quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Ministério da Saúde e McDonald’s juntos por “alimentação saudável"
por Jorge Américo - Radioagência NP
Para Conselho de Segurança Alimentar, convênio não obedece a critérios para a promoção de hábitos saudáveis.
O Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) questionou o Ministério da Saúde pela renovação de um convênio com a rede de “fast food” McDonald’s. Os conselheiros avaliam que a parceria não obedeceu a critérios fundamentais para a promoção de hábitos alimentares saudáveis.
O presidente do Consea, Renato Sérgio Maluf, lembra que é comum a existência de ações conjuntas entre o governo e a iniciativa privada. Ele cita como exemplo de coerência os acordos com fabricantes e fornecedores, no sentido de reduzir a quantidade de sódio nos alimentos. No entanto, Maluf considera contraditória a relação com o McDonald’s.
“Nossa preocupação é de que quando as parcerias forem fechadas, não seja feito uso de uma espécie de chancela do setor público para a atuação de empresas que estão na direção contrária de uma alimentação adequada e saudável, como é o caso das redes de alimentação rápida. E também que esse tipo de parceria não comprometa a função reguladora do Estado”.
No início de junho, a Frente pela Regulação da Publicidade de Alimentos encaminhou uma carta ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, condenando a parceria. A organização considerou absurda a vinculação entre programas e imagem do Ministério com a marca, produtos e campanhas publicitárias da empresa.
Na campanha anterior, a toalha de bandeja dos restaurantes – uma das peças publicitárias – exibia dicas de cuidados com a saúde e, no verso, disponibilizava uma lista com o cardápio oferecido pela rede. Os alimentos são de alto teor calórico, com excesso de sal, açúcares e gorduras.
O McDonald´s possui mais de 600 lojas no Brasil e emprega 34 mil funcionários. Os processos trabalhistas contra a empresa já resultaram em indenizações milionárias
http://segalinut.wordpress.com/
Comida, Bebida e Música em Fortaleza, segundo o Diumtudo (4)
O Diumtudo fez uma enquete com amigos(as) que gostam de bebida, comida e música. Foram quatro as categorias: 1. Bar, Botequim, 2. Local de boa comida, 3. Local para beber, comer nas altas horas e 4. Local com boa música.
Locais indicados para beber nas altas horas
- Altas Horas - Rua Luis Girão, 135 - Parque Manibura
- Bar da Creusa - Alameda A Elisa 34 - Cidade 2000
- Bar do Vinil - Av. Osório de Paiva, 13 - Parangaba
- Boteco - Av. Antonio Sales, 3177 - Dionísio Tôrres
- Calçada de "la fama" - Av. Virgilio Távora entre as ruas Pereira Valente e República do Líbano.
- Club Retrô - Rua Pereira Valente, 1520 - Varjota
- Nosso Barzinho (Bar do Barbudo ) - Rua Lauro Maia, 34 - loja 2A - Joaquim Távora
- North Point - Rua Tipógrafo Sales, 7 - São Gerardo
- Paladar - Av. 13 de Maio, 1043 - Fátima
- Roque Santeiro - Av. Abolição 4647 - Mucuripe
- Toca do Plácido - Rua Fiscal Vieira esquina com Castro Alves - Joaquim Távora
- Tocantins - Av. Abolição, 3210 - Meireles
Acende e Passa
Por Júlia Lopes
Surpresas de uma cidade – por vezes de uma forma bem silenciosa, misteriosa até, que zomba com a desatenção nossa de cada dia. Um sujeito, que ninguém viu, nem sabe quem é, se homem ou mulher, menino ou o quê, deve ter pego um cavalete (daqui a pouco o leitor há de concordar) e pintou uma folhinha no “verde” do semáforo da avenida Visconde do Rio Branco com a rua Padre Valdevino, quando a primeira encontra a Aguanambi, fechando a bifurcação.
O semáforo é daqueles de chão (daí o cavalete) e a pintura parece (impossível afirmar com precisão) ser feita de tinta spray. Um adesivo simples, na forma da folha da cannabis sativa ajudou a definir a forma que ali ficou, há cerca de três meses. Quase quatro, talvez. Mais que dois, com certeza.
“Eu fiquei na minha. Achei estranho, porque geralmente ou é redondo ou tem aquele bonequinho de atravessar a rua. Desses aí, eu nunca vi, não”, se espantou a estudante Ana Carine Ferreira, 17. Raissa Martins, 18, ia ao lado, avoada que só ela, nem prestou atenção: “Gente, eu sou muito dispersa. Não vi nada”. E voltaram caminhando à casa da tia, residente das redondezas.
“Era só o que faltava”, comentou o motorista de ônibus, avexado com o dito sinal – mais pela pressa que pela curiosidade. Comandando uma linha freguesa daquela via, ele nunca tinha atentado para a mudança. Queria até saber se era como aqueles que tem uma bicicleta desenhada. Era não.
O Osmanir, que é Alves Ferreira e dono do restaurante na pontinha de quadra que se forma com a junção da Visconde com a Aguanambi, não tinha tanto tempo para conversas na última segunda-feira, pelo começo do expediente. Ele, que mora em cima do estabelecimento, não prestou atenção na marca do semáforo.
