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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Resultado final dos Editais do Pré e do Carnaval - Fortaleza

SELECIONADOS EDITAL PRÉ-CARNAVAL


Estreantes (1 Saída)
1
Língua de Cobra
2
Unidos do Sítio
3
Bloco Amigos do Poeta
4
Bigode Folia
5
Bloco Carangueijo na Lata
6
Bloco Nação Marupiara
7
Bloco Picardio
8
Ressaka do Castelo
9
Me Chama Que Eu Vou

Veteranos (2 Saídas) – Classificados
1
Matou a Pau...ta
2
Carnabolão
3
Parangolé
4
Bloco Amigos da Folia
5
Raízes Folia
6
Jardim Folia
7
Império da Vila
8
Bloco Cagada de Pato
9
Lord

Veteranos (4 Saídas) – Classificados
1
Bloco Turma do Mamão
2
Que Merda é Essa
3
Bloco Simpatia
4
Unidos da Cachorra
5
Pery Boneco
6
Bloco Luxo da Aldeia
7
Bloco Tá Dentro Deixa
8
Bloco Bons Amigos
9
Baquetas
10
Bloco Tambores Carnavalesco
11
O Cheiro
12
Num Ispaia Sinão Inche
13
Tarbeneiros de Iracema
14
Bloco Vassoura do Babau
15
Precajam
16
Bloco Kixinim Folia
17
Bloco Camaleões da Vila
18
Cachorra Magra
19
Concentra mas Não Sai
20
Jacaré Folia
21
Monte Folia
22
Bloco Almeidão Folia
23
Prá Cima
24
Vila Folia
25
Bloco Doido é Tú
26
Galo do Jardim América
27
Palhaço na Rua
28
Amantes de Iracema
29
Kururú da Lagoa
30
Balakubaku
31
Fuja – Foliões Unidos do Jatobá
32
Mio KI
33
Dendê Folia
34
Bloco das Muriçocas
35
Unidos do Morro
36
Cordões do Ancuri
37
Sai na Marra
38
Bloco dos Bodes
39
Bloco Maria da Legião
40
Eu Não Sou Cachorro Não

SELECIONADOS EDITAL DE CARNAVAL

MARACATUS
Classificação
Agremiação
Maracatu Vozes da África
Maracatu Nação Iracema
Maracatu Nação Fortaleza
Maracatu Solar
Maracatu Nação Baobab
Maracatu Nação Pici
Maracatu Az de Ouro
Maracatu Rei de Paus
Maracatu Filhos de Iemanjá
10º
Maracatu Axé de Oxóssi
11º
Maracatu Kizomba
12º
Maracatu Rei Zumbi
13º
Maracatu Rei do Congo

ESCOLAS DE SAMBA

Classificação
Agremiação
Imperadores da Parquelândia
Império Ideal
Corte do Samba
Girassol de Iracema
Mocidade Independente Bela Vista
Tradição da Bela Vista
Colibri

BLOCOS
Classificação
Agremiação
Doido é Tu
A Turma do Mamão
Prova de Fogo
Império da Vila
Unidos da Vila
Garotos do Parque
Garotos do Benfica
Balaku Baku Folia

CORDÕES
Classificação
Agremiação
As Bruxas
Vampiros da Princesa
Princesa no Frevo
Barão Folia

AFOXÉS
Classificação
Agremiação
Afoxé Oxum Odolá
Afoxé Camutue Ora Saba Omi Acabaca
Afoxé Filhos de Oya

Luxo da Aldeia, num sábado de janeiro... (3)

Por Dora Moreira

Torci meu joelho em muito pré-carnaval, mas sempre que a dor e a agonia apertavam, eu pensava que tinha valido a pena. Sempre vale a pena, mas nunca valeu tanto quanto ontem (18/01). Não só pelo Moraes Moreira em si, mas por tudo que representa ele estar ali, dizendo que há três anos já escutava falar de uns meninos que faziam um carnaval de rua em Fortaleza.

