e verificado se os representantes legais dos projetos estão adimplentes em contratos e convênios com a Prefeitura de Fortaleza. O resultado da seleção será publicado no Diário Oficial do Município e divulgado no portal da Prefeitura e no site da Secultfor, em data a ser informada posteriormente.

Pré-carnaval
O pré-carnaval de rua de Fortaleza é uma manifestação tradicional que mobiliza toda a comunidade local, por meio dos blocos, que são instituições organizadas, e das brincadeiras espontâneas, fortalecendo as raízes culturais e estimulando a criação artística do fortalezense. É considerado um dos maiores eventos populares da Cidade. A Prefeitura de Fortaleza apoia a festa desde 2005, tendo lançado em 2007 o primeiro edital de pré-carnaval da Cidade, com um investimento de R$ 247,5 mil e apoio a 45 blocos. Nos três anos seguintes, o valor destinado ao fomento à festa foi de R$ 300 mil em cada ano, premiando 50 blocos anualmente.

:: SERVIÇO
Edital de Pré-Carnaval 2011
Inscrições: até 20 de setembro
Formulário: disponível no site da Secultfor
Mais informações: sede da Secultfor (Rua Pereira Filgueiras, 04 – Centro) ou através do telefone (85) 3105.1490.

Seguidos e seguidores (3)



Como o micro blog virou estrela nessa eleição, todos(as) twitando, trending topics pra cá pra lá, vamos a terceira rodada de seguido e seguidores (noite de 24 de agosto de 2010):





Cid Gomes anda seguindo 11 e sendo seguido por 11262.

Lúcio Alcantara segue 109 e é seguido por 1816.

Marcos Cals, este não segue ninguem e é seguido por 1653.

Soraya Tupinambá, segue 188 e é seguida por 467.

Walter Alfaiate e Dorina



O grande Walter o Dorina. Aliás, prá quem gosta, Dorina tem um programa na Rádio Nacional AM do Rio: DORINA PONTO SAMBA – com DORINA e RUBEM CONFETE. O horário: das 13 as 15 horas. Na internet - http://www.ebc.com.br/canais/radios/radio-nacional-am-rio-de-janeiro/programacao

Too Old to Rock'n'Roll.. But Too Young To Die - Jethro Tull

Tiririca - o candidato



Qual o motivo de tanta celeuma em torno do tiririca. Ele está estreando. Os nossos são profissionais de 20, 30 anos de mandatos.

Luiz Fernando Veríssimo



Para o povo que reclama do fato do Tiririca ser candidato. Crônica de Luiz Fernando Verissimo publicada no blog do Noblat.




A alternativa

Você eu não sei, mas quanto mais candidatos ridículos pedindo voto, mais eu gosto.

O ideal seria que todos os candidatos fossem sérios e capazes, apresentassem suas credenciais e seus programas de maneira convincente ou no mínimo bem articulada, e representassem alguma coisa além da sua própria ambição, ou seu próprio delírio. O ideal seria uma democracia perfeita, em que a escolha fosse entre os melhores. Mas uma democracia perfeita, como é inviável, está apenas a um passo de democracia nenhuma.

Os candidatos inacreditáveis que infestam os horários eleitorais com suas promessas malucas, suas caras assustadas e seus truques patéticos são, na verdade, guardiões da democracia possível. Sua existência garante que estamos salvos de qualquer pretensão ciceroniana a governos só de iluminados. Pense nisso na próxima vez que aparecer um candidato na TV pedindo seu voto porque é um bom filho ou um bom jogador de boliche. A alternativa ao ridículo é muito pior.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Siba e Catatau - segunda parte

Siba e Catatau - primeira parte

Debate para Governador(a) na tv O Povo

Esse eu não vi. Vai aí comentário do Érico Formo do Jornal O Povo.