Com muito serviço, que impedia delongas, se disse contra as drogas, e a liberação delas. “É bom fazer essa pesquisa, pra tirar. Agora, se for pra liberar, eu estou fora”, declarou, solene. Por dois anos, o pagode do lugar transcorria bem, mas uma briga, grande, feia, deixou três “com a cabeça quebrada” e um prejuízo de R$ 3 mil. Ele está certo de que foi coisa de gangue e droga.
Se o dono não viu, parte da clientela viu. Aurélio Oliveira, 32, e Paulo Basílio, 23, almoçavam com os colegas da oficina de carros ali do lado e todo mundo comentou o ocorrido. “Eram uns seis meninos (almoçando). E tinha um que era especialista, tirou até foto”, brincam. Uma cliente da oficina ficou deveras intrigada e resolveu dar uma olhadinha de perto. Lá se vem ela de volta. “Não, isso não é desenho”, explica. “É que ficou sujo e o sujo penetrou por cima da luz. Mas isso é só sujo”. Será?
“É legal o cara ter essa ideia”, imagina Basílio, que não é primo de ninguém dessa história. “Isso é coisa de desocupado”, repreendeu Aurélio, que até agora não fez nenhum dicionário, enquanto voltava a cabeça para a conversa. E logo mudou de ideia: “Mas é legal, sim”.
O Jovenildo dos Santos, 27, que também trabalha ali perto, imagina que tenha sido um pichador mesmo, já que “eles picham os lugares mais difíceis”. Ele não tinha reparado na folhinha. E todo mundo da empresa ficou com um olhar curioso quando soube do chiste. Os colegas de trabalho, José Nildo, 27, e Francisco Wellington, 23, acharam graça. Um tinha visto, o outro, não. Mas aí foi o jeito continuar o trabalho, satisfeitos com aquele tempinho de distração. Com o carro estacionado na Visconde do Rio Branco, a professora Tereza Esteves, da escola ali do lado, sugeriu uma discussão mais ampliada sobre o tema, “para não estimular essa alusão”.
Nem a turma de um lado, nem a turma do outro fazia ideia de quem tenha sido o pintor. Chegamos, nós todos, à conclusão de que seria impossível empreender tal façanha à luz do dia, porque depredar o patrimônio público é ilegal, como lembrou Aurélio. De madrugada, provavelmente. Que tenha um spray à mão, uma ideia na cabeça e algum tempo livre. Ou seja: quase meio mundo. “Mas vai ser difícil, viu”, desestimula o Aurélio. De qualquer forma, a gente teima. E jura que não conta para ninguém.
| Foto Rafael Cavalcante |
O semáforo é daqueles de chão (daí o cavalete) e a pintura parece (impossível afirmar com precisão) ser feita de tinta spray. Um adesivo simples, na forma da folha da cannabis sativa ajudou a definir a forma que ali ficou, há cerca de três meses. Quase quatro, talvez. Mais que dois, com certeza.
“Eu fiquei na minha. Achei estranho, porque geralmente ou é redondo ou tem aquele bonequinho de atravessar a rua. Desses aí, eu nunca vi, não”, se espantou a estudante Ana Carine Ferreira, 17. Raissa Martins, 18, ia ao lado, avoada que só ela, nem prestou atenção: “Gente, eu sou muito dispersa. Não vi nada”. E voltaram caminhando à casa da tia, residente das redondezas.
“Era só o que faltava”, comentou o motorista de ônibus, avexado com o dito sinal – mais pela pressa que pela curiosidade. Comandando uma linha freguesa daquela via, ele nunca tinha atentado para a mudança. Queria até saber se era como aqueles que tem uma bicicleta desenhada. Era não.
O Osmanir, que é Alves Ferreira e dono do restaurante na pontinha de quadra que se forma com a junção da Visconde com a Aguanambi, não tinha tanto tempo para conversas na última segunda-feira, pelo começo do expediente. Ele, que mora em cima do estabelecimento, não prestou atenção na marca do semáforo.
Com muito serviço, que impedia delongas, se disse contra as drogas, e a liberação delas. “É bom fazer essa pesquisa, pra tirar. Agora, se for pra liberar, eu estou fora”, declarou, solene. Por dois anos, o pagode do lugar transcorria bem, mas uma briga, grande, feia, deixou três “com a cabeça quebrada” e um prejuízo de R$ 3 mil. Ele está certo de que foi coisa de gangue e droga.
Se o dono não viu, parte da clientela viu. Aurélio Oliveira, 32, e Paulo Basílio, 23, almoçavam com os colegas da oficina de carros ali do lado e todo mundo comentou o ocorrido. “Eram uns seis meninos (almoçando). E tinha um que era especialista, tirou até foto”, brincam. Uma cliente da oficina ficou deveras intrigada e resolveu dar uma olhadinha de perto. Lá se vem ela de volta. “Não, isso não é desenho”, explica. “É que ficou sujo e o sujo penetrou por cima da luz. Mas isso é só sujo”. Será?
“É legal o cara ter essa ideia”, imagina Basílio, que não é primo de ninguém dessa história. “Isso é coisa de desocupado”, repreendeu Aurélio, que até agora não fez nenhum dicionário, enquanto voltava a cabeça para a conversa. E logo mudou de ideia: “Mas é legal, sim”.