Mais do que minha alegria em estar ali também, guardo a cara de "engolindo o choro" do Bruno Perdigão na hora que os balões voavam no ar, ainda no comecinho da noite; o sorriso escancarado (quem diria?) do Mateus Perdigão enquanto o Moraes Moreira recitava Os Novos Baianos e ele esperava pra tocar, acompanhado do ídolo, a música de sua namorada; a instigação do Tiago Porto gritando que 'é um verdadeiro enxame chame chame gente', sem saber o que fazer com tanta euforia.

Eu, que a essa altura já estava sentada às voltas com um saco de gelo, escutava da tia Silvinha a orgulhosa afirmação de que esse monte de gente não tava ali só por causa do Moraes não. Escutava do Seu Marcus, em meio a lagrimas de um e de outro, que nunca pensou que um simples almoço no Benfica poderia dar em tanta coisa.

A gente sabe (faz idéia) da dificuldade que é manter um projeto desse, ano após ano, quebrando cabeça pra descobrir as melhores formas, tomar as melhores decisões, fazer dinheiro render sem abrir mão do que se acredita. E a gente sabe que toda vida que toca Bloco do Susto e todo mundo despenca ou quando Terral 'quebra' e geral entra na quebradeira (fatídica) é um pouquinho de recompensa pra vocês.

Mas ontem parecia que ninguém queria que existisse nem palco, nem platéia: todo mundo se responsabilizava por fazer uma festa bonita, e todo mundo tava doido pra pular. É um sol pra cada um, mas a gente queria era brilhar agarrado. E ao final, o convidado, anfitrião do carnaval democrático, se emocionava com o tamanho da nossa festa e dizia, como que descansado, que agora Fortaleza tinha carnaval de rua.

Pois taí, o carnaval dentro da gente é tão grande que é recompensa até pro Moraes Moreira. E isso, junto com a multidão já gritando o refrão da música lançada semana passada, não tem pareia, já é motivo de existir o suficiente.

Vamo pro mundo, Bloco Luxo da Aldeia!, que agora a gente já ganhou a benção.

"O acto sexual é para ter filhos - diz ele"

Por Natália Correia


"O acto sexual é para ter filhos - diz ele"

Já que o coito — diz Morgado —
tem como fim cristalino,
preciso e imaculado
fazer menina ou menino;

e cada vez que o varão
sexual petisco manduca,
temos na procriação
prova de que houve truca-truca.

Sendo pai só de um rebento,
lógica é a conclusão
de que o viril instrumento
só usou — parca ração! —

uma vez. E se a função
faz o órgão — diz o ditado —
consumada essa excepção,
ficou capado o Morgado.

Natália Correia em resposta a João Morgado, deputado da bancada parlamentar do CDS (Portugal), no debate sobre a legalização do aborto, no dia 3 de Abril de 1982.





A vida por um fio

Por Iana Soares
Iana Soares


A vida por um fio. Literalmente e sem exagero. 

Estava caminhando pelas calçadas do Bairro de Fátima, voltando pra casa a pé, entre O POVO e a Treze de Maio... [tenho feito isso nos últimos dias, se consigo sair do trabalho ainda com o sol no mundo, e me dá uma alegria dessas pequenas e necessárias, além de ser uma economia]... quando de repente passa um caminhão em altíssima velocidade, numa rua MUITO estreita que eu nem sei o nome (perpendicular à Conselheiro Tristão, ali próximo ao Kasa Kaiada) e carrega os fios que haviam entre os postes. 

Um deles se transforma em um chicote e corta minha perna. O motorista segue na mesma ou maior velocidade, enquanto os frequentadores do bar da esquina gritam "a menina levou um choque, socorre a menina" e eu não entendia nada. A sensação era de que tinham passado uma faca na batata da minha perna, pensei até em um assalto. Depois de soltar um grito e alguns palavrões, vi o fio no chão.

Lembro que uma coisa que achei muito feia na Fortaleza, ao voltar a morar aqui depois de um tempo fora, foram os fios. Entre o aeroporto e a nova casa, minutos depois de aterrissar, fiz essa observação, há 11 anos atrás. 

