quarta-feira, 19 de março de 2014
terça-feira, 11 de março de 2014
Felipe Araújo e pessoal do Concentra.
Praça do Mercado dos Pinhões - sábado 1 de Março de 2014. Carnaval com Luxo da Aldeia e Concentra Mas não Sai.
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Aqui, auxílio luxuoso de Felipe Araújo no clarinete.
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Terno Carioca interpreta Claudionor Cruz
O disco é de 2009. O trio é formado por Pedro Aragão (bandolim/violão tenor), Luiz Flavio Alcofra (violão) e Lena Verani ( clarinete).
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FREVOX - cd de Péricles Cavalcanti
SE FOR UM SAMBA
Péricles Cavalcanti
Se for um samba, tô dentro
Atrás, na frente e no centro
Se for um samba, eu me meto
Na multidão ou no gueto
Se for um samba eu me encaixo
Requebro em cima e embaixo
Se for um samba é pra já
Porque eu nasci pra sambar
Se for um samba, me chama
Que eu vou até de pijama
Nem vou pensar com que roupa
Se vou de seda ou de estopa
Se for um samba, eu enfrento
A noite fria e o vento
Se for um samba é pra já
Porque eu nasci pra sambar
Que seja um samba baiano
Mineiro ou pernambucano
Que seja em Sampa ou no Rio
Se for um samba eu me enfio
Um samba pop ou rural
De escola ou fundo de quintal
Se for um samba é pra já
Porque eu nasci pra sambar.
Atrás, na frente e no centro
Se for um samba, eu me meto
Na multidão ou no gueto
Se for um samba eu me encaixo
Requebro em cima e embaixo
Se for um samba é pra já
Porque eu nasci pra sambar
Se for um samba, me chama
Que eu vou até de pijama
Nem vou pensar com que roupa
Se vou de seda ou de estopa
Se for um samba, eu enfrento
A noite fria e o vento
Se for um samba é pra já
Porque eu nasci pra sambar
Que seja um samba baiano
Mineiro ou pernambucano
Que seja em Sampa ou no Rio
Se for um samba eu me enfio
Um samba pop ou rural
De escola ou fundo de quintal
Se for um samba é pra já
Porque eu nasci pra sambar.
Luisa Maita - voz
Romulo Fróes - voz
Rodrigo Campos - voz e cavaquinho
Marcelo Monteiro - sax barítono
Marcelo Costa - pandeiro
Péricles - voz e baixo
segunda-feira, 10 de março de 2014
50 anos de Golpe Militar
"Hoje começamos a publicar no site de CartaCapital uma série de 50 artigos sobre o golpe de 1964, que completa 50 anos no próximo dia 1º de abril. Serão 50 relatos em primeira pessoa, contando como o golpe afetou suas vidas. Haverá texto até de gente que nem era nascida na época --faz todo sentido, minha vida mesmo, por exemplo, foi afetada, sou carioca por causa do golpe. A intenção é dar uma modesta contribuição às gerações que não viveram o período, tentando mostrar que, por mais que seja modinha ser reacionário nesses tempos de Facebook-descontrol, algo semelhante ao golpe não pode, de forma alguma, voltar a acontecer. Mais: tem que estar narrado direitinho nos livros de história, sem esse papo surreal de "os dois lados tiveram culpa".(Carta Capital)
Por Maria Amélia Teles
"Aquele dia 31 de março de 1964, era uma terça-feira. Voltei para casa, depois de um dia de trabalho na Companhia Siderúrgica Mannesmann, no Barreiro de Baixo, periferia de Belo Horizonte. O clima político andava nervoso, conflitos constantes. Havia comentários de todo o tipo na rua; “provocações” de pessoas estranhas, assim como gente que torcia para as reformas políticas prometidas darem certo.
Cheguei cansada e pensava nos acontecimentos violentos ocorridos depois de 13 de março, data memorável do Comício da Central do Brasil, no Rio de Janeiro, quando Jango anunciou as reformas de base, inclusive a tão “temida” pela elite brasileira: a reforma agrária. Alguns dias depois (dia 19 de março), em resposta ao sucesso do comício, as elites organizaram a “Marcha com Deus pela Família e pela Liberdade”, com a mobilização de mulheres das periferias, negras, pobres, dirigidas por uma elite branca da classe média: as “patroas”, integrantes da Igreja Católica, e da cúpula de militares.