O Jovenildo dos Santos, 27, que também trabalha ali perto, imagina que tenha sido um pichador mesmo, já que “eles picham os lugares mais difíceis”. Ele não tinha reparado na folhinha. E todo mundo da empresa ficou com um olhar curioso quando soube do chiste. Os colegas de trabalho, José Nildo, 27, e Francisco Wellington, 23, acharam graça. Um tinha visto, o outro, não. Mas aí foi o jeito continuar o trabalho, satisfeitos com aquele tempinho de distração. Com o carro estacionado na Visconde do Rio Branco, a professora Tereza Esteves, da escola ali do lado, sugeriu uma discussão mais ampliada sobre o tema, “para não estimular essa alusão”.
Nem a turma de um lado, nem a turma do outro fazia ideia de quem tenha sido o pintor. Chegamos, nós todos, à conclusão de que seria impossível empreender tal façanha à luz do dia, porque depredar o patrimônio público é ilegal, como lembrou Aurélio. De madrugada, provavelmente. Que tenha um spray à mão, uma ideia na cabeça e algum tempo livre. Ou seja: quase meio mundo. “Mas vai ser difícil, viu”, desestimula o Aurélio. De qualquer forma, a gente teima. E jura que não conta para ninguém.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Comida, Bebida e Música em Fortaleza, segundo o Diumtudo (3)
O Diumtudo fez uma enquete com amigos(as) que gostam de bebida, comida e música. Foram quatro as categorias: 1. Bar, Botequim, 2. Local de boa comida, 3. Local para beber, comer nas altas horas e 4. Local com boa música.
Locais de boa comida indicados:
- Alpendre - Rua Torres Câmara, 172 Aldeota
- Bar do Chaguinha - Rua Pe francisco Pinto, 145 - Benfica
- Bar do Ciço - Rua Pe Quinderé, 165 - Aldeota -
- Buoni Amici's - Centro Dragão do Mar
- Café Passeio - no Passeio Público de Fortaleza
- Cantina di Napoli - Av. Des. Moreira, 125 - Meireles -
- Casa do Frango - Av. Barão de Studart, 789 - Aldeota
- Chez Patrick - Rua Tomás Lopes, 104 - Praia de Iracema
- D'Abelle Bistrô - Rua Antonio Augusto, 799 - Meireles
- Degusti - Rua Vilebaldo Aguiar, 352 - Cocó
- Divina Comida - Rua Torres Câmara, 135 - Aldeota
- Feijão do Bené - Rua Eurico Medina, 534 - Henrique Jorge
- Funiculi Funiculá - Av. Bernardo Manoel, -
- Manjericão - Av. 13 de Maio, 898 - Fátima
- La France - Rua Silva Jatahy, 982 - Meireles
- Marcão das Ostras - Rua Professor Carvalho, 2901' - Joaquim Távora
- O Faustino - Rua Frei Monsueto, 1560 - Papicú
- Rainha da Panelada - esquina das ruas Capitão Gustavo e Castro Alves - Joaquim Távora
- Restarante Marcel - Av. Historiador Raimundo Girão, 800 - Praia de Iracema
- Restaurante Tilápia - Rua Vicente Leite, 1131 - Aldeota
- Sabor e Tom - Rua Almeida Prado, 1013 - Cocó - Fortaleza
- Spoleto - Em vários centros de compras de Fortaleza
Sem Você 2 (Chico Buarque)
Por Alfredo Pessoa
É a sexta semana que estamos cifrando as novas músicas de Chico (2011). Essa é uma espécie de homenagem ou continuação da música... “Sem você, sem amor, é tudo sofrimento”. Chico gravou Sem Você de Tom e Vinícius na obra “Chico ao Vivo (1999)” e agora fez a sua Sem Você 2. Enquanto o Você de Tom e Vinícius é indispensável pra acabar com o sofrimento, o Sem Você 2 de Chico... “não faz mal, tudo bem, não tem nada não”.
Sem Você 2 (Chico Buarque)
Intro: Dm6 Gb(#5/b9) Bm4(7/9) Db/E
A7M(9) Ab(#5/b9) F#º/B E6(9)/B
Sem você é o fim do show
C7M/G D5M F7M Fm6
Tudo está claro é tudo tão real
Eb7M D7(b9)* Gm7/D Bbm6/Db Dbº
As suas músicas você levou
Fm7/C G7/B
Mas não faz mal...
A7M(9)* Ab(#5/b9) Bº Cº A7M/B
Sem você dei pra falar a sós
C7M* D5M F7M Fm6
Se me pergunto onde ela está, com quem?
Eb7M D7(b9)* Gm7/D Bbm6/Db Dbº
Respondo trêmulo, levanto a voz
Fm7/C G/B
Mas tudo bem, pois...
C7M F7M* B7(b9) Em7
Sem você o tempo é todo meu
F7M* Bb7/C E7/B
Posso até ver o futebol
A7
Ir ao museu, ou não...
D#m7(b5) Am6/C Abm6/B
Passo o domingo olhando o mar
Bb7 Abm6/B Bb7 Ebm6 E7(13)
Ondas que vem, ondas que vão...
A7M(9) Ab7(b13) F#º E6(9)
Sem você é um silêncio tal
C7M/G D5M F7M Fm6
Que ouço uma nuvem a vagar no céu
Eb7M D7(b9) D5M Bbm6/Db Dbº
Ou uma lágrima a cair no chão
Fm7/C G/B A7M(9) E/F# F/G D/E
Mas não tem nada não...