Quem me conhece sabe que não engrosso o caldo dos que esculhambam a cidade. Pelo contrário, insisto na delicadeza, no otimismo, nas esperanças. Só que nesse momento, me deu uma raiva grande. Dos moradores que fazem trilhões de gatos e rebaixam os fios, da Prefeitura que não fiscaliza, nem substitui a porcaria desses fios que além de feios são perigosos, por outros subterrâneos; do homem que dirigia e pouco se importou com o fio ou comigo. Lá é uma área super residencial e com criança no meio da rua pra um caminhão passar assim. Tem um monte de coisa errada e não é só na minha vizinhança, é espalhado pela cidade inteira.

Tive algumas sortes: o fio era de telefone, segundo apurou um dos moradores; estava de calça jeans e não de vestido como de costume, então o machucado foi menor, mesmo com a sensação de queimação que persiste; foi na batata da perna (que é bem grossinha) e no tornozelo, e não no pescoço ou no rosto.

Agradeço ao Pedro Paulo, frequentador do bar da esquina, que me ofereceu um copo d'água. Há umas duas semanas queria escrever sobre o meu percurso entre o jornal e a minha casa, que é simples e incrível, mas tive de começar com essa raiva e essa tristeza. Depois falarei da barbearia, do homem que conserta TVs de tubo, do avô que sempre está com as netas, da casa com fotopinturas na parede.

Luxo da Aldeia, num sábado de janeiro...(2)

Por Mateus Perdigão

Ver o Fausto Nilo e o Moraes Moreira, ontem à tarde, (18/01) em cima do palco, ainda na passagem de som, tentando acertar a maneira de cantar Três Meninas do Brasil e se divertindo um com o outro me fez pensar nas amizades que fiz por causa da música. Foram muitos e bons amigos que fiz.

 Ontem à noite (18/01) pude rever vários deles, mas não consegui falar com todos. De cima do palco, vi esse pessoal feliz, divertindo-se, brincando, que dava era vontade de largar a guitarra e descer pra ficar com a galera. Outros amigos estavam comigo, em cima do palco, esforçando-se, também, para que tudo que havíamos planejado desse certo. E deu.

A "grande galera" que é o Bloco Luxo da Aldeia, como disse uma vez o Bruno Perdigão, realizou, para mim, uma celebração da amizade na noite de ontem. Da amizade do Fausto com Moraes, da minha amizade com os meus amigos, e pelo que vi por aí (confesso que gastei um bom tempo lendo comentários e vendo fotos de ontem), da amizade de várias outras pessoas. Quando Moraes Moreira falou do carnaval de Aracati lembrei imediatamente de toda a turma que estava lá comigo, em 2003, curtindo o Trio Elétrico dele, e do quanto aquilo mudou a minha cabeça.

A todos os amigos, antigos e novos, deixo meu agradecimento por fazerem a noite de ontem ficar marcada na minha memória. 

O Luxo da Aldeia não se faz sozinho, é muita, muita gente mesmo que ajuda pra que a coisa dê certo. 

Aos amigos João Paulo Martins, Mila Lima e à nova amiguinha Maria gostaria de dedicar a apresentação e a celebração da noite de ontem. Estou feliz pra caramba por vocês dois e desejo à nova foliã que muitos aniversários dela sejam realizados nesse clima de festa e felicidade com os amigos.

A crise no varejo segundo Mainardi e o Manhattan Connection

Por Paulo Nogueira

Me enviam um vídeo no Facebook que me faz rever Diogo Mainardi. É um trecho de um Manhattan Connection com uma entrevista com Luiza Trajano, dos magazines Luiza.

E é também uma estupenda aula de antijornalismo. Nas escolas de jornalismo poderiam passar o vídeo e dizer:”Prestem atenção. É assim que não se faz jornalismo.”

Apenas uma pessoa se salva: a própria Luiza. Simples, educada, simpática e firme, ela leva luz a um ambiente de ampla ignorância sobre o assunto em debate. Fora isso, ela nota a patologia da mídia econômica em sempre enxergar a parte vazia do copo. “Personifico o copo vazio”, brada, triunfalmente, Mainardi.