Tiveram um amplo apoio das forças conservadoras e reuniram, em Belo Horizonte, cerca de 250 mil mulheres. A marcha ocupava uma extensão que unia as praças Sete de Setembro e Raul Soares (seria um quilômetro de mulheres?). Nesse dia, não me lembro por qual razão me encontrava no centro de Belo Horizonte e vi com meus próprios olhos a Marcha, o que me causou muito mal-estar: ver mulheres pobres sendo manipuladas para defender ideias e bandeiras contrárias a elas próprias e as suas comunidades. Que tristeza que eu senti. Pensei com os meus botões: “há algo errado no nosso trabalho”.
A maioria daquelas mulheres era do povo, que não deveria ir contra as ideias de justiça social, como as reformas de base e a reforma agrária, historicamente defendidas pelas forças de esquerda. Este episódio marcou para sempre minha vida. Eu tinha 19 anos e pensei “se a gente não trabalhar com as mulheres, nossa luta não irá pra frente”.
Naquele mês de março, entretanto, os dias seguiam mais rápidos do que nossa capacidade de reagir. Não tínhamos, de fato, uma proposta organizativa para deter os rumos dos golpistas que passaram a nos acuar. Vários grupos de esquerda organizaram debates políticos para garantir as reformas de base que o Jango já havia anunciado. Lembro-me que dois ou três dias antes do golpe haveria um encontro com o Leonel Brizola, no auditório da Secretaria da Saúde, perto do Mercado Municipal, região central de Belo Horizonte. As forças da direita não deixaram a gente chegar naquele lugar e muito menos Brizola, que seria o principal palestrante. A direita se armou, literalmente, de pedaços de madeira, armas na cintura. Eram homens fortes e jovens. Eles nos atacaram e os populares que ali se encontravam tentaram resistir, mas não tinham nada nas mãos. Assim, acabaram por se dispersar. A polícia a tudo assistia sem fazer nada, enquanto a gente levava empurrões, ouvia gritos e tentava reagir.
Eram fatos bastante violentos que marcaram os dias que precederam o golpe. No dia 31 de março, pressentíamos que chegava o pior. Naquela noite, cheguei em casa e ouvi no rádio, junto com minha família, que também defendia as reformas de base e a reforma agrária, as noticias do deslocamento das tropas militares comandadas pelo General Olímpio Mourão Filho. Isso foi só o começo de uma história que nunca termina para mim e minha família.
Nos dias seguintes (9 de abril de 1964) meu pai foi sequestrado dentro do seu local de trabalho. Ficou durante seis meses desaparecido e, quando o localizamos, encontrava-se na Penitenciária de Neve, 30 quilômetros de Belo Horizonte. Esta penitenciária foi construída, sem que a esquerda tomasse conhecimento, pelo anticomunista, banqueiro e então governador de Minas Gerais Magalhães Pinto, um dos civis articuladores do golpe militar.
Em de maio 1964, os militares me buscaram, juntamente com a minha irmã, menor de idade à época. Nos levaram para o quartel do Barro Preto, em Belo Horizonte. Foram alguns dias de sofrimento, de ameaças. Fui processada e minha irmã, excluída por ser menor.
Fomos para a clandestinidade, tive meus filhos sem poder usar minha identidade. Trabalhei na imprensa clandestina, datilografando e usando mimeógrafo a álcool. Distribuímos às escondidas pelo Brasil a fora os documentos produzidos na gráfica clandestina do PCdoB. Divulgamos material sobre a guerrilha do Araguaia que aconteceu, sob a direção do PCdoB, no sul do Pará (1972 -1975).
Em 1972, fomos sequestrados pelo DOI-CODI (OBAN), torturados, ameaçados de morte, testemunhamos o assassinato de Carlos Nicolau Danielli, dirigente comunista e nosso amigo pessoal. Sequestraram minha irmã grávida, Crimeia, meus filhos de 5 e 4 anos, Janaina de Almeida Teles e Edson Luis de Almeida Teles. Tudo isso sob o comando do então Major do Exército, Carlos Alberto Brilhante Ustra.
Ai está o resumo da minha história. O golpe militar de 1964 marcou minha vida e da minha família para sempre. Três palavras me guiaram para enfrentar a vida: lembrar e resistir sempre.
*Maria Amélia Teles, a Amelinha, foi torturada por conta de sua atuação contra a ditadura. É fundadora da Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos, que se dedica à responsabilização dos agentes do Estado pelos crimes cometidos durante a ditadura
Elvira Helena
Uma das boas indicações de Aquiles em sua Coluna: O som do Aquiles. No Vida e Arte do O POVO>
O CD de Elvira Helena.