Dm6 = X5X465
Gb(#5/b9) = 2XX333
Bm4(7/9) = X20220
Db/E = 0XX121
A7M(9) = X0660X
Ab(#5/b9) = 4XX555
F#º/B = X2X545
E6(9)/B = 7XX677
C7M/G = XX5557
D5M = X5736X
F7M = X8(10)9(10)X
Fm6 = X8(10)79X
Eb7M = X6878X
D7(b9)* = XX0542
Gm7/D = X5536X
Bbm6/Db = X4536X
Dbº = X4535X
Fm7/C = X3314X
G7/B = X2303X
A7M(9)* = X0210X
Bº = X2313X
Cº =X3424X
A7M/B = X2212X
C7M* = 8XX987
G/B = X2003X
C7M = X32000
F7M* = 1X2210
B7(b9) = X2121X
Em7 = 02000X
Bb7/C = X3313X
E7/B = X2X130
A7 = X02020
D#m7(b5) = XX1222
Am6/C = X3425X
Abm6/B = 7X686X
Bb7 = 6X676X
Ebm6 = X6X576
E7(13) = 0X012X
Ab7(b13) = 4X455X
F#º = XX4545
E6(9) = 0XX677
D7(b9) = X5454X
E/F# = XX4454
F/G = XX5565
D/E = XX2232
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Comida, Bebida e Música em Fortaleza, segundo o Diumtudo (2)
O Diumtudo fez uma enquete com amigos(as) que gostam de bebida, comida e música. Foram quatro as categorias: 1. Bar, Botequim, 2. Local de boa comida, 3. Local para beber, comer nas altas horas e 4. Local com boa música.
Os Bares indicados:
- Alpendre - Rua Torres Câmara, 172 - Aldeota
- Bar do Arlindo - Rua Carlos Gomes, 83 - Fátima
- Bar do Chaguinha - Rua Pe Francisco Pinto - 145 - Benfica
- Bar do Ciço - Rua Pe Quinderé, 165 - Aldeota
- Bar do Ciron - Rua D. Sebastião Leme, 562 - Fátima
- Bar do Helano - Rua Carlos Vasconcelos, 2310-Joaquim Távora
- Bar do Marcão - Rua Pe Francisco Pinto - 155 - Benfica
- Bar do vinil - Av. Osório de Paiva, 13 - Parangaba
- Boteco - Av. Antonio Sales, 3177 - Dionisio Torres
- Calçada da Lúcia - Rua Pe Francisco Pinto - em frente aos bares do Chaguinha e Marcão - Benfica.
- Dona Chica - Av. Universidade, 2475 - Benfica
- Entre Amigos - Rua Professor Dias da Rocha, 811 - Aldeota
- Flórida - Rua D. Joaquim, 68 - Praia de Iracema
- K-Bar - Av. Bezerra de Menezes, 268 - Otávio Bonfim
- Marcão das Ostras - Rua Prof. Carvalho, 2901- Joaquim Távora
- Severina - Rua Frei Monsueto, 1167 - Varjota
- Suvaco de Cobra - Av. Gomes de Matos, 406 - Montese
- Zug Choperia - Rua Professor Dias da Rocha, 579 - Aldeota
Algumas curiosidades:
- Num raio de 4 metros são indicados três bares: Bar do Chaguinha, bar do Marcão e a Calçada da Lúcia - todos no Benfica.
- Em ruas com nomes de religiosos - respectivamente os Padres (Francisco Pinto e Quinderé), os Bispos (Sebastião Leme e Joaquim) e o Frei (Monsueto) encontram-se os bares do Chaguinha, Marcão, da Lúcia, do Ciço, do Ciron, o Flórida e o Severina.
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Marcão das Ostras,
Suvaco de Cobra
Comida, Bebida e Música em Fortaleza, segundo o Diumtudo
O Diumtudo fez uma enquete com amigos(as) que gostam de bebida, comida e música. Foram quatro as categorias: 1. Bar, Botequim, 2. Local de boa comida, 3. Local para beber, comer nas altas horas e 4. Local com boa música.
- Eva Caldas - professora universitária e boêmia (pero no mucho).
- Érica Calvet, estudante de Agronomia e boêmia.
- Lilian Costa, estudante de Psicologia e as vezes boêmia.
- Tiago Porto, historiador, músico, carnavalesco e boêmio.
- Bruno Perdigão, Estudante de Arquitetura, músico, carnavalesco e boêmio.
- Glícia Pontes, Professora universitária, carnavalesca e boêmia.
- Vólia Barreira, funcionária pública, ambientalista e meio boêmia.
- Felipe Araújo, jornalista, músico, portelense, zitolibador e boêmio
- Walber Nogueira, advogado, filósofo e boêmio.
- Roberto Félix, analista, bloguista, carnavalesco, bairrista e boêmio.
- Alfredo Pessoa, Professor universitário, músico, economista e meio boêmio.
- Mateus Perdigão, Sociólogo, músico, carnavalesco e boêmio.
- Rebeca Ribeiro, Farmacêutica, zitolibadora e boêmia.
- Manoel Maia, Empresário e boêmio.