"O debate em síntese
Postado em 23 de agosto de 2010 por Érico Firmo

Quem mais evoluiu desde o primeiro debate, na TV União, foi Soraya Tupinambá (Psol). Para começar, deu sorte, ao ser sorteada duas vezes para escolher a quem perguntar. Escolheu Cid Gomes (PSB) nas duas oportunidades. Foi também sorteada para falar por último no encerramento, fechando o programa.

Nos primeiros blocos, foi ela quem mais brilhou. Bateu duro em Cid e, sobretudo, em Marcos Cals (PSDB), que pediu direito de resposta – negado – quando ela se referiu ao fato de ele ter sido membro do governo Cid, e ressaltar que ele só é candidato porque não havia vaga no Senado para todo mundo. Acertou em cheio.

Cid foi a surpresa do debate. Foi agressivo e partiu para o ataque contra Cals, deixando o adversário até um pouco atordoado. Ainda bateu nos adversários no fim, ao dizer que os antecessores não deram nem a reposição da inflação aos servidores.

Cals, para quem foi alvo tanto de Cid, quanto de Soraya, quanto ainda de Lúcio Alcântara (PR), até que não se saiu mal, e teve bons momentos. O melhor de todos ao lembrar que Cid também apoiou Tasso, em quem surpreendentemente o governador bateu.

Lúcio teve bons embates com Marcos Cals e apresentou a proposta mais, digamos, surpreendente: o “vale-sonho”. Falou ainda várias vezes da parceria com Lula, do apoio as Dilma. Mas foi menos agressivo com Cid, presente, do que fora com o atual governador no debate da última quinta-feira, na TV Jangadeiro, quando o governador estava ausente.

Marcelo Silva (PV) foi o único a não entrar no clima quente do debate. Falou em Deus, em equilíbrio, sustentabilidade, e destacou que, antes de cearenses, somos cidadãos planetários. Destacou, portanto, essa conexão cósmica sempre que pode."

domingo, 22 de agosto de 2010

Bar do Chaguinha

Sexta-feira, 20 de agosto de 2010. Benfica, Fortaleza, Ceará.
É um bar que existe há 54 anos. Bar do Chaguinha. Memória de uma cidade que pouco dá valor à memória. Pois na dita sexta vi - uma moça daqueles clones: cabelos longos, short jeans e sapato de salto alto. Eu vi no bar do Chaguinha.
É o fim do mundo, são as mudanças climáticas segundo minha Lia Rubra.

sábado, 21 de agosto de 2010

Ernst Bloch

Há dois anos, neste blog, escrevi sobre Marxismo esotérico e Utopia concreta.
Em homenagem a Renato Roseno, utópico concreto, um texto sobre Ernst Bloch

"Utopia concreta"

Ernst Bloch nasceu em 8 de julho de 1885, numa família judaica de Ludwigshafen. Muitos anos mais tarde, ele ainda definiria como constitutivo para seu pensamento o contraste entre a cidade natal, industrial e operária, e a vizinha Mannheim, burgo da cultura burguesa herdada.
Em 1905, iniciou seus estudos de Filosofia, Germanística, Física e Música em Munique e Würzburg, doutorando-se em Filosofia três anos mais tarde. Já em 1918 publicou a obra Espírito da utopia, onde afirma: "O mundo existente é o mundo passado, porém o anseio humano, em ambas suas formas – como inquietude e como sonho acordado – é a vela que leva ao outro mundo".
Defendendo-se das acusações de perseguir o irrealizável, Bloch desenvolverá o conceito, aparentemente paradoxal, da "utopia concreta", distanciando-se assim tanto do puro sonho quanto do banimento de todas as esperanças para um mundo melhor, para o além.
À idéia freudiana do inconsciente como algo "não-mais-consciente", o filósofo justapõe a existência do "ainda-não-consciente". "Sobretudo nos dias de expectativa, em que predomina não o que já foi, mas sim o que está por vir, na dor indignada, na gratidão da felicidade, na visão do amor [...], transpomos claramente as fronteiras de um saber ainda-não-conhecido."