O CD de Elvira Helena.
A televisão por Adriana Maciel
Era a televisão. É o celular, é o tablet.... O disco da Adriana Maciel é de 2004, excelente disco.
No céu a lua
Que não estava no programa
Cheia e nua, chega e chama
Pra mostrar evoluções (Chico Buarque)
A Televisão (Chico Buarque)
O homem da rua
Fica só por teimosia
Não encontra companhia
Mas pra casa não vai não
Em casa a roda
Já mudou, que a moda muda
A roda é triste, a roda é muda
Em volta lá da televisão
No céu a lua
Surge grande e muito prosa
Dá uma volta graciosa
Pra chamar as atenções
O homem da rua
Que da lua está distante
Por ser nego bem falante
Fala só com seus botões
O homem da rua
Com seu tamborim calado
Já pode esperar sentado
Sua escola não vem não
A sua gente
Está aprendendo humildemente
Um batuque diferente
Que vem lá da televisão
No céu a lua
Que não estava no programa
Cheia e nua, chega e chama
Pra mostrar evoluções
O homem da rua
Não percebe o seu chamego
E por falta doutro nego
Samba só com seus botões
Os namorados
Já dispensam seu namoro
Quem quer riso, quem quer choro
Não faz mais esforço não
E a própria vida
Ainda vai sentar sentida
Vendo a vida mais vivida
Que vem lá da televisão
O homem da rua
Por ser nego conformado
Deixa a lua ali de lado
E vai ligar os seus botões
No céu a lua
Encabulada e já minguando
Numa nuvem se ocultando
Vai de volta pros sertões
sexta-feira, 7 de março de 2014
NOTA DE AGRADECIMENTO - BLOCO LUXO DA ALDEIA
por Bloco Luco da Aldeia
Mais um ciclo se encerra para o Luxo da Aldeia e, apesar de toda a conturbação, a gente termina com a sensação de felicidade e dever cumprido. Mais um ano de alegria, paz, diversão e momentos que vão ficar eternizados na nossa memória.
Quem imaginaria que dividiríamos o palco com Moraes Moreira, Fausto Nilo e Chico César?
Quem imaginaria que um estandarte perdido no Benfica reapareceria no meio do carnaval, no Mercado dos Pinhões?
Quem imaginaria que faríamos a banda do bloco Concentra Mas Não Sai finalmente sair?
Organizar um bloco de carnaval não é uma tarefa simples, mas é das mais prazerosas. E a gente tem certeza que não faz isso sozinho. Todos vocês que estão segurando o estandarte, tirando fotos, filmando, pedindo músicas, indicando músicas, dividindo o palco conosco, pedindo pra tocar mais, cantando, brincando e gritando a plenos pulmões “eu sou a nata do Lixo, eu sou o Luxo da Aldeia, eu sou do Ceará” são os maiores responsáveis por toda a festa e alegria que envolve o bloco.
E são a todas essas pessoas e instituições que gostaríamos de agradecer:
E que venha 2015!
Que venha mais colorido, mais feliz, mais musical, mais fantasiado, mais alegre, com muito mais diálogos e com muito mais Luxo da Aldeia!
Valeu, galera!
(créditos da foto: Edimar Soares/Jornal O Povo) — se sentindo sensacional com Elaine Brito, Marcus Dias, Darwin Marinho, Alan Morais, Ramon Cavalcante, Pingo De Fortaleza Fortaleza, Felipe Araújo, Edimar Soares, Gabriela Nunes e Marcus Vinicius Oliveira em Fortaleza.
Mais um ciclo se encerra para o Luxo da Aldeia e, apesar de toda a conturbação, a gente termina com a sensação de felicidade e dever cumprido. Mais um ano de alegria, paz, diversão e momentos que vão ficar eternizados na nossa memória.
Quem imaginaria que dividiríamos o palco com Moraes Moreira, Fausto Nilo e Chico César?
Quem imaginaria que um estandarte perdido no Benfica reapareceria no meio do carnaval, no Mercado dos Pinhões?
Quem imaginaria que faríamos a banda do bloco Concentra Mas Não Sai finalmente sair?