- Tânia Saboya, Médica, amiga dos amigos(as) e boêmia.
- Ricardo Wagner, boêmio
- Alan de Morais, Advogado, colecionador de vinil, carnavalesco, entusiasta da aguardente e boêmio
- Ethel de Paula, Jornalista, excelente texto, editora da revista Farol e boêmia.
- Sonia Perdigão, Agrônoma e as vezes boêmia.
- José Freitas Neto, Empresário e as vezes boêmio.
- Emanuel Furtado, o Manu - Jornalista, carnavalesco, cantor, militante e boêmio.
- Lana Aguiar, Arquiteta, adoradora do Chico Buarque e meio boêmia.
- Leonardo Fontenele, Advogado, músico, as vezes "sertanejeiro" e boêmio.
- Juliana Praça, Publicitária, amante do samba e boêmia.
- Lucas Barros, Professor universitário, amante da música e boêmio nas férias em Fortaleza.
- Pedro Henrique, bancário "at dawn" e boêmio.
- João Marcelo Sena, Farmacêutico, aspirante a jornalista e boêmio.
- Maristela Calvário, Agrônoma, portelense, boêmia em Fortaleza e quiçá Brasília.
- André Araújo, Jornalista, Promotor e meio boêmio.
- Marcus Vinicius, agrônomo, carnavalesco e boêmio.
- Rafael Farias, professor de geografia, Mclovin e meio boêmio.
- Fabrício Costa, professor, "do Luxo da Aldeia" e meio boêmio.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Insensatez (Tom e Vinicius) com Carlos Navas e Alaíde Costa
Insensatez (Tom e Vinícius)
A insensatez que você fez
Coração mais sem cuidado
Fez chorar de dor
O seu amor
Um amor tão delicado
Ah, porque você foi fraco assim
Assim tão desalmado
Ah, meu coração que nunca amou
Não merece ser amado
Coração mais sem cuidado
Fez chorar de dor
O seu amor
Um amor tão delicado
Ah, porque você foi fraco assim
Assim tão desalmado
Ah, meu coração que nunca amou
Não merece ser amado
Vai meu coração ouve a razão
Usa só sinceridade
Quem semeia vento, diz a razão
Colhe sempre tempestade
Vai, meu coração pede perdão
Perdão apaixonado
Vai porque quem não
Pede perdão
Não é nunca perdoado
Usa só sinceridade
Quem semeia vento, diz a razão
Colhe sempre tempestade
Vai, meu coração pede perdão
Perdão apaixonado
Vai porque quem não
Pede perdão
Não é nunca perdoado
Clarty Bacic Galvão- "Como en Guernica"-
"Como en Guernica"
(Taiguara Chalar da Silva)
Ay, Hermano
Qué hasta que el día ese llegue
Yo no descanse y no duerma
Sin haber hecho muchas canciones
Ay, Hermana
Qué hasta que el día ese llegue
Tu no te canses, no mueras
Sin callar todas las represiones
Madre y abuela Vasconia
Vieja Vasconia en tus siglos
Arden los cuerpos de aquellos
Que abren mis ojos para mi pueblo
Madre y abuela Vasconia
Mi pueblo mezcla mil mares
Mi nombre indígena es rojo
Mi lengua es blanca, mi canto es negro
Madre y abuela Vasconia
Somos de América el sueño
Niños, caminos sin crimes
Pero sin dueños, y sin arreglos...
Madre y abuela Vasconia
Como en Guernica, tu árbol
Que acá no muera el motivo
Se abren los labios, aún que con miedo!
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Moral da História - Tatiana Belinky
Por Tatiana Belinky
Confesso que não gosto de livros que tragam no fim, ou mesmo no meio, uma sugestão - ou será imposição? - de como o(a) leitor(a)deve entender o que leu. A tal "moral da história", que é comum nas fábulas antigas. Sempre me lembro da travessa boneca Emília, do Sítio do Picapau Amarelo, que às vezes aceitava a moral da história (quando acontecia concordar com ela), mas na maior parte das vezes discordava e contestava essa moral. Como no caso da fábula cuja "moral" era "Fazer o bem sem olhar a quem". Emília se rebelou contra essa moral, declarando:"Fazer o bem, vendo a quem! Para o mau, pau!". Emília não é piegas; é, isto sim, adepta da justiça: "A cada um, segundo o que merece". É por aí
Mas o que eu ia dizendo é outra coisa. É que - como alguns(mas) de vocês até já sabem - o livro é um objeto muito mágico; a começar pelo fato de que ele é sempre maior por dentro do que por fora. Já pensaram que num objeto pequeno e portátil como esta cabem mundos e fundos, coisas muito grandes, não só dragões e dinossauros, mas castelos, arranha-céus, transatlânticos, cidades, batalhas, países inteiros...sem falar nas idéias, que estas não tem tamanho.
E mais: um livro é tantos livros quantos(as) os(as) seus(suas) leitores(as). Porque cada cabeça é um "filtro" diferente de outra cabeça. A cabeça de cada leitor(a) ilustra o livro à própria maneira, visualiza o que o texto lhe diz do seu próprio jeito, ninguém é igual a ninguém, felizmente, já pensaram nisto?