Nasce o princípio esperança

Após seu doutoramento, Bloch torna-se amigo do filósofo húngaro Georg Lukács e freqüenta os círculos de Max Weber em Heidelberg. Na década de 20, vivendo como autor autônomo em Berlim, aproxima-se tanto de Walter Benjamin, Theodor Adorno e Siegfried Kracauer como dos artistas Bertolt Brecht, Kurt Weill e Otto Klemperer.

Já em 1924, Bloch se manifestara contra a ameaça nazista num artigo intitulado "A violência de Hitler". A ascensão ao poder do Partido Nacional-Socialista em 1933 obriga o filósofo ao exílio. Após permanências em Paris e Praga, passa a viver, a partir de 1938, nos Estados Unidos. Lá ele inicia, entre muitos outros projetos, o manuscrito de sua obra máxima, O princípio esperança, cujo primeiro de três volumes só será lançado em 1954.

Música e esperança

Para o pensador judeu, a precondição para que se supere a servidão e as estruturas hierárquicas da sociedade é o princípio vital da esperança. Este não se deixa abalar por uma decepção qualquer, pois o ser humano precisa de coragem e de disposição à luta, um "otimismo militante".

Esperança e utopia dirigem-se, para Bloch, a alvos concretos: um humanismo real; uma sociedade cujos membros façam valer seu direito de recusar a posição de humilhados e ofendidos, onde possam ousar "andar eretos". Ao contrário de seus colegas marxistas, para ele a superação do capitalismo não passava de trabalho preparatório, a caminho desse alvo maior.

Nesse longo caminho, as artes, em especial a música, desempenham um papel ativo: "A relação com este mundo torna a música um sismógrafo social, ela reflete fraturas sob a superfície social, expressa desejos de transformação, convida à esperança. [...] O som exprime o que ainda está mudo no ser humano", afirma Bloch em O princípio esperança.

"Revisionista" na RDA

Em 1949, Bloch retorna à terra natal, visando "cooperar com todas as forças para a construção democrática da Alemanha", e assume a cátedra de Filosofia na Universidade de Leipzig, na então República Democrática Alemã (RDA).

O conflito com o Partido Socialista Unitário (SED), latente desde o início, explode em 1956, quando sua obra é classificada como "antimarxista e revisionista".

Durante uma viagem à Alemanha Ocidental, cinco anos mais tarde, ele e sua família são surpreendidos pela construção do Muro de Berlim, que dividirá o país fisicamente em duas metades, duas visões de mundo. Bloch decide permanecer, passando a lecionar na Universidade de Tübingen.

Revolução, movimento estudantil e terrorismo

Bloch saudou o movimento estudantil do final dos anos 60 como uma "rebelião contra a repressão primária", capaz de pôr em desordem e movimento uma sociedade estagnada. "Nossos senhores fazem, eles próprios, que o homem comum se torne seu inimigo e se indigne, e a isso eles chamam de rebelião."

Entretanto o filósofo distinguia estritamente entre protestos estudantis e o terrorismo desgovernado à maneira da Facção do Exército Vermelho (RAF). "Não se deve confundir revolução com exibição barata de força. Espernear sem cessar porque nada nos agrada, jogar tudo fora por ter visto algo melhor [...], isso não é revolução. É claro que revolução é um estado de maturidade."

O filósofo faleceu em 4 de agosto de 1977, em Tübingen."