Organizar um bloco de carnaval não é uma tarefa simples, mas é das mais prazerosas. E a gente tem certeza que não faz isso sozinho. Todos vocês que estão segurando o estandarte, tirando fotos, filmando, pedindo músicas, indicando músicas, dividindo o palco conosco, pedindo pra tocar mais, cantando, brincando e gritando a plenos pulmões “eu sou a nata do Lixo, eu sou o Luxo da Aldeia, eu sou do Ceará” são os maiores responsáveis por toda a festa e alegria que envolve o bloco.
E são a todas essas pessoas e instituições que gostaríamos de agradecer:
- aos moradores do Benfica, por permitirem que, pelo sétimo ano seguido, pudéssemos nos apresentar na rua Pe. Fco. Pinto;
- ao Bar do Marcão do Cariri,
- ao Bar do Chaguinha e Jacqueline por nos ajudarem na logística e no apoio durante o pré-carnaval;
- à Secultfor, SER IV e PMF pelo apoio de palco, som e banheiros químicos durante o pré-carnaval e pelo convite para abrir o carnaval de Fortaleza no Aterrinho da Praia de Iracema;
- à Polícia Militar, Guarda Municipal e AMC pelo apoio e logística durante o pré-carnaval;
- ao Ramon Cavalcante por tornar a camisa do bloco uma obra de arte;
- ao Kukukaya Casa de Show pela parceria, apoio e pela realização das 3 festas maravilhosas que aconteceram no começo deste ano;
- aos amigos Felipe Araújo, Gabriela Nunes, Alan Morais, Marcus Dias, Messias Holanda, Pingo de Fortaleza e Maracatu Solar por aceitarem o nosso convite e abrilhantarem a abertura do carnaval de Fortaleza;
- ao bloco Concentra Mas Não Sai, por deixar a preguiça de lado, sair e arrastar uma multidão do Mercado dos Pinhões até à Praia de Iracema;
- ao pessoal do Candeeiro - Produção Cultural por comprar a ideia do nosso carnaval e salvar a banda do bloco inúmeras vezes;
- ao Mambembe - Comida e outras Artes por nos emprestar seu espaço e nos ajudar a fazer um carnaval forte, intenso, colorido e feliz;
- a todos os integrantes da banda do Bloco Luxo da Aldeia pelas várias horas de ensaios e de festa;
- e, principalmente, a TODOS VOCÊS que, desde 2007, brincam conosco e nos lembram o tempo todo que “só no carnaval passando, a gente vai se acostumando que esses dias não são todos iguais”.
E que venha 2015!
Que venha mais colorido, mais feliz, mais musical, mais fantasiado, mais alegre, com muito mais diálogos e com muito mais Luxo da Aldeia!
Valeu, galera!
(créditos da foto: Edimar Soares/Jornal O Povo) — se sentindo sensacional com Elaine Brito, Marcus Dias, Darwin Marinho, Alan Morais, Ramon Cavalcante, Pingo De Fortaleza Fortaleza, Felipe Araújo, Edimar Soares, Gabriela Nunes e Marcus Vinicius Oliveira em Fortaleza.
MUNDIÇA ALEGRE - o retorno triunfal
Mundiça Alegre - canta A porra dessa ciclofaixa no Mambembe.
A porra da ciclofaixa
A porra da ciclofaixa
Se o CETV me perguntar se eu gostei
Da porra dessa ciclofaixa
De dentro do carro lhe direi
Amigo, isso só me embaça
Diz que aqui passa ciclista
Tô aqui faz duas horas, não passou nem três
Eu vou tomar o meu sorvete
Estacionar na faixa
Minhazárea não é ZEIS
Tenho um carro do ano
Varjota, Meireles, vou até o Via Sul
Solução para ciclista pra mim é buzina
E mandar tomar no cu
Sei que bicicleta é moda
Dizem que é usada na Regional Seis
Eu quero é que o metrô se foda
Tomem jeito e comprem o carro de vocês
Da porra dessa ciclofaixa
De dentro do carro lhe direi
Amigo, isso só me embaça
Diz que aqui passa ciclista
Tô aqui faz duas horas, não passou nem três
Eu vou tomar o meu sorvete
Estacionar na faixa
Minhazárea não é ZEIS
Tenho um carro do ano
Varjota, Meireles, vou até o Via Sul
Solução para ciclista pra mim é buzina
E mandar tomar no cu
Sei que bicicleta é moda
Dizem que é usada na Regional Seis
Eu quero é que o metrô se foda
Tomem jeito e comprem o carro de vocês
Lagarta de Fogo com Alan Morais
Por Marcus Vinicius