E mais ainda: cada livro é também tantos livros quantas vezes o(a) mesmo(a) leitor(a) relê o mesmo livro. E quanto maior o intervalo entre uma leitura e outra, tanto mais diferente fica aquele texto, aparentemente o mesmo. Isto porque o(a) leitor(a), no intervalo de alguns anos, e mesmo de alguns meses, já é, ele(a) próprio(a), outro(a), de certa forma. Porque cresceu, se desenvolveu, se enriqueceu. Ou - isto também acontece, infelizmente - regrediu, se empobreceu, seja por falta de uso da própria cabeça, seja por preguiça ou até por circunstâncias fora de seu controle...
O livro tem outra qualidade especial, que nenhum outro espetáculo pode oferecer. Digo "outro espetáculo" porque um livro não deixa de ser um espetáculo, que se projeta na "tela" ou no "palco" da imaginação de cada um(a), independentemente de ilustração. E a qualidade especial a que me refiro é a possibilidade e a liberdade que o espetáculo-livro oferece ao(a) leitor(a), de parar no meio, voltar atrás, ver o fim antes de ler tudo, reler trechos quantas vezes tiver vontade, pular trechos de que não gosta, deter-se para pensar, interromper-se para fazer outra coisa... Já o espetáculo de teatro, cinema, televisão, este tem de ser assistido de uma só vez, e muitas vezes não dá tempo de curtir, ou assimilar, esta ou aquela parte...E há também o fato de se poder carregar o livro para qualquer lugar, para o ônibus, para a cama, por exemplo,para onde não dá prá levar a peça de teatro...
Mas há, principalmente, a possibilidade de cada um(a) extrair do livro a sua própria "moral da história".
Do livro - Sustos e sobressaltos na TV sem VT e outro momentos - Editora Paulinas - 2006
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| Tatiana Belinky |
Mas o que eu ia dizendo é outra coisa. É que - como alguns(mas) de vocês até já sabem - o livro é um objeto muito mágico; a começar pelo fato de que ele é sempre maior por dentro do que por fora. Já pensaram que num objeto pequeno e portátil como esta cabem mundos e fundos, coisas muito grandes, não só dragões e dinossauros, mas castelos, arranha-céus, transatlânticos, cidades, batalhas, países inteiros...sem falar nas idéias, que estas não tem tamanho.
E mais: um livro é tantos livros quantos(as) os(as) seus(suas) leitores(as). Porque cada cabeça é um "filtro" diferente de outra cabeça. A cabeça de cada leitor(a) ilustra o livro à própria maneira, visualiza o que o texto lhe diz do seu próprio jeito, ninguém é igual a ninguém, felizmente, já pensaram nisto?
E mais ainda: cada livro é também tantos livros quantas vezes o(a) mesmo(a) leitor(a) relê o mesmo livro. E quanto maior o intervalo entre uma leitura e outra, tanto mais diferente fica aquele texto, aparentemente o mesmo. Isto porque o(a) leitor(a), no intervalo de alguns anos, e mesmo de alguns meses, já é, ele(a) próprio(a), outro(a), de certa forma. Porque cresceu, se desenvolveu, se enriqueceu. Ou - isto também acontece, infelizmente - regrediu, se empobreceu, seja por falta de uso da própria cabeça, seja por preguiça ou até por circunstâncias fora de seu controle...
O livro tem outra qualidade especial, que nenhum outro espetáculo pode oferecer. Digo "outro espetáculo" porque um livro não deixa de ser um espetáculo, que se projeta na "tela" ou no "palco" da imaginação de cada um(a), independentemente de ilustração. E a qualidade especial a que me refiro é a possibilidade e a liberdade que o espetáculo-livro oferece ao(a) leitor(a), de parar no meio, voltar atrás, ver o fim antes de ler tudo, reler trechos quantas vezes tiver vontade, pular trechos de que não gosta, deter-se para pensar, interromper-se para fazer outra coisa... Já o espetáculo de teatro, cinema, televisão, este tem de ser assistido de uma só vez, e muitas vezes não dá tempo de curtir, ou assimilar, esta ou aquela parte...E há também o fato de se poder carregar o livro para qualquer lugar, para o ônibus, para a cama, por exemplo,para onde não dá prá levar a peça de teatro...
Mas há, principalmente, a possibilidade de cada um(a) extrair do livro a sua própria "moral da história".
Do livro - Sustos e sobressaltos na TV sem VT e outro momentos - Editora Paulinas - 2006
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Músicos não precisam mais de registro em entidade de classe para trabalhar, decide STF
Débora Zampier
Repórter da Agência Brasil
Brasília – Músicos que não têm registro na Ordem dos Músicos do Brasil (OMB) não precisam mais da carteirinha da instituição para se apresentar. Foi o que decidiu hoje (2) o Supremo Tribunal Federal (STF) ao julgar um recurso da seccional da OMB de Santa Catarina contra um tribunal que declarou a cobrança inconstitucional.
De acordo com os ministros do STF, qualquer restrição à liberdade profissional precisa ser motivada por questões técnicas, o que não é o caso dos músicos.
“A liberdade de exercício profissional, que está registrada no Inciso 13 do Artigo 5 [da Constituição], é quase absoluta. Qualquer restrição só se justifica se tiver interesse público e não há qualquer risco de dano social com a música”, afirmou a relatora, ministra Ellen Gracie. Ela foi acompanhada por unanimidade pelos demais ministros, que também decidiram que, a partir de agora, os casos semelhantes podem ser julgados individualmente.