Redator(a):Augusto Valente
© Deutsche Welle

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Debate Governador(a) na Jangadeiro

No debate da tv Jangadeiro nada de novidade. Um debate morno. E mais, debate com "patrocínio" de organização educacional. Participaram Soraya (PSOL), Marcos (PSDB), Lúcio (PR) e Marcelo (PV). A regra foi ter representação no congresso. Portanto para Natividade do PCB e Gonzaga do PSTU, necas de pitibiriba.
A única diferença foi feita por Cid que não compareceu ao debate alegando que o dono da televisão tinha um candidato. O dono, talvez seja o Tasso Jereissati.
Oportunismo do Cid, talvez, pois ele não denuncia que o controle das tv e rádios estão mas mãos de políticos e de 4 famílias (no sentido bíblico ou italiano). Essa é a ṕrática das concessões no Brasil.
Mas involuntariamente coloca em discussão a tal liberdade de imprensa dos donos das Tvs, jornais e rádios, que tantos defendem. Em discussão? Equivoquei-me. Essa discussão para a imensa maioria é bizantina.
Valei-me Chávez.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Como dois e dois são cinco

 

Sinopse

Como dois e dois são cinco - Roberto Carlos (& Erasmo & Wanderléa)', de Pedro Alexandre Sanches, é uma análise social e ao mesmo tempo emotiva da obra e trajetória de RC e dos dois outros grandes ícones (o Tremendão e a Ternurinha) da jovem guarda. Um diálogo entre a música e a política, as mudanças no comportamento e no cenário musical das várias épocas que atravessaram. As contradições e a relação complexa da dupla de compositores com o regime militar, a TV Globo, a Igreja Católica, a MPB mais tradicional, as influências latinas e norte-americanas, o status quo e a vanguarda dos movimentos hippie e black power. E as idas e vindas na carreira da cantora que, ternurinha, viu ao longo da sua carreira mudanças e mudanças na condição da mulher diante do machismo reinante na sociedade. O livro segue o projeto de analisar a produção das últimas décadas da música brasileira e suas influências no cenário atual. Se em Tropicalismo - decadência bonita do samba, Sanches dissecava a obra dos tropicalistas Gil e Caetano, dos tradicionais Chico Buarque e Paulinho da Viola e de Jorge Ben(Jor), agora o foco se aproxima da música ainda mais popular, industrial, comercial, e ao mesmo tempo também brasileira, dos Carlos. Nesse projeto estão os capítulos-pausa do livro, que tratam da trajetória de artistas que seguiram, entre sucessos e percalços, caminhos diferentes dos do Rei, por isso tratados no livro como anticarlistas Marcos Valle, Raul Seixas, Tim Maia, Belchior, Rita Lee e, em sua controversa trajetória, Wilson Simonal. 'Como dois e dois são cinco' traz o Brasil dos Carlos que tocou e toca nas rádios e TVs, da renúncia de Jânio Quadros até a posse de Luiz Inácio Lula da Silva. Entre o conservadorismo e a modernização, que muitas vezes por aqui surgem sem deixar claro o que é o quê, o livro desvenda, pela análise do arquétipo Roberto Carlos, muito do país do qual ele é Rei.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Eu demitia o(a) publicitário(a) (2)

Vejam esta peça. Merece salvação?

Trailer do filme "Pereio Eu Te Odeio"



Documentário longa-metragem sobre o lendário ator Paulo César Pereio.
Direção de Allan Sieber.
Previsão de lançamento para 2011.

Debate presidenciáveis Folha Uol

Gostei do debate embora não goste da Folha. Marina se reposicionando partindo prá cima do Serra e Dilma menos nervosa mais tranquila e tendo como ponto alto sua resposta sobre o cancêr. Só lembrando o que disse o Serra na entrevista do JN “Eu tenho boa saúde, ninguém tá sendo vice comigo achando que eu não vou concorrer ao mandato.” Esta frase sacana teve pouca repercussão na mídia. Este é o José Serra, o paulista e comedor http://www.youtube.com/watch?v=6ilV_hEfKnw&feature=topvideos

E como contra-ponto ao discurso hegemônico das(o) três candidatas(os) faltaram não só o sempre lembrado pela grande mídia, PSOL, mas também o PSTU, o PCB e PCO.

Dorina e Arlindo Cruz - O show tem que continuar