LAGARTA DE FOGO
(Alan Morais)
Eu vi um bode de Pequim
Era um dragão tupiniquim
O nosso Freud é testemunha
Mas que bicho sem-vergonha
Dei Dália a Idália
E na corcunda do bode
Ela me perguntou se pode
Brincar com o Dragão
É o chinês do Sertão
Fantasiar até desacordar
Lagarta de Fogo
LAGARTA DE FOGO
(Alan Morais)
Eu vi um bode de Pequim
Era um dragão tupiniquim
O nosso Freud é testemunha
Mas que bicho sem-vergonha
Dei Dália a Idália
E na corcunda do bode
Ela me perguntou se pode
Brincar com o Dragão
É o chinês do Sertão
Fantasiar até desacordar
Lagarta de Fogo
Lagarta Pintada
Boca de Forno
Então calçou minha sandália
Saiu pisando no relevo
Foi da Itália a Somália
Pra ir correndo dançar frevo
Brincar com o Pierrot
Bruxa, palhaço, Alecrim
Voltou só pra dizer assim
Tome um beijo pra vc
Dê um outro para mim
e toma cuidado
Não vá se perder
Então calçou minha sandália
Saiu pisando no relevo
Foi da Itália a Somália
Pra ir correndo dançar frevo
Brincar com o Pierrot
Bruxa, palhaço, Alecrim
Voltou só pra dizer assim
Tome um beijo pra vc
Dê um outro para mim
e toma cuidado
Não vá se perder
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Os convidados e convidada do LUxo da Aldeia
Luxo da Aldeia e seus convidados e convidada para abertura do Carnaval. Sexta, 28 de fevereiro, 22 horas, no aterrinho da Praia de Iracema.
LUXO DA ALDEIA - SEXTA NO ATERRINHO
por Marcus Vinicius
O bloco LUXO DA ALDEIA abre o carnaval de 2014 em Fortaleza, no aterrinho da Praia de Iracema. Nesta sexta 28 de fevereiro. A festa começa as 22 horas.
A abertura contará com convidados e convidada:
- Marcus Dias - Compositor, desde os anos 90, e cantor, é conhecido no cenário musical da cidade por suas parcerias com Isaac Cândido, Pantico Rocha e outros ao longo de sua carreira. É, também, parceiro do Bloco Luxo da Aldeia em diversas canções.
- Alan Morais - Cantor, músico, compositor, DJ e pesquisador da música brasileira.
- Gabriela Nunes - A Gabi, cantora, destaque nas noites de Fortaleza. Participou do evento carnavalesco “Não é qualquer carnaval”, realizado por Pantico Rocha em 2013. Tem gravada uma faixa no cd “Nem samba nem Sandra nem mar”, também de Pantico Rocha.
- Felipe Araújo - Sambista, jornalista, músico e profundo conhecedor do samba. É destaque no cenário de samba de Fortaleza há mais de dez anos, tendo se apresentado em Fortaleza, com Cristiana Buarque, Eduardo Gallotti e outros nomes consagrados do samba brasileiro.
- Pingo de Fortaleza e Maracatu Solar - Pingo de Fortaleza é um cantor, compositor, poeta, pesquisador e músico brasileiro, natural de Fortaleza. O Maracatu Solar, idealizado e fundado em 2006, por um grupo de artistas ligados a SOLAR, tem como presidente Pingo, e o Griô Descartes Gadelha na sua concepção rítmica e estética. Estreou no Carnaval de Rua de Fortaleza em 2007. O maracatu SOLAR tem sua musicalidade inspirada nos batuques do Maracatu Az de Ouro executados entre as décadas de 40 e 50 do século passado, e sua concepção estética de figural faz referências maior a cultura Afro-Brasileira e a artesania Cearense.
- Messias Holanda - Cantor e compositor ícone do forró e da música cearense. Nascido no fim da década de1930, começou a carreira em 1961, nos programas de calouros locais. Pertenceu ao cast da PR9 na era de ouro do rádio cearense. Tem 14 LP e quatro CD lançados, além de ter participado de 14 coletâneas. O humor e o duplo sentido em suas canções são suas marcas registradas. Messias Holanda é presidente de honra da Associação Cearense do Forró.
"Venham de ruma! Tragam toda turma porque quanto mais, melhor! Vamos mostrar que Fortaleza tem carnaval e é no meio da rua que a gente começa a brincar "
É tudo junto e misturado, sem medo da folia.
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