A ação tramitava no STF desde 2004 e começou a ser julgada na Segunda Turma do STF em 2005. O julgamento foi suspenso por um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes, que, ao devolver o caso, propôs que o assunto fosse analisado diretamente pelo plenário da Corte. Isso porque, meses antes, o STF havia decidido que não é necessário diploma de jornalismo para o exercício da profissão de jornalista.
“No voto que eu tinha preparado, invoco os princípios da liberdade de expressão faladas na sempre polêmica questão da liberdade do exercício do jornalismo”, disse Gilmar Mendes durante seu voto nesta tarde. Para o ministro Carlos Ayres Britto, que é poeta, a exigência de inscrição em uma autarquia implica em cerceamento da liberdade de criação. “Essa limitação é rechaçada pela Constituição Federal”, assinalou.
A cobrança de filiação à OMB foi instituída por lei de 1960, que também é contestada em uma ação no STF. Ela determina que o órgão é responsável por exercer, em todo o país, a seleção, a disciplina, a defesa da classe e a fiscalização do exercício da profissão de músico. Músicos reclamam que a entidade cobra a carteirinha e anuidade e não defende os interesses da categoria. Segundo relatos, a fiscalização depende de cidade para cidade e, em muitos lugares, shows já foram cancelados porque os músicos não eram inscritos na ordem.
“Aqui em Goiânia tem fiscalização, já me pegaram tocando em um bar e me deram uma notificação com uma multa de R$ 150 se eu fosse pego outra vez tocando sem carteirinha”, relata um músico, sob anonimato, em um fórum sobre o assunto. Outro músico relata que só conseguiu comprar um instrumento financiado com o número da OMB e que a exigência da carteirinha é maior em grandes casas de shows.
Repórter da Agência Brasil
Brasília – Músicos que não têm registro na Ordem dos Músicos do Brasil (OMB) não precisam mais da carteirinha da instituição para se apresentar. Foi o que decidiu hoje (2) o Supremo Tribunal Federal (STF) ao julgar um recurso da seccional da OMB de Santa Catarina contra um tribunal que declarou a cobrança inconstitucional.
De acordo com os ministros do STF, qualquer restrição à liberdade profissional precisa ser motivada por questões técnicas, o que não é o caso dos músicos.
“A liberdade de exercício profissional, que está registrada no Inciso 13 do Artigo 5 [da Constituição], é quase absoluta. Qualquer restrição só se justifica se tiver interesse público e não há qualquer risco de dano social com a música”, afirmou a relatora, ministra Ellen Gracie. Ela foi acompanhada por unanimidade pelos demais ministros, que também decidiram que, a partir de agora, os casos semelhantes podem ser julgados individualmente.
A ação tramitava no STF desde 2004 e começou a ser julgada na Segunda Turma do STF em 2005. O julgamento foi suspenso por um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes, que, ao devolver o caso, propôs que o assunto fosse analisado diretamente pelo plenário da Corte. Isso porque, meses antes, o STF havia decidido que não é necessário diploma de jornalismo para o exercício da profissão de jornalista.
“No voto que eu tinha preparado, invoco os princípios da liberdade de expressão faladas na sempre polêmica questão da liberdade do exercício do jornalismo”, disse Gilmar Mendes durante seu voto nesta tarde. Para o ministro Carlos Ayres Britto, que é poeta, a exigência de inscrição em uma autarquia implica em cerceamento da liberdade de criação. “Essa limitação é rechaçada pela Constituição Federal”, assinalou.
A cobrança de filiação à OMB foi instituída por lei de 1960, que também é contestada em uma ação no STF. Ela determina que o órgão é responsável por exercer, em todo o país, a seleção, a disciplina, a defesa da classe e a fiscalização do exercício da profissão de músico. Músicos reclamam que a entidade cobra a carteirinha e anuidade e não defende os interesses da categoria. Segundo relatos, a fiscalização depende de cidade para cidade e, em muitos lugares, shows já foram cancelados porque os músicos não eram inscritos na ordem.
“Aqui em Goiânia tem fiscalização, já me pegaram tocando em um bar e me deram uma notificação com uma multa de R$ 150 se eu fosse pego outra vez tocando sem carteirinha”, relata um músico, sob anonimato, em um fórum sobre o assunto. Outro músico relata que só conseguiu comprar um instrumento financiado com o número da OMB e que a exigência da carteirinha é maior em grandes casas de shows.
Essa Pequena (Chico Buarque)
por Alfredo Pessoa
Último Blues, Bolero Blues, a História de Lily Braun, Bancarrota Blues são obras de Chico na linha ou nas palavras do ritmo americano. Das quatro, apenas a primeira não possui parceria e o Bolero não é Blues. Essa Pequena, inédita e inclusa no cd Chico (2011) demarca também a volta do autor ao Blues e dessa vez sem Edu Lobo.
Último Blues, Bolero Blues, a História de Lily Braun, Bancarrota Blues são obras de Chico na linha ou nas palavras do ritmo americano. Das quatro, apenas a primeira não possui parceria e o Bolero não é Blues. Essa Pequena, inédita e inclusa no cd Chico (2011) demarca também a volta do autor ao Blues e dessa vez sem Edu Lobo.