O tema discutido é o varejo brasileiro. Uma “crise” assola o varejo, segundo o programa. Diogo Mainardi tem dados apavorantes, que ele transmite com a euforia dos que torcem sempre pelo naufrágio. A inadimplência subiu pelo segundo ano consecutivo, segundo ele. O horror está aí. Ele quer saber quando Luiza vai vender sua rede para a Amazon.

Calmamente, ela corrige Mainardi. A inadimplência caiu no varejo. As vendas cresceram mais de 5% em 2013. São “estatísticas” que ela se prontifica a passar para Mainardi. Ele, claro, recusa. “Me poupe”, diz.

Este é o jornalismo de Mainardi. Desprezo pelos fatos, pelas estatísticas e um formidável blablablá catastrofista. O catastrofismo, de resto, está grudado no jornalismo econômico brasileiro.

Má notícia é boa notícia, esta a lógica. As coisas se complicam quando você, como Mainardi, torce os fatos para chegar à má notícia. Num mundo jornalístico menos imperfeito, Mainardi seria severamente repreendido.

Mas alguém imagina isso acontecendo?

Pessoas como Mainardi têm passe livre para dizer as bobagens que quiserem, desde que batam no PT. Outro caso notável, aí, é o do ‘historiador’ Marco Antônio Villa. Apesar de sistematicamente cometer erros grosseiros de avaliação, Villa é um personagem ubíquo na mídia brasileira. Ele só será cobrado se um dia elogiar Lula ou Dilma.

No Manhattan Connection, os amigos ajudam Mainardi, como você pode perceber no vídeo. Ficamos sabendo pelo apresentador Lucas Mendes que quem decretara a crise no varejo brasileiro, uma semana antes, fora Caio Blinder, apoiado sabe-se lá em quê. Blinder aparece no vídeo e não está nem um pouco vexado por informar erroneamente seus espectadores. Não se desculpa, não se explica.
Está risonho como se tivesse dado o furo de que o homem pisou na lua.

O próprio Lucas Mendes, enquanto está fora do ar, faz uma pesquisa improvisada e diz sobre as visões opostas de Luiza e Mainardi: “Acho que a Luiza está certa.”

Ele acha. Isso sugere que ele considerava a possibilidade de que Mainardi, com seu conhecimento enciclopédico, é que estivesse certo.

Penso como é quando não existe alguém como Luiza para corrigir as barbaridades da turma do Manhattan Connection.

Pobres espectadores.

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/a-crise-no-varejo-segundo-mainardi-e-o-manhattan-connection/

Luxo da Aldeia, num sábado de janeiro...

Por Fabrício Martins da Costa

Ontem foi dia de sentir orgulho de ser cearense, de saber de cor as musicas de Paulo Gomes, Lauro Maia, Fausto Nilo, Fagner , Ednardo, e tantos outros.

Foi dia de se orgulhar de ver Moraes Moreira dizer: é bom ver carnaval em Fortaleza, quando eu vinha pra cá era pra ir pra Aracati, Camocim e tal.

Foi dia sobretudo de se orgulhar de ser amigo que tanta gente bacana e generosa. 

De pular ao som de frevo com meu pai, meu compadre Joel, Rafael Farias, minha esposa Mariana Mota Moura Fé e de tantos outros... de quase cair de tanto empurra-empurra sem dizer uma reclamação.

De dizer pro povo que pergunta: tu faz o que no Luxo da Aldeia?

- meu irmão é um dos vocalistas, mas minha sobrinha nasceu ontem, sou amigo desse mais alto que toca guitarra baiana, do que toca violão ali no canto, do surdista namorado da Rebeca Ribeiro de Moura, do baixista com aquele tênis vermelho.

- Ouvi, ainda no violão, "Um sol pra cada um".

- Ah!  e também estava no Cantinho Acadêmico, em 2007 no primeiro ano do bloco.

- Já escutei Jamelão com o pai dos Perdigão. 

Parece coisa de adolescente que guarda escondido o disco de sua banda preferida. 
Sou do bloco Luxo da Aldeia e isso já me garante emoção pro ano inteiro

A defesa do poeta

Por Natália Correia

A defesa do poeta 

Senhores jurados sou um poeta
um multipétalo uivo um defeito
e ando com uma camisa de vento
ao contrário do esqueleto.