Essa Pequena (Chico Buarque)
C7M Bb7M
A6 Gm6 F6 Fm6 E7
Meu tempo é curto, o tempo dela sobra
Em7 A7(b13) D7M F/G G7(9)
Meu cabelo é cinza e o dela é cor de abóbora
Db7/Ab Em6/G Gº Gbm6
Temo que não dure muito a nossa novela
Dm6/F D#º Dm7 Dm6 C7 B7 Bm7/E A
Mas, eu sou tão feliz com ela
Gm6 F6 Fm6 E7
Meu dia voa e ela não acorda
Em7 A7(b13) D7M F/G G7(9)
Vou até a esquina ela quer ir pra Flórida
Db7/Ab Em6/G Gº Gbm6
Acho que nem sei direito o que que ela fala
Dm6/F Ebm7(b5) Dm6 C7 Dbm7(b5)
Mas, não canso de contemplá-la
D7M B7/Db Bb7M/C Bm7(b5)
Feito avarento conto os meus minutos
A/E Bm6 A7M/Db A4(7)/E A7
Cada segundo que se esvai
D7M(9) D#º D7M/E Dm/F
Cuidando dela que anda noutro mundo
Gbm6 Dbm6 Bm7 E(13)
Ela que esbanja suas horas ao vento
D/E A6 Ab7(b13) Em6/G Gb7(b13)
Ai, as vezes ela pinta a boca e sai
Bm(7M) Bm7* Bm6* Bm(5M)
“Fique a vontade eu digo...take your time”
Db7/Ab Em6/G Gº Gbm6
Sinto que ainda vou penar com essa pequena
Dm6/F D#º Dm7 Dm6 C7 B7 Bm7/E A
Mas, o blues já valeu a pena
Db7(#9) F#m7 A7 D7M F#7(9)
Bm7 D/E A6 C#7 F#m7 A7 D7M
F#7(9) Bm7 C#m7 D7M D/E
Bm7 D/E A6 C#7 F#m7 A7 D7M
F#7(9) Bm7 C#m7 D7M D/E
Dm6/F D#º Dm7 Dm6 C7 B7* A7M*
Mas, o blues já valeu a pena
C7M = 8X998X
Bb7M = 6X776X
Bb7M = 6X776X
A6 = 5X465X
Gm6 = 3X233X
F6 = 1X021X
Fm6 = 1X011X
E7 = 02013X
Em7 = X79787
A7(b13) = 5X5675
D7M = X57675
F/G = 3X321X
G7(9) = 3X320X
Db7/Ab = 4X342X
Em6/G = 3X242X
Gº = 3X232X
Gbm6 = 2X122X
Gº = 3X232X
Gbm6 = 2X122X
Dm6/F = 1X020X
D#º = X6757X
Dm7 = X5756XDm6 = X5746X
Dm7 = X5756XDm6 = X5746X
C7 = 8X89XX
B7 = X2424X
Bm7/E = 0X423X
A = X0222X
A = X0222X
Ebm7(b5) = X6767X
Dbm7(b5) = X4545X
Dbm7(b5) = X4545X
B7/Db =X4424X
Bb7M/C = X3323X
Bm7(b5) = X2323X
A/E = 0X222X
Bm6= X2X132
A7M/Db = X4X254
A4(7)/E = 0757XX
A7 = 5X565X
D7M(9) = X5465X
D7M/E = X7767X
Dm/F = 1X023X
Dbm6 = X4X354
Bm7 = 7X777X
E(13) = 0XX998
D/E = 0X777X
Ab7(b13) = 4X455X
Gb7(b13) = 2X233X
Bm(7M) = X2433X
Bm7* = X2423X
Bm6* = X2413X
Bm7* = X2423X
Bm6* = X2413X
Bm(5M) = X2403X
Db7(#9) = X4345X
F#m7 = 2X222X
F#7(9) = XX4354
C#7 = X4342X
C#m7 = X4645X
B7* = 7X78XX
F#m7 = 2X222X
F#7(9) = XX4354
C#7 = X4342X
C#m7 = X4645X
B7* = 7X78XX
A7M* = 5X66XX
Ney Matogrosso - 1 de agosto de 1941
Balada do Louco (Arnaldo Baptista e Rita Lee)
Dizem que sou louco por pensar assim
Se eu sou muito louco por eu ser feliz
Mas louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz
Se eu sou muito louco por eu ser feliz
Mas louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz
Se eles são bonitos, sou Alain Delon
Se eles são famosos, sou Napoleão
Mas louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz
Se eles são famosos, sou Napoleão
Mas louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz
Eu juro que é melhor
Não ser o normal
Se eu posso pensar que Deus sou eu
Não ser o normal
Se eu posso pensar que Deus sou eu
Se eles têm três carros, eu posso voar
Se eles rezam muito, eu já estou no céu
Mas louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz
Se eles rezam muito, eu já estou no céu
Mas louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz
Sim sou muito louco, não vou me curar
Já não sou o único que encontrou a paz
Mais louco é quem me diz
E não é feliz
Eu sou feliz
Já não sou o único que encontrou a paz
Mais louco é quem me diz
E não é feliz
Eu sou feliz
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