Sou um vestíbulo do impossível um lápis
de armazenado espanto e por fim
com a paciência dos versos
espero viver dentro de mim.

Sou em código o azul de todos
(curtido couro de cicatrizes)
uma avaria cantante
na maquineta dos felizes.

Senhores banqueiros sois a cidade
o vosso enfarte serei
não há cidade sem o parque
do sono que vos roubei.

Senhores professores que pusestes
a prémio minha rara edição
de raptar-me em crianças que salvo
do incêndio da vossa lição.

Senhores tiranos que do baralho
de em pó volverdes sois os reis
sou um poeta jogo-me aos dados
ganho as paisagens que não vereis.

Senhores heróis até aos dentes
puro exercício de ninguém
minha cobardia é esperar-vos
umas estrofes mais além.

Senhores três quatro cinco e sete
que medo vos pôs por ordem?
que pavor fechou o leque
da vossa diferença enquanto homem?

Senhores juízes que não molhais
a pena na tinta da natureza
não apedrejeis meu pássaro
sem que ele cante minha defesa.

Sou um instantâneo das coisas
apanhadas em delito de paixão
a raiz quadrada da flor
que espalmais em apertos de mão.

Sou uma impudência a mesa posta
de um verso onde o possa escrever
Ó subalimentados do sonho!
a poesia é para comer.

  • Natália Correia, poetisa, romancista, ensaísta, dramaturga, ficcionista, jornalista, editora, tradutora e política (foi deputada à Assembleia da República), nasceu na Fajã de Baixo, na Ilha de São Miguel, arquipélago dos Açores, em 1923 e morreu em Lisboa em 1993. 

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Luxo da Aldeia convida Moraes Moreira


atualizado 15 de janeiro as 16 hoaras.

No próximo sábado, 18/01, o Bloco Luxo da Aldeia irá realizar uma festa muito especial. 
O Bloco convidou nada menos que Moraes Moreira, voz imortal de muitas músicas compostas em parceria com Fausto Nilo que fazem parte do nosso repertório.
Antes do início do show do Luxo da Aldeia, o Kukukaya promoverá uma roda de frevo comandada pelo músico Pantico Rocha e convidados. O evento acontecerá no Kukukaya a partir das 15hrs (abertura dos portões às 15hrs / Roda de Frevo às 16hrs / Luxo da Aldeia às 18hrs). 
Já garantiu o ingresso do Show do Luxo da Aldeia com participação especial de Moraes Moreira de sábado? NÃO? Evite fila e compre mais barato!
Ingressos antecipado R$ 25
Locais de venda:
[ Manhã e Tarde ] Salão Severina Chique Chique
[ Noite ] Café e Cachaçaria Kukukaya – Tel: 3227.5661
[ Endereço do Salão e do Café ] Avenida Pontes Vieira 55, anexo ao Kukukaya
No dia do evento haverá vendas das camisas de 2014 do Bloco ao preço único de R$ 25 (P,M,G ou GG)

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Um sol pra cada um

Música nova do Luxo da Aldeia para o pré-carnaval de 2014


Um sol pra cada um (Bruno Perdigão/Thales Catunda/Marcus Dias)

É um sol, é um sol,
É um sol pra cada um
É um sol, é um sol,
É um sol pra cada um (2x)

Nesse pedaço de planeta colorido
Onde tudo é dividido
Existe um sol pra cada um

Esse calor que você sente
É todo seu
Esse calor que me atormenta
É todo Meu

Vem pro meu lado
Se livrar desse cansaço
Da fadiga, do mormaço
Desse amor que se perdeu

Pois nessa vida
Só existe uma certeza
Sobre toda a natureza
Brilha a luz do astro rei

Se vai querer brilhar pra sempre
Isso eu não sei
Se a gente vai se apaixonar
Também não sei

Mas do calor que vai nascer
Nesse momento
Surgirá no firmamento
Um novo sol fora